O empreendedor tecnológico Filipe Saraiva propõe a criação da
plataforma Dou.pt, uma espécie de “eBay para doações” com o objetivo de
incentivar a reutilização e reciclagem. Neste portal os utilizadores
procurariam pessoas interessadas nos seus bens usados e podem ainda
receber instruções sobre a reciclagem de objetos invulgares.
https://dou.pt/explore/
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domingo, 6 de novembro de 2011
Educação: Alunos com autismo sem terapias por "divergências financeiras"
Leça da Palmeira, Matosinhos, 04 nov (Lusa) -- Onze
crianças com autismo, de uma escola de Leça da Palmeira, estão sem
terapias desde setembro, alegadamente devido a "divergências
financeiras" entre Direção Regional de Educação do Norte e Associação
Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo.
"O corte da Direção Regional de Educação do Norte
(DREN) entristece-me. Acho este caso escandaloso. Deram prioridade às
atividades extracurriculares, como as artes plásticas, inglês, música e
educação física, mas descuraram as terapias para as crianças autistas
numa Unidade de Ensino Estruturado para alunos com Perturbação do
Espectro do Autismo", declarou à Lusa Margarida Graça, mãe de uma menina
de oito anos com autismo.
Margarida Graça lembra que as crianças com autismo
praticamente "não falam" e "precisam ter terapia da fala e de ser
ajudadas a atenuar os estereótipos".
Notícias...
demências nos idosos está por diagnosticar 
02.11.2011 - 08:39 Por Alexandra Campos
As doenças associadas ao envelhecimento vão ser debatidas no
Porto (Nuno
Ferreira Santos/Arquivo)
É um cenário assustador: a população portuguesa está a
envelhecer a um ritmo acelerado e, se as previsões se concretizarem, dentro de
meio século, perto de um terço (32%) terá mais de 65 anos. Actualmente,
Portugal já conta com 1,5 milhões de idosos e cerca de 400 mil vivem
completamente sozinhos. Com o envelhecimento, aumentam as patologias,
nomeadamente as demências, e a
maior parte dos idosos nesta situação está actualmente por
diagnosticar e sem tratamento, afirma Lia Fernandes, presidente da Associação Portuguesa de
Gerontopsiquiatria (APG).
As doenças associadas ao envelhecimento vão
estar em destaque no 11.º congresso da APG, que decorre de hoje até sexta-feira
no Porto.
Dos 153 mil portugueses com demências, cerca de 90 mil sofrem de Alzheimer. "Quando chegam ao médico, muitos chegam já em fases intermédias das doenças", nota Lia Fernandes, para quem é importante estabelecer um diagnóstico precoce para definir intervenções terapêuticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos doentes e dos seus cuidadores.
Portugal tem, desde há alguns anos, uma rede de cuidados continuados integrados que deveria dar resposta a estes casos, mas, além de o número de camas ser ainda "insuficiente", a outra rede que chegou a ser oficialmente criada - a de saúde mental - não foi regulamentada, lamenta a psiquiatra, que trabalha no Hospital de S. João, no Porto. Para onde podem ir então estes doentes? "Boa pergunta. Por vezes, põem-nos entraves [para aceitar estas pessoas na rede de cuidados continuados] porque elas têm alterações comportamentais", explica. Daí a importância de avançar com uma rede específica para a saúde mental.
Mas, para a presidente da APG, este não é, nem de longe nem de perto, o único tipo de resposta necessário. "A institucionalização deve ser o último recurso. Se não se quiser gastar muito dinheiro, é necessário apostar na assistência domiciliária, com equipas multidisciplinares", defende Lia Fernandes, que considera que, com a crise, se está a "voltar atrás". "É necessário também investir na formação específica dos profissionais de saúde", acrescenta.
Um quarto dos suicídios
O aumento do suicídio entre os idosos é outro dos temas a debater no congresso. Um quarto das pessoas que se suicidaram no ano passado em Portugal tinha mais de 60 anos e na base da decisão estiveram, sobretudo, além de doenças físicas, a solidão e as condições socioeconómicas, descreveu à agência Lusa a psiquiatra.
"Os idosos não precisam de estar muito deprimidos para se suicidar. Basicamente, o que é importante nos idosos são as doenças físicas, as condições socioeconómicas e de bem-estar geral e uma outra coisa muito importante, que tem a ver com a inexistência de uma rede social de contactos, nomeadamente o factor solidão."
De acordo com os dados oficiais, em Portugal cerca de 1500 pessoas suicidam-se em cada ano. Destas, um quarto tem mais de 60 anos. Em zonas com fraca densidade populacional e onde grande parte dos residentes está desempregada, como acontece em alguns concelhos do Alentejo, a taxa de suicídio atinge valores preocupantes.
Dos 153 mil portugueses com demências, cerca de 90 mil sofrem de Alzheimer. "Quando chegam ao médico, muitos chegam já em fases intermédias das doenças", nota Lia Fernandes, para quem é importante estabelecer um diagnóstico precoce para definir intervenções terapêuticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos doentes e dos seus cuidadores.
Portugal tem, desde há alguns anos, uma rede de cuidados continuados integrados que deveria dar resposta a estes casos, mas, além de o número de camas ser ainda "insuficiente", a outra rede que chegou a ser oficialmente criada - a de saúde mental - não foi regulamentada, lamenta a psiquiatra, que trabalha no Hospital de S. João, no Porto. Para onde podem ir então estes doentes? "Boa pergunta. Por vezes, põem-nos entraves [para aceitar estas pessoas na rede de cuidados continuados] porque elas têm alterações comportamentais", explica. Daí a importância de avançar com uma rede específica para a saúde mental.
Mas, para a presidente da APG, este não é, nem de longe nem de perto, o único tipo de resposta necessário. "A institucionalização deve ser o último recurso. Se não se quiser gastar muito dinheiro, é necessário apostar na assistência domiciliária, com equipas multidisciplinares", defende Lia Fernandes, que considera que, com a crise, se está a "voltar atrás". "É necessário também investir na formação específica dos profissionais de saúde", acrescenta.
Um quarto dos suicídios
O aumento do suicídio entre os idosos é outro dos temas a debater no congresso. Um quarto das pessoas que se suicidaram no ano passado em Portugal tinha mais de 60 anos e na base da decisão estiveram, sobretudo, além de doenças físicas, a solidão e as condições socioeconómicas, descreveu à agência Lusa a psiquiatra.
"Os idosos não precisam de estar muito deprimidos para se suicidar. Basicamente, o que é importante nos idosos são as doenças físicas, as condições socioeconómicas e de bem-estar geral e uma outra coisa muito importante, que tem a ver com a inexistência de uma rede social de contactos, nomeadamente o factor solidão."
De acordo com os dados oficiais, em Portugal cerca de 1500 pessoas suicidam-se em cada ano. Destas, um quarto tem mais de 60 anos. Em zonas com fraca densidade populacional e onde grande parte dos residentes está desempregada, como acontece em alguns concelhos do Alentejo, a taxa de suicídio atinge valores preocupantes.
Fonte. http://www.publico.pt/Sociedade/maior-parte-das-demencias-nos-idosos-esta-por-diagnosticar-1519189
Notícias...
sábado, 5 de novembro de 2011
Notícia
Una oficina itinerante recorrerá la Cañada Real para acercar a las familias gitanas atención social in situ
La Fundación Secretariado Gitano (FSG) y Obra Social Caja Madrid han presentado una unidad móvil de atención social que permitirá a la FSG -una ONG que lleva ya varias décadas trabajando por la inclusión y reconocimiento de la comunidad gitana en España- llegar a más familias gitanas con su programa de intervención social en la Cañada Real Galiana de Madrid.Este vehículo funcionará como una oficina itinerante y su objetivo es contribuir a romper la transmisión intergeneracional de la exclusión y la pobreza en las familias gitanas que viven en este asentamiento y sentar las bases para que los niños y jóvenes gitanos puedan tener mejores oportunidades de educación, formación, empleo y cuidado de la salud, entre otras cosas.
Gracias a esta nueva unidad móvil de atención social, los profesionales podrán llevar a cabo una intervención in situ más operativa y de calidad. Las familias de la Cañada se encuentran en una situación muy complicada, viven alejados de los recursos, sin una red cercana de transporte público adecuada o limitados por las condiciones meteorológicas, por lo que se hace necesario que sean los profesionales los que se desplacen y no al revés.
Desde la unidad móvil, el equipo de intervención de la Cañada podrá prestar a las familias gitanas una atención directa, una orientación práctica y ayuda en la gestión de diferentes trámites como el empadronamiento o el acceso a la tarjeta sanitaria.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Extinção do IDT fará detonar “novo surto do tráfico e consumo”, diz PCP
O PCP defendeu hoje que a extinção do Instituto da Droga e
Toxicodependência (IDT) terá um efeito detonador "num novo surto do
tráfico e consumo de drogas ilícitas" e alcoolismo, provocando um
retrocesso aos índices dos anos 1980.
"Nesta conjuntura, de agravamento da recessão económica e regressão social e de afundamento do país, a liquidação do IDT terá no curto/médio prazo um efeito detonador num novo surto do tráfico e consumo de drogas ilícitas e dos problemas ligados ao álcool, fará recuar, tendencialmente, o país para os índices dos anos 80", defendem os comunistas, em comunicado.
O PCP considera que a extinção do IDT transformará a intervenção do Estado nesta área em "respostas de caridade e propaganda" como as do "extinto projecto Vida", levando a uma situação de "criminalização dos consumidores, perseguidos pela polícia, e para a eclosão de bairros de marginalidade e criminalidade massiva".
"A não ser travado, será o regresso ao flagelo social dos governos de Cavaco Silva e aos bairros do tráfico, novos Casal Ventoso, por todo o país", acusam.
O grupo de trabalho para as questões da Toxicodependência e Narcotráfico do PCP critica que o Executivo esteja a seguir a "via do ‘facto consumado'" e não a "implementação de uma nova política" que "está a proceder à destruição da estratégia consolidada do país nesta matéria".
"A evolução positiva da situação nacional nesta matéria, que já tinha sofrido um refluxo com os cortes do governo PS, leva agora uma machadada mortal com o OE de 2012, que reduz as verbas para esta área em 13 por cento (menos 16 por cento para pessoal e menos 17 por cento para fármacos)", argumentam.
Na quarta-feira, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Leal da Costa, anunciou que o IDT será extinto e transformado numa direcção-geral - Serviço de Intervenção dos Comportamento Aditivos e Dependências (SICAD).
O presidente do IDT, João Goulão, admitiu hoje que não apoiaria a decisão de passar o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos para as Administrações Regionais de Saúde (ARS) e alertou que um possível desinvestimento pode ser "perigoso".
"Estamos preocupados e gostaríamos de ver garantida a continuidade do modelo integrado que vimos praticando, mas é prematuro fazer algum tipo de julgamento ou entrar em desespero", disse.
O ainda presidente do IDT disse que gostaria que fosse mantida a independência do programa vertical que tem sido gerido até aqui e alertou que o actual contexto económico-social "é propício a que haja um recrudescimento do fenómeno".
in http://www.publico.pt/Sociedade/-extincao-do-idt-fara-detonar-novo-surto-do-trafico-e-consumo-diz-pcp-1517642
"Nesta conjuntura, de agravamento da recessão económica e regressão social e de afundamento do país, a liquidação do IDT terá no curto/médio prazo um efeito detonador num novo surto do tráfico e consumo de drogas ilícitas e dos problemas ligados ao álcool, fará recuar, tendencialmente, o país para os índices dos anos 80", defendem os comunistas, em comunicado.
O PCP considera que a extinção do IDT transformará a intervenção do Estado nesta área em "respostas de caridade e propaganda" como as do "extinto projecto Vida", levando a uma situação de "criminalização dos consumidores, perseguidos pela polícia, e para a eclosão de bairros de marginalidade e criminalidade massiva".
"A não ser travado, será o regresso ao flagelo social dos governos de Cavaco Silva e aos bairros do tráfico, novos Casal Ventoso, por todo o país", acusam.
O grupo de trabalho para as questões da Toxicodependência e Narcotráfico do PCP critica que o Executivo esteja a seguir a "via do ‘facto consumado'" e não a "implementação de uma nova política" que "está a proceder à destruição da estratégia consolidada do país nesta matéria".
"A evolução positiva da situação nacional nesta matéria, que já tinha sofrido um refluxo com os cortes do governo PS, leva agora uma machadada mortal com o OE de 2012, que reduz as verbas para esta área em 13 por cento (menos 16 por cento para pessoal e menos 17 por cento para fármacos)", argumentam.
Na quarta-feira, o secretário de Estado Adjunto da Saúde, Leal da Costa, anunciou que o IDT será extinto e transformado numa direcção-geral - Serviço de Intervenção dos Comportamento Aditivos e Dependências (SICAD).
O presidente do IDT, João Goulão, admitiu hoje que não apoiaria a decisão de passar o tratamento e prestação de cuidados a toxicodependentes e alcoólicos para as Administrações Regionais de Saúde (ARS) e alertou que um possível desinvestimento pode ser "perigoso".
"Estamos preocupados e gostaríamos de ver garantida a continuidade do modelo integrado que vimos praticando, mas é prematuro fazer algum tipo de julgamento ou entrar em desespero", disse.
O ainda presidente do IDT disse que gostaria que fosse mantida a independência do programa vertical que tem sido gerido até aqui e alertou que o actual contexto económico-social "é propício a que haja um recrudescimento do fenómeno".
in http://www.publico.pt/Sociedade/-extincao-do-idt-fara-detonar-novo-surto-do-trafico-e-consumo-diz-pcp-1517642
Droga com efeitos semelhantes a LSD legal em Portugal
A erva salvia, uma
substância que provoca efeitos semelhantes aos do LSD, é legal em
Portugal, estando a procura a aumentar
entre os jovens europeus, de acordo com a
percepção do Instituto das Drogas e Toxicodependência (IDT), noticia a
Lusa.
Reconhecendo que se sabe pouco sobre o consumo de salvia em Portugal, a directora clínica do IDT explicou à Lusa o interesse crescente por esta substância com os efeitos provocados, entre eles, «alucinações, despersonalização e desrealização» que conferem «algum misticismo» à erva.
«A salvinorina [nome científico da salvia] tem uma particularidade» em relação às outras substâncias que geralmente se fumam em cachimbo de água: «A salvinoria do tipo A produz um efeito analgésico, a pupila fica pequena e, curiosamente, surgem alterações da percepção e da visão, alucinações», explicou Graça Vilar, acrescentando que este é normalmente o efeito procurado pelos consumidores.
«As sensações que provoca conferem-lhe algum misticismo. Ao actuar causa perturbações como a despersonalização e a desrealização», disse ainda Graça Vilar, admitindo que a substância não foi ainda muito estudada em Portugal.
Ou seja, «a pessoa consome [a salvinoria], tem alucinações visuais e depois passa a sentir que está num mundo irreal, num sonho em que o corpo sai do seu próprio corpo e tem a sensação de se observar a si próprio do exterior».
A viagem «tem um início muito rápido mas de curta duração, de 15 a 20 minutos, no máximo». Quanto aos danos físicos e mentais que podem ser gerados, estes podem ser «complicados» se houver também consumo de outras substâncias - como álcool, haxixe, cocaína ou erva - ou então «se a pessoa tem alguma vulnerabilidade para adoecer do ponto de vista mental, para desencadear surtos psicóticos», uma situação que «ninguém sabe», referiu a responsável.
Apesar disso, em Portugal, a salvinorina não está referida na legislação que proíbe o consumo de algumas substâncias, sendo, por isso, legal. Em alguns países tem sido proposta a sua inclusão na lista de substâncias proibidas.
Em Portugal, qualquer «smart shop» (estabelecimentos que vendem substâncias que - sendo legais - têm efeitos psicoactivos) disponibiliza esta erva. Nas lojas «Magic Mushroom», é possível comprar salvia a partir de 16 euros para a intensidade mais fraca (cinco vezes), um preço que pode chegar aos 60 euros para a intensidade mais forte (60 vezes).
inhttp://www.tvi24.iol.pt/sociedade/salvia-droga-drogas-tvi24-idt/1287370-4071.html
Reconhecendo que se sabe pouco sobre o consumo de salvia em Portugal, a directora clínica do IDT explicou à Lusa o interesse crescente por esta substância com os efeitos provocados, entre eles, «alucinações, despersonalização e desrealização» que conferem «algum misticismo» à erva.
«A salvinorina [nome científico da salvia] tem uma particularidade» em relação às outras substâncias que geralmente se fumam em cachimbo de água: «A salvinoria do tipo A produz um efeito analgésico, a pupila fica pequena e, curiosamente, surgem alterações da percepção e da visão, alucinações», explicou Graça Vilar, acrescentando que este é normalmente o efeito procurado pelos consumidores.
«As sensações que provoca conferem-lhe algum misticismo. Ao actuar causa perturbações como a despersonalização e a desrealização», disse ainda Graça Vilar, admitindo que a substância não foi ainda muito estudada em Portugal.
Ou seja, «a pessoa consome [a salvinoria], tem alucinações visuais e depois passa a sentir que está num mundo irreal, num sonho em que o corpo sai do seu próprio corpo e tem a sensação de se observar a si próprio do exterior».
A viagem «tem um início muito rápido mas de curta duração, de 15 a 20 minutos, no máximo». Quanto aos danos físicos e mentais que podem ser gerados, estes podem ser «complicados» se houver também consumo de outras substâncias - como álcool, haxixe, cocaína ou erva - ou então «se a pessoa tem alguma vulnerabilidade para adoecer do ponto de vista mental, para desencadear surtos psicóticos», uma situação que «ninguém sabe», referiu a responsável.
Apesar disso, em Portugal, a salvinorina não está referida na legislação que proíbe o consumo de algumas substâncias, sendo, por isso, legal. Em alguns países tem sido proposta a sua inclusão na lista de substâncias proibidas.
Em Portugal, qualquer «smart shop» (estabelecimentos que vendem substâncias que - sendo legais - têm efeitos psicoactivos) disponibiliza esta erva. Nas lojas «Magic Mushroom», é possível comprar salvia a partir de 16 euros para a intensidade mais fraca (cinco vezes), um preço que pode chegar aos 60 euros para a intensidade mais forte (60 vezes).
inhttp://www.tvi24.iol.pt/sociedade/salvia-droga-drogas-tvi24-idt/1287370-4071.html
sábado, 29 de outubro de 2011
Notícias
“Beja Diversidades” integra Rede Social do distrito
de Beja
|
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A Rede Social do
Distrito de Beja vai contar com a participação da “Beja Diversidades”. Esta é
uma nova estrutura que conta com o apoio da Opus Gay e que tem como principal
objectivo ajudar à mudança das mentalidades e atitudes em relação às questões
da orientação sexual, identidade de género, homofobia e violência doméstica.
André Ventura, fundador da “Beja Diversidades” disse que a integração na Rede Social era “muito
importante”. O mesmo responsável explicou que espera a cedência de um espaço
físico por parte da Câmara de Beja. Esta organização vai promover, brevemente,
um convívio entre os jovens do concelho no Cinte-teatro Pax Julia, em Beja e
vai dinamizar diversos rastreios ligados à saúde, em parceria com o Hospital
Curry Cabral.
A “Beja Diversidades” tem também aconselhamento e atendimento on-line através do site da estrutura em www.bejadiversidades.pt.gd
A “Beja Diversidades” tem também aconselhamento e atendimento on-line através do site da estrutura em www.bejadiversidades.pt.gd
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Consumo de álcool pelos idosos, uma realidade escondida que aumenta em Portugal
De Helena Neves Marques (LUSA)
–
há 31 minutos
Lisboa, 25 out (Lusa)O consumo de álcool pelos idosos está a aumentar em Portugal, uma realidade "escondida" ligada muitas vezes ao isolamento e que exige respostas integradas da sociedade, alertam especialistas.
Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Gerontopsiquiatria, os idosos consomem muitos psicotrópicos, principalmente as mulheres, e recorrem também ao álcool, muitas vezes para fugir de situações que os atormentam.
"Há muito abuso de psicotrópicos, sobretudo de benzodiazepinas, na população, mas principalmente em idosos que fazem esta medicação há anos e particularmente as mulheres", disse à agência Lusa Horácio Firmino, dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
in http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5joK70jpXinqeyT22pGA6JjJWC1SA?docId=13258984
Ativistas debatem prevenção do HIV durante seminário no Recife
A prevenção e o tratamento do
vírus HIV no Brasil estão sendo tema de discussão de representantes de
movimentos sociais, agências da ONU e do poder público durante um
encontro que está sendo realizado neste domingo (23) e segunda (24) no
Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem.
Promovido pela ONG Gestos, o
evento visa avaliar o impacto dos compromissos firmados pelo governo
brasileiro nas Nações Unidas, que estabelecem novas metas para lidar com
os efeitos sociais do vírus até 2015. O fórum será composto por mesas
de debates e conferências, capitaneadas por representantes de
associações médicas, ativistas e políticos.
Avanço
Em junho de 2001, nas Nações Unidas, representantes de diversos
países elaboraram uma Declaração de Compromissos Sobre a Aids, com
metas para 2003, 2005 e 2010. O 1º Fórum UNGASS Brasil foi realizado em
2003. No último junho, os países se uniram para avaliar os resultados
alcançados e estabelecer novas metas até 2015.in http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111023134921&assunto=71&onde=VidaUrbana
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Notícias
‘Casa dos Pobres’ reabilitada e entregue
Cávado
autor
Marta Caldeira
contactar num.
de artigos 451
Depois de uma visita à ‘Festa das Colheitas’ de Vila Verde, o secretário de
Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António
Costa, inaugurou, juntamente com o presidente da câmara de Vila Verde e o autarca de
Parada de Gatim, as ‘novas’ instalações da ‘Casa dos Pobres’, nesta freguesia
vilaverdense. Um loteamento já originalmente de foro social e que vai apoiar
seis agregados familiares carenciados.Aquele loteamento social foi criado há 130 anos por um benemérito local de Parada de Gatim, conhecido como conselheiro Leonardo de Sousa, e, ontem, o presidente da junta local fez questão de o lembrar, salientando, todavia, que a “intervenção” era, há muito, necessária para a sua requalificação e sublinhando o papel da Câmara de Vila Verde nesse sentido.
Para o presidente da autarquia vilaverdense, “a reabilitação deste edifício, que permite agora que as seis famílias que aqui viverão daqui para a frente o façam com todas as condições” e referiu que este género de reabilitações se enquadra, precisamente, na visão estratégica do município ao nível da sua política social.
“Nos tempos que correm de crise temos de dar sinais às questões de habitação e de solidariedade e esta obra é, para nós, um sinal que dirigimos atenção àqueles que mais precisam”, apontou Antóni o Vilela.
O autarca de Vila Verde lembrou, ainda, que ao nível de apoios sociais, a câmara tem, também, um programa de apoio às famílias para a recuperação das suas casas - através por exemplo, da cedência de materiais e equipamentos - “um apoio que é importante para as famílias, mas também que é importante para que as terras não sofram despovoamento”.
Vilela deu, também, as boas-vindas às famílias que passam, agora, a residir nas suas novas casas, as quais receberam também ontem as respectivas chaves de acesso.
O secretário de Estado da Solidariedade Social fez questão, por seu turno, de elogiar as políticas sociais que a Câmara de Vila Verde tem vindo a desenvolver nos últimos anos. “Para mim, hoje, esta inauguração da ‘Casa dos Pobres’ é símbolo de uma nova esperança para estas famílias e um recomeço das suas vidas nas suas novas casas com toda a dignidade habitacional”. “Durante muitos anos, o país vivei com a obsessão de promover obras novas”, criticou o responsável, apelando à “união” entre as juntas de freguesia, as câmaras municipais e o governo central para levar a cabo outros projectos desta índole. “O governo precisa da vossa ajuda para que todos sejamos capazes de responder às necessidades do país e enfrentar todos os desafios que temos pela frente”, sublinhou.
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