- Aviso n.º 15381/2010. D.R. n.º 149, Série II de 2010-08-03
Município de CascaisProcedimento concursal comum de recrutamento de um trabalhador em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para a carreira e categoria de técnico superior, com licenciatura em Serviço Social
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Oferta de Emprego
Catálogo Transnacional de modelos de intervenção
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Recrutamos para N/ Cliente:
Educador(a) Social
Perfil pretendido:
- Licenciatura em áreas sociais (Educação Social, Psicologia, Sociologia, Serviço Social);
- Experiência profissional em funções similares;
- Boa capacidade de relacionamento interpessoal, dinamismo, polivalência;
- Disponibilidade para turnos rotativos e fins-de-semana;
- Disponibilidade imediata.
Condições oferecidas:
- Integração com Contrato de Trabalho Temporário (para períodos de substituição de férias);
- Vencimento base + Subsidio de alimentação + Subsidio de turno;
- Local: Lisboa ou Cascais.
Respostas para:
recrutamentonn@select.pt
(Ref. Educador Social para Lisboa)
Educador(a) Social
Perfil pretendido:
- Licenciatura em áreas sociais (Educação Social, Psicologia, Sociologia, Serviço Social);
- Experiência profissional em funções similares;
- Boa capacidade de relacionamento interpessoal, dinamismo, polivalência;
- Disponibilidade para turnos rotativos e fins-de-semana;
- Disponibilidade imediata.
Condições oferecidas:
- Integração com Contrato de Trabalho Temporário (para períodos de substituição de férias);
- Vencimento base + Subsidio de alimentação + Subsidio de turno;
- Local: Lisboa ou Cascais.
Respostas para:
recrutamentonn@select.pt
(Ref. Educador Social para Lisboa)
Hoje é dia de ficar mais pobre para quem vive do rendimento mínimo
É uma espécie de assembleia. As pessoas sentadas nas cadeiras encostadas às paredes formam um rectângulo. Nenhuma cadeira sobressai. Quem nelas se senta está aflito com o decreto-lei que hoje entra em vigor e que altera as regras de acesso às prestações sociais não contributivas e traz outras mudanças ao Rendimento Social de Inserção (RSI), introduzidas no quadro do Plano de Estabilidade e Crescimento. (PEC) Alguns temem ficar na rua.
Estamos no velho edifício da Qualificar para Incluir (QPI), uma associação de solidariedade social que acompanha mais de 400 beneficiários no Porto, distrito líder nesta matéria - concentra 126.793 beneficiários, de um total de 395.341 (números de Junho). Duas mudanças, sobretudo, preocupam os presentes: muitas famílias vão ver a prestação fixa baixar; e acaba o apoio complementar, que podia ir até 1137.12 euros anuais.
Fátima, cabelos brancos, penteados para trás, toma a palavra. Tem 62 anos, fibromialgia, osteoporose; e um filho bipolar. Recebia 189,52 euros e o filho outros 189,52. Este mês, lá em casa, entram 322,18 euros em vez de 379,04 de RSI. É que, com a nova lei, o rapaz tem de ficar colado à mãe, já que não tem autonomia financeira e vive com ela. E os adultos, que até agora tinham direito a 189,52 euros como o titular do processo, passam a receber 132.
O decreto-lei que harmoniza as condições de acesso toma por referência o complemento solidário para idosos, a mais recente prestação social de combate à pobreza. E isso tem implicações no conceito de agregado, nos rendimentos considerados e na definição de uma capitação entre as estipuladas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Processos vão ser revistos
Agora, conta tudo. Inclusive a casa que serve de morada à família, uma bolsa de estudo atribuída a um filho menor ou um apoio em espécie, como a habitação social. E, no RSI, terminam o subsídio de gravidez, o subsídio para o primeiro ano de vida, a majoração a partir do terceiro filho. Amanhã, os serviços de Norte a Sul começam a rever os processos.
A mulher ergue a voz: "Já devo 300 euros na mercearia. Já vendi tudo o que havia de bom em casa. Pedir emprego tenho pedido, mas quem me dá? Peço um emprego de telefonista e dizem-me que 38 anos é o limite e que é preciso carta de condução. Uma carta para telefonar?" Pior será em Janeiro. Como foi aprovado a um ano, até lá Fátima ainda receberá 89 euros por mês de apoio complementar para medicação. Depois, não o poderá renovar.
Está revoltada: "Diminuem os apoios e aumentam a luz, tudo. Como é que se pode pagar o que se deve se não se tem onde ir buscar." Sandra, uma rapariga morena, de cabelos compridos, castanhos, também não sabe: "Gasto 90 euros por mês na farmácia com o meu filho epiléptico e com a minha filha asmática."
De repente, as vozes atropelam-se nesta sala assombrada por doenças. Cidália Queirós, directora da QPI, propõe: "Vamos escrever a história de cada um e mandar para o primeiro-ministro." E Sandra interrompe-a: "Mas é para o José Sócrates, não é para o Paulo Portas [líder do PP]. Esse é contra o RSI." As vozes tornam a atropelar-se e a socióloga tenta repor a ordem: "O que acho é que cada um deve explicar a sua situação de forma muito clara."
A estigmatização
Alguns estão a esforçar-se para (re) entrar num mercado de trabalho que sentem repeli-los, sobretudo em distritos como o Porto, onde a desindustrialização dói. Joaquina, uma mulher elegante de 37 anos, oferece-se como exemplo. Começou a trabalhar aos 15 anos em fábricas que já fecharam. "Sou beneficiária de RSI há cinco anos. Tenho vergonha. Muita gente pensa que por ser beneficiária de RSI sou malandra, mal-educada, porca."
Faz em adulta o que a vida não lhe permitiu fazer quando era menor. Tem aproveitado para se escolarizar, para se profissionalizar. Fez um curso de técnicas de instalação de hardware que lhe deu equivalência ao 9.º ano e está a fazer um curso de instalação e reparação de redes que lhe dará equivalência ao 12.º. "Estou a lutar, mas é difícil quando me querem tirar o tapete!"
Vive com a filha de 15 anos e com o filho de cinco. Recebe 379 euros de RSI, 86 de abono, 250 de apoio complementar para a renda. O apoio complementar esgotou em cinco meses e o caso deveria transitar para a Acção Social, destinado a apoiar toda a população carenciada. A QPI, a fiadora, já pagou a renda deste mês, porque a Segurança Social não respondeu. Dizem-lhe que não há dinheiro. Dizem-lhe que vá para um dos albergues, já cheios de sem-abrigo. "Como é que pode haver inserção sem habitação digna?", questiona Cidália Queirós.
Não foi a única. Outros ouviram igual recomendação. José recebia 200 euros para pagar a habitação que ocupa com a filha de 12 anos. Já acabou o apoio complementar e da acção social nada. "A solução, da segurança social, é a rua ou o albergue." Apesar dos seus 38 anos, não sabe ler nem escrever: está há dois anos na alfabetização. Como sobreviver com 279 euros de RSI e 43 de abono?
"Como faço sem o apoio?"
Helena, uma mulher loura, pálida, revolve-se na cadeira: "Tenho dois filhos, recebo 421 euros de RSI e pago 300 de renda. Como faço sem o apoio complementar de 250? Monto uma tenda à frente da câmara." Não falta aqui quem, como ela, pense que a saída é a habitação social. Só que a lista de espera vai longa em câmaras como a do Porto. Quanto tempo aguentará? "O tempo que for preciso até resolverem a minha situação. Não vamos para um albergue!"
Os casos dramáticos sucedem-se. Não só aqui dentro. Lá fora. No distrito, desponta um movimento, ainda um tanto clandestino, de auto-intituladas "assistentes sociais que realmente se importam". Em diversas partes, técnicas recolhem os casos mais críticos para remeter à Segurança Social. Afligem-se com os beneficiários, mas também temem pela sua segurança.
Não há aqui dentro quem não veja nesta mudança uma ofensiva que tem a ver com a própria imagem do RSI. Anabela, a mulher que agora toma a palavra, já ouviu tantas vezes dizer: "Vou deixar de trabalhar e viver do RSI!" E a todos responde: "Fazemos uma coisa prática! Você vem para minha casa e fica com o meu RSI e eu vou para sua casa e fico com o seu emprego!"
Fátima propõe: "Acho que devíamos ir todos à Assembleia da República." E Anabela atiça: "Temos de nos unir. As pessoas têm de ver que estamos a lutar para ter condições. Muita gente recebe RSI e tem vergonha, mete-se dentro de casa. Nós temos de sair de casa, senão nunca vamos mostrar que estamos no RSI porque não temos emprego. Estou no RSI há três anos. Toda a vida trabalhei!"
Fátima, cabelos brancos, penteados para trás, toma a palavra. Tem 62 anos, fibromialgia, osteoporose; e um filho bipolar. Recebia 189,52 euros e o filho outros 189,52. Este mês, lá em casa, entram 322,18 euros em vez de 379,04 de RSI. É que, com a nova lei, o rapaz tem de ficar colado à mãe, já que não tem autonomia financeira e vive com ela. E os adultos, que até agora tinham direito a 189,52 euros como o titular do processo, passam a receber 132.
O decreto-lei que harmoniza as condições de acesso toma por referência o complemento solidário para idosos, a mais recente prestação social de combate à pobreza. E isso tem implicações no conceito de agregado, nos rendimentos considerados e na definição de uma capitação entre as estipuladas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Processos vão ser revistos
Agora, conta tudo. Inclusive a casa que serve de morada à família, uma bolsa de estudo atribuída a um filho menor ou um apoio em espécie, como a habitação social. E, no RSI, terminam o subsídio de gravidez, o subsídio para o primeiro ano de vida, a majoração a partir do terceiro filho. Amanhã, os serviços de Norte a Sul começam a rever os processos.
A mulher ergue a voz: "Já devo 300 euros na mercearia. Já vendi tudo o que havia de bom em casa. Pedir emprego tenho pedido, mas quem me dá? Peço um emprego de telefonista e dizem-me que 38 anos é o limite e que é preciso carta de condução. Uma carta para telefonar?" Pior será em Janeiro. Como foi aprovado a um ano, até lá Fátima ainda receberá 89 euros por mês de apoio complementar para medicação. Depois, não o poderá renovar.
Está revoltada: "Diminuem os apoios e aumentam a luz, tudo. Como é que se pode pagar o que se deve se não se tem onde ir buscar." Sandra, uma rapariga morena, de cabelos compridos, castanhos, também não sabe: "Gasto 90 euros por mês na farmácia com o meu filho epiléptico e com a minha filha asmática."
De repente, as vozes atropelam-se nesta sala assombrada por doenças. Cidália Queirós, directora da QPI, propõe: "Vamos escrever a história de cada um e mandar para o primeiro-ministro." E Sandra interrompe-a: "Mas é para o José Sócrates, não é para o Paulo Portas [líder do PP]. Esse é contra o RSI." As vozes tornam a atropelar-se e a socióloga tenta repor a ordem: "O que acho é que cada um deve explicar a sua situação de forma muito clara."
A estigmatização
Alguns estão a esforçar-se para (re) entrar num mercado de trabalho que sentem repeli-los, sobretudo em distritos como o Porto, onde a desindustrialização dói. Joaquina, uma mulher elegante de 37 anos, oferece-se como exemplo. Começou a trabalhar aos 15 anos em fábricas que já fecharam. "Sou beneficiária de RSI há cinco anos. Tenho vergonha. Muita gente pensa que por ser beneficiária de RSI sou malandra, mal-educada, porca."
Faz em adulta o que a vida não lhe permitiu fazer quando era menor. Tem aproveitado para se escolarizar, para se profissionalizar. Fez um curso de técnicas de instalação de hardware que lhe deu equivalência ao 9.º ano e está a fazer um curso de instalação e reparação de redes que lhe dará equivalência ao 12.º. "Estou a lutar, mas é difícil quando me querem tirar o tapete!"
Vive com a filha de 15 anos e com o filho de cinco. Recebe 379 euros de RSI, 86 de abono, 250 de apoio complementar para a renda. O apoio complementar esgotou em cinco meses e o caso deveria transitar para a Acção Social, destinado a apoiar toda a população carenciada. A QPI, a fiadora, já pagou a renda deste mês, porque a Segurança Social não respondeu. Dizem-lhe que não há dinheiro. Dizem-lhe que vá para um dos albergues, já cheios de sem-abrigo. "Como é que pode haver inserção sem habitação digna?", questiona Cidália Queirós.
Não foi a única. Outros ouviram igual recomendação. José recebia 200 euros para pagar a habitação que ocupa com a filha de 12 anos. Já acabou o apoio complementar e da acção social nada. "A solução, da segurança social, é a rua ou o albergue." Apesar dos seus 38 anos, não sabe ler nem escrever: está há dois anos na alfabetização. Como sobreviver com 279 euros de RSI e 43 de abono?
"Como faço sem o apoio?"
Helena, uma mulher loura, pálida, revolve-se na cadeira: "Tenho dois filhos, recebo 421 euros de RSI e pago 300 de renda. Como faço sem o apoio complementar de 250? Monto uma tenda à frente da câmara." Não falta aqui quem, como ela, pense que a saída é a habitação social. Só que a lista de espera vai longa em câmaras como a do Porto. Quanto tempo aguentará? "O tempo que for preciso até resolverem a minha situação. Não vamos para um albergue!"
Os casos dramáticos sucedem-se. Não só aqui dentro. Lá fora. No distrito, desponta um movimento, ainda um tanto clandestino, de auto-intituladas "assistentes sociais que realmente se importam". Em diversas partes, técnicas recolhem os casos mais críticos para remeter à Segurança Social. Afligem-se com os beneficiários, mas também temem pela sua segurança.
Não há aqui dentro quem não veja nesta mudança uma ofensiva que tem a ver com a própria imagem do RSI. Anabela, a mulher que agora toma a palavra, já ouviu tantas vezes dizer: "Vou deixar de trabalhar e viver do RSI!" E a todos responde: "Fazemos uma coisa prática! Você vem para minha casa e fica com o meu RSI e eu vou para sua casa e fico com o seu emprego!"
Fátima propõe: "Acho que devíamos ir todos à Assembleia da República." E Anabela atiça: "Temos de nos unir. As pessoas têm de ver que estamos a lutar para ter condições. Muita gente recebe RSI e tem vergonha, mete-se dentro de casa. Nós temos de sair de casa, senão nunca vamos mostrar que estamos no RSI porque não temos emprego. Estou no RSI há três anos. Toda a vida trabalhei!"
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segunda-feira, 2 de agosto de 2010
AR avalia dar emprego a vítimas de violência doméstica
Projecto de lei que estabelece emprego para vítimas de violência doméstica pode ir a votação final no Parlamento já em Setembro.
O Parlamento está a avaliar um projecto de lei que estabelece quotas de emprego público para vítimas de violência doméstica, que pode vir a ser votado já em Setembro. A iniciativa pretende abranger vítimas de violência doméstica "que se desloquem para fora da sua área residencial, como forma de evitar a sujeição a essa violência e que não exerçam qualquer actividade laboral", numa proposta da autoria de Os Verdes.
O projecto já passou pela comissão da especialidade e aguarda agora a votação final global em plenário. Ao contrário do CDS, que considera a medida um "exagero", PS, Bloco e PCP estão disponíveis a discutir o assunto no início da próxima sessão legislativa.
Como explicou a líder de Os Verdes, Heloísa Apolónia, ao DN, o projecto propõe que em "todos os concursos externos de ingresso na função pública, em que o número de lugares postos a concurso seja igual ou superior a cinco, um dos lugares seja fixado para ser preenchido por uma vítima de violência doméstica".
Quem não rejeita à partida a ideia é Maria Manuela Augusto, deputada do PS na subcomissão de Igualdade, que considera que "ainda há muito a fazer", apesar de "todas as lacunas e falhas que a Lei 112/09 - que estabelece o Estatuto da Vítima - ajudou a colmatar". Quanto ao projecto das "quotas no emprego", a socialista defende que este terá espaço para ser debatido após a saída de um relatório sobre a Lei 112/09. Ou seja: em Setembro.
O deputado do PSD na mesma subcomissão, Mendes Bota, não vê "grande inconveniente que possa haver discriminação positiva para as vítimas de violência doméstica", embora alerte que, "neste momento, a função pública está em fase de redução de efectivos".
Também o Bloco de Esquerda , pela deputada Helena Pinto, garantiu estar "disponível para fazer a discussão em torno das quotas de emprego". Ao que o DN apurou, o PCP deve votar ao lado de Os Verdes nesta matéria e tem igualmente à espera de votação várias propostas sobre o assunto.
Já a deputada do CDS, Teresa Caeiro, considera um "exagero" que se criem quotas de emprego para vítimas de violência doméstica. Embora compreenda a "bondade da ideia", defende que "se devem criar mecanismos para que as mulheres estejam mais protegidas e para que não sejam estas a abandonar a habitação".
O projecto já passou pela comissão da especialidade e aguarda agora a votação final global em plenário. Ao contrário do CDS, que considera a medida um "exagero", PS, Bloco e PCP estão disponíveis a discutir o assunto no início da próxima sessão legislativa.
Como explicou a líder de Os Verdes, Heloísa Apolónia, ao DN, o projecto propõe que em "todos os concursos externos de ingresso na função pública, em que o número de lugares postos a concurso seja igual ou superior a cinco, um dos lugares seja fixado para ser preenchido por uma vítima de violência doméstica".
Quem não rejeita à partida a ideia é Maria Manuela Augusto, deputada do PS na subcomissão de Igualdade, que considera que "ainda há muito a fazer", apesar de "todas as lacunas e falhas que a Lei 112/09 - que estabelece o Estatuto da Vítima - ajudou a colmatar". Quanto ao projecto das "quotas no emprego", a socialista defende que este terá espaço para ser debatido após a saída de um relatório sobre a Lei 112/09. Ou seja: em Setembro.
O deputado do PSD na mesma subcomissão, Mendes Bota, não vê "grande inconveniente que possa haver discriminação positiva para as vítimas de violência doméstica", embora alerte que, "neste momento, a função pública está em fase de redução de efectivos".
Também o Bloco de Esquerda , pela deputada Helena Pinto, garantiu estar "disponível para fazer a discussão em torno das quotas de emprego". Ao que o DN apurou, o PCP deve votar ao lado de Os Verdes nesta matéria e tem igualmente à espera de votação várias propostas sobre o assunto.
Já a deputada do CDS, Teresa Caeiro, considera um "exagero" que se criem quotas de emprego para vítimas de violência doméstica. Embora compreenda a "bondade da ideia", defende que "se devem criar mecanismos para que as mulheres estejam mais protegidas e para que não sejam estas a abandonar a habitação".
Oferta de Emprego
- Aviso n.º 15306/2010. D.R. n.º 148, Série II de 2010-08-02
Município de Ferreira do ZêzereAbertura de procedimento concursal comum para contratação por tempo indeterminado de um posto de trabalho na carreira de técnico superior (serviço social)
A ARTE DE HUMANIZAR ESPAÇOS DE SAÚDE E INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO |
A Acção de Formação "A ARTE DE HUMANIZAR ESPAÇOS DE SAÚDE E INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO", é realizada através de uma parceria entre o ISLA-Lisboa e a Associação Internacional de Terapias Expressivas – Vivenciarte e terá lugar no dia 18 de Setembro de 2010. Mais informações Aqui
"As actividades e as metodologias expressivas, como o teatro, a dança, os jogos, a música e as artes plásticas são fortes catalisadores da criatividade, motivação e bem-estar humano. Esta acção de formação visa dotar os formandos de conhecimentos teórico-práticos que permitam uma planificação e desenvolvimento efectivo de actividades expressivas com populações institucionalizadas, hospitalizadas, acamadas e com limitações em lares de terceira idade, lares de crianças, instituições prisionais, clínicas, hospitais, abrigos, entre outras, a fim de humanizar os atendimentos e espaços de atendimento."
domingo, 1 de agosto de 2010
Maria não quer ir parar ao albergue com prostitutas, toxicodependentes, alcoólicos
Ela refugiou-se numa casa- abrigo com as duas crianças. Ele descobriu-os, apareceu de pistola na mão. E ela fugiu para outra casa-abrigo. Não se adaptou; era uma criatura de cidade forçada a recomeçar no campo. E tornou a mudar-se. E conquistou uma autonomia precária. "Tinha muito medo de andar na rua. Não acreditava em mim como ser humano."
Saiu com 500 euros de bolsa e 48 de Rendimento Social de Inserção (RSI). Findo o curso de Geriatria, passou a receber 525 - RSI e apoio complementar para renda de casa. Tudo se altera agora. "A assistente social disse que ia baixar." Um adulto com duas crianças recebe, no máximo, 379,04 euros de RSI. "Não sei como vou pagar a renda de 300 euros."
Falta-lhe retaguarda familiar. E tem duas crianças - uma de 11 e outra de nove anos. E o ex-companheiro partiu-lhe grande parte dos dentes. Os poucos que lhe restam estão rachados. "Não consigo trabalho porque não tenho dentes. Pedi ajuda à assistente social e ela disse-me que o Estado está a cortar tudo."
O namorado ajuda, mas horroriza-a tornar a ficar dependente de um homem. Tivera o filho mais velho havia um mês quando o ex-companheiro lhe bateu. Ela responsabilizou a avó, que se metia. Mas tudo piorou quando ficaram sozinhos, numa casita, numa quinta que os empregou. "Bebia muito. O pequeno-almoço dele era uma cerveja e um pastel de nata."
Tantas vezes foi ameaçada com facas, pistolas, machados. "Eu apresentei queixa várias vezes. Tirava, porque ele dizia: "Não és minha, não és de ninguém. Mato-te, mato os teus filhos e mato-me." Uma vez, eu disse que não queria saber dele e ele apertou-me o pescoço, deu-me com a cabeça na parede, e disse ao meu filho: "É assim que se tratam as mulheres!""
Viu a mãe matar-se. Ficou com a avó. Um vizinho violou-a aos 12 e ela ordenou-lhe que lhe exigisse cinco contos - o que cobrava uma prostituta. E Maria teve de voltar atrás e de pedir o dinheiro para entregar à avó. Ao perceber o que acontecera, uma tia alertou a polícia. O homem foi para a cadeia e Maria para um lar. Só que a protecção termina aos 18, a não ser que se peça um prolongamento. E ela regressou à avó. E conheceu o ex-companheiro.
Só ganhou coragem para fugir ao vê-lo bater na filha com um ferro. Esteve numa pensão. Esteve nuns tios. Trabalhava num restaurante. Tinha relações sexuais com dois homens em troca de uns trocos para sustentar a família. O ex-companheiro já a descobrira na pensão. Descobriu-a ali. Um dia, ela explodiu, bateu no filho. Só então alguém decidiu ajudá-la.
Sentia-se destruída: "Ele dizia-me: "Tu não prestas para nada. Tu és pior do que as cadelas que andam na rua. Tu és um zero à esquerda."" Pouco a pouco, recuperou: "Hoje tenho os meus filhos, o meu cantinho, um namorado que me diz: "Tens de ser amada e respeitada.""
Decorreram quatro anos desde que saiu de casa. Só em Outubro do ano passado sossegou. Agora, desassossegou. "A assistente social já disse: "Ou consegue uma casa por menos ou tem de ir para um albergue. Um sítio onde cai tudo - prostitutas, toxicodependentes, alcoólicos." Outra vez?!"
Saiu com 500 euros de bolsa e 48 de Rendimento Social de Inserção (RSI). Findo o curso de Geriatria, passou a receber 525 - RSI e apoio complementar para renda de casa. Tudo se altera agora. "A assistente social disse que ia baixar." Um adulto com duas crianças recebe, no máximo, 379,04 euros de RSI. "Não sei como vou pagar a renda de 300 euros."
Falta-lhe retaguarda familiar. E tem duas crianças - uma de 11 e outra de nove anos. E o ex-companheiro partiu-lhe grande parte dos dentes. Os poucos que lhe restam estão rachados. "Não consigo trabalho porque não tenho dentes. Pedi ajuda à assistente social e ela disse-me que o Estado está a cortar tudo."
O namorado ajuda, mas horroriza-a tornar a ficar dependente de um homem. Tivera o filho mais velho havia um mês quando o ex-companheiro lhe bateu. Ela responsabilizou a avó, que se metia. Mas tudo piorou quando ficaram sozinhos, numa casita, numa quinta que os empregou. "Bebia muito. O pequeno-almoço dele era uma cerveja e um pastel de nata."
Tantas vezes foi ameaçada com facas, pistolas, machados. "Eu apresentei queixa várias vezes. Tirava, porque ele dizia: "Não és minha, não és de ninguém. Mato-te, mato os teus filhos e mato-me." Uma vez, eu disse que não queria saber dele e ele apertou-me o pescoço, deu-me com a cabeça na parede, e disse ao meu filho: "É assim que se tratam as mulheres!""
Viu a mãe matar-se. Ficou com a avó. Um vizinho violou-a aos 12 e ela ordenou-lhe que lhe exigisse cinco contos - o que cobrava uma prostituta. E Maria teve de voltar atrás e de pedir o dinheiro para entregar à avó. Ao perceber o que acontecera, uma tia alertou a polícia. O homem foi para a cadeia e Maria para um lar. Só que a protecção termina aos 18, a não ser que se peça um prolongamento. E ela regressou à avó. E conheceu o ex-companheiro.
Só ganhou coragem para fugir ao vê-lo bater na filha com um ferro. Esteve numa pensão. Esteve nuns tios. Trabalhava num restaurante. Tinha relações sexuais com dois homens em troca de uns trocos para sustentar a família. O ex-companheiro já a descobrira na pensão. Descobriu-a ali. Um dia, ela explodiu, bateu no filho. Só então alguém decidiu ajudá-la.
Sentia-se destruída: "Ele dizia-me: "Tu não prestas para nada. Tu és pior do que as cadelas que andam na rua. Tu és um zero à esquerda."" Pouco a pouco, recuperou: "Hoje tenho os meus filhos, o meu cantinho, um namorado que me diz: "Tens de ser amada e respeitada.""
Decorreram quatro anos desde que saiu de casa. Só em Outubro do ano passado sossegou. Agora, desassossegou. "A assistente social já disse: "Ou consegue uma casa por menos ou tem de ir para um albergue. Um sítio onde cai tudo - prostitutas, toxicodependentes, alcoólicos." Outra vez?!"
| O porto de abrigo do Muro | | |
| Edição 280 |
| Publicado por Isabel Moreira Pereira |
| Domingo, 01 Agosto 2010 14:22 |
A Muro de Abrigo é uma associação de Solidariedade Social que apoia idosos e várias famílias carenciadas do concelho. Com o licenciamento da nova sede em andamento, Fátima Silva, mentora do projecto, garantiu continuar "a trabalhar e a preencher lacunas sociais". "Acção Social para todos" é o lema da Muro de Abrigo, que nasceu na freguesia do Muro para prestar apoio aos idosos e a todas as famílias fragilizadas da região. A funcionar neste momento estão as valências de Centro de Convívio para 30 idosos, o apoio domiciliário, com uma equipa para dar apoio a várias famílias, e ainda o Gabinete de atendimento aos beneficiários de Rendimento Social de Inserção das freguesias de Guidões, Alvarelhos e Muro, fazendo parte do Núcleo Local de Inserção. Jogar às cartas, fazer ginástica, pintar, cantar, escrever, ler e contar são algumas das actividades desenvolvidas pelos utentes deste espaço que nasceu há mais de quatro anos. Fátima Silva, presidente da associação, dá "mimos e atenção" aos mais idosos e em troca garante que recebe muito mais: "Aqui mostram o que sabem e nós aprendemos sempre muito também e eles próprios começam também a perceber que valem muito, porque têm muito dentro deles. Por exemplo, alguns nunca tinham andado na escola, nem sequer sabiam escrever o nome". Os idosos acabam desta forma por "desenvolver novas capacidades", uma vez que muitos estavam apenas habituados à vida no campo. Mas a Muro de Abrigo serve ainda de refúgio para outras pessoas da terra, como é o caso dos projectos de reinserção social. "O que se pretende é que as pessoas que vivem numa situação de precariedade económica e desinserção profissional e social, tenham uma orientação de forma a que consigam autonomizar-se desse subsídio que é atribuído e que consigam organizar a sua vida", explicou Ana Isabel Araújo, Assistente Social. Mas com todos estes projectos em desenvolvimento, o actual espaço da Muro de Abrigo começa já a ser escasso. Depois de verem um terreno ser cedido pela Junta de Freguesia, a associação tem "o projecto da nova sede pronto e em fase de licenciamento", tendo já sido aprovado pela Segurança Social e outros organismos, em todas as especialidades. "Se conseguirmos realizar o nosso sonho da construção do novo edifício, óptimo, enquanto isso continuamos a trabalhar e a preencher lacunas sociais", frisou Fátima Silva. Este é um projecto que vai albergar 30 pessoas em regime de internamento, 30 pessoas em apoio domiciliário, 10 pessoas em regime de Centro de Dia e 30 pessoas em regime de Centro de Convívio, havendo também a possibilidade de inclusão de um serviço específico para pessoas com Alzheimer. Para fazer parte deste grupo e ajudar aqueles que mais precisam pode tornar-se sócio, pagando uma cota no valor de 2,50 euros por mês. |
Desemprego cai do máximo histórico
A taxa de desemprego em Portugal recuou para 10,8% em Junho, depois de, no mês anterior, ter atingido um máximo histórico de 10,9%. É a primeira descida desde Novembro de 2009, de acordo com os dados do Eurostat publicados ontem.
Apesar disso, Portugal tem ainda a quarta maior taxa de desemprego da União Europeia - as campeãs são a Espanha e a Letónia (20%); a Áustria (3,9%) é o país onde a taxa de desemprego é mais baixa. No conjunto da Zona Euro, a taxa de desemprego é de 10%, ou seja 15,771 milhões de homens e mulheres estão sem trabalho, mais 788 mil que há um ano.
Preocupante são os níveis de desemprego entre os jovens: 21,5% em Portugal, contra 19,6% da média da Zona Euro. Mas, para o secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, a inversão da tendência "é uma boa notícia e dá bons sinais ao País", mesmo que "ainda continuemos com taxas de desemprego elevadas".
Consultar aqui
Preocupante são os níveis de desemprego entre os jovens: 21,5% em Portugal, contra 19,6% da média da Zona Euro. Mas, para o secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, a inversão da tendência "é uma boa notícia e dá bons sinais ao País", mesmo que "ainda continuemos com taxas de desemprego elevadas".
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sábado, 31 de julho de 2010
Candidaturas a estágios profissionais suspensas para revisão
O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) vai manter suspensas até meados de Agosto as candidaturas a estágios profissionais, justificando a medida com a necessidade de “uma reflexão”. O presidente do Instituto, Francisco Madelino, alega que o objectivo é reduzir a duração dos estágios de 12 para nove meses e “envolver mais pessoas com o mesmo dinheiro”, negando que esteja em marcha um corte orçamental.
A notícia de que o Governo se estaria a preparar para cortar nos apoios aos estágios profissionais foi avançada na quarta-feira pelo Jornal de Negócios. De acordo com o diário, ao reduzir a duração dos estágios de 12 para nove meses, o IEFP estaria em condições de obter uma poupança de 25 por cento por estagiário. À saída de uma reunião da concertação social, a ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Helena André, remetia ontem para o Instituto todas as explicações sobre o programa de estágios, limitando-se a dizer que não se tratava de "uma proposta do Governo". Em simultâneo, o vice-presidente do PSD Marco António Costa acusava o Executivo socialista de estar a "destruir e desmantelar" o Estado social "de uma forma sub-reptícia e pela calada": "O PS, que passa a vida a gabar-se de ser o partido do Estado social, aquilo que tem feito, na prática, é destruir as boas iniciativas, que têm até merecido a colaboração e o apoio do PSD na área do Estado social, como seja o caso destes estágios profissionais".
O presidente do IEFP vem agora garantir que há dinheiro para os estágios remunerados, embora confirme que está em análise a redução de 12 para nove meses. À Antena 1, Francisco Madelino frisou que "não há aqui qualquer objectivo de corte orçamental", por "uma razão" que disse ser "óbvia": "Compete ao Conselho de Administração aprovar o orçamento do IEFP. No Conselho de Administração têm assento os parceiros sociais e não foi feita nenhuma proposta de redução orçamental".
"Aproveitou-se a altura de Verão" Questionado pela rádio pública sobre eventuais cortes no orçamento para os estágios, o responsável pelo IEFP recordou que o organismo "tem orçamentados, para 2010, 183 milhões de euros" a aplicar em "estágios envolvendo 54.566 jovens". Francisco Madelino assinala mesmo que se trata do "maior envolvimento de sempre" no que toca a estágios profissionais em Portugal.
Para a suspensão das candidaturas, argumentou Madelino, "aproveitou-se a altura de Verão": "Os meses de Julho e Agosto são os meses em que entram menos estágios. E o IEFP decidiu suspender o programa porque estava a fazer esta reflexão e devia fazer a reflexão com os parceiros, mas assumindo o IEFP o compromisso de que até dia 15 de Agosto reabre as candidaturas ao programa de estágios".
O Instituto de Emprego e Formação Profissional já veio, entretanto, corrigir a data para a reabertura do processo de candidaturas, de 15 para 16 de Agosto.
"Mais pessoas com o mesmo dinheiro" Em declarações à agência Lusa, o presidente do IEFP alegou que o objectivo da redução dos estágios de 12 para nove meses "é envolver mais pessoas com o mesmo dinheiro". Francisco Madelino lembrou que o alargamento a 12 meses se encontra em vigor há apenas quatro meses. A suspensão, que remonta a 30 de Junho, visa uma "avaliação do programa" e a "análise de candidaturas pendentes".
A proposta de revisão do período dos estágios, adiantou o responsável à Lusa, foi lançada para a mesa de uma "reunião normal em Conselho de Administração". E foi o conselho directivo do IEFP que, por iniciativa própria, entendeu analisar o programa para, em seguida, submeter uma proposta ao Governo.
Até ao final de Junho, segundo os números do IEFP, o programa de estágios profissionais abrangia 25.274 jovens e comportava uma taxa de inserção no mercado de trabalho de 78 por cento. "Em 2010 temos o objectivo de envolver 45 mil pessoas, em 2009 foram abrangidos 31 mil jovens. Para compararmos, podemos ir ao ano de 2003 e 2004, onde os valores médios rondavam os 15 mil. Isto traduz o esforço que temos vindo a fazer", insistiu Francisco Madelino.
Consultar aqui
Regras do subsídio social de desemprego apertam na segunda-feira
De acordo com os dados da Segurança Social, em Junho, o subsídio social de desemprego (inicial e subsequente) chegava a 109.469 beneficiários, mais 8 por cento do que em igual mês de 2009.
A prestação destina-se a desempregados que não descontaram o suficiente para ter direito ao subsídio de desemprego e a beneficiários que atingiram o prazo limite deste último subsídio sem conseguir novo emprego.
Depois de ter sido terminada, no mês passado, a medida anti-crise de prolongamento por seis meses do subsídio social de desemprego, o Governo volta assim a mexer novamente nesta prestação, desta vez para tornar as suas regras de atribuição mais rigorosas.
A nova lei de condição de recursos alarga os rendimentos a considerar para a atribuição e manutenção das prestações de natureza não contributiva, entre as quais o Subsídio Social de Desemprego, mas também as prestações por encargos familiares, rendimento social de inserção e subsídios sociais no âmbito da parentalidade.
Além dos salários, passam assim a ser contabilizados outros rendimentos do agregado familiar, tais como os rendimentos de capitais e prediais, as pensões, as prestações sociais, os apoios à habitação com carácter de regularidade e as bolsas de estudo e formação.
O conceito de agregado familiar é ele próprio também alterado com a nova legislação, passando a ser consideradas todas as pessoas que vivam em comum com o beneficiário, incluindo parentes e afins maiores «em linha recta e em linha colateral até ao terceiro grau».
A medida, que faz parte do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), deverá gerar uma poupança na ordem dos 90 milhões de euros já este ano e dos 199 milhões de euros em 2011, segundo os dados avançados pelo Ministério do Trabalho.
Lusa / SOL
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Oferta de Emprego
Descrição
A Adecco Recursos Humanos encontra-se neste momento a recrutar para empresa sua cliente, ligada à área da saúde, profissionais com o seguinte perfil:
Requisitos
- Formação Superior;
- Experiência na área;
- Responsável;
- Dinâmico (a);
- Residência na zona (factor preferencial);
- Disponibilidade total e imediata.
Os interessados deverão enviar o seu CV para braga@adecco.com ou entrar em contacto através do 253202680.
Os candidatos validados serão contactados no prazo máximo de 15 dias.
Actualizado em: 29 de Julho de 2010
Oferta de Emprego
Empresa: Consultar Data Publicação: 28-07-2010 Número de visualizações: 434 ID: 19750 Créditos a Debitar: 12
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Oferta de Emprego
Associação Aldeias SOS recruta Técnico de Amnimação Sociocultural para Lar de Idosos (Centro Social Arco Íris)- Concelho de Cascais
Requisitos:
Licenciatura em Animação Sociocultural
Interesse/ aptidão para trabalhar com idosos em lar residencial
Formação complementar/ experiência em actividades psicomotoras (condição preferencial)
Oferece-se:
Vencimento compatível
Regime:
Full-time
Os interessados deverão enviar o CV para o e-mail: pedagogico@aldeias-sos.org
Requisitos:
Licenciatura em Animação Sociocultural
Interesse/ aptidão para trabalhar com idosos em lar residencial
Formação complementar/ experiência em actividades psicomotoras (condição preferencial)
Oferece-se:
Vencimento compatível
Regime:
Full-time
Os interessados deverão enviar o CV para o e-mail: pedagogico@aldeias-sos.org
Workshop "O Dinamismo na Procura de Emprego" - Figueiró dos Vinhos, dia 6 de Agosto
Para conhecimento e divulgação, remeto, em anexo, folheto do Workshop "O Dinamismo na Procura de Emprego", a realizar no próximo dia 6 de Agosto (parte da Manhã), na Casa Municipal da Juventude, sita na Rua Major Neutel de Abreu, n.º 41, organizado pelo Projecto "Figueiró Solidário", no âmbito do Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social.
Programa
9h Recepção aos Participantes
9h30m Início do Workshop “Estratégias de
Procura de Emprego”
• Modulo I - Conhecer-se a si próprio:
Características pessoais, interesses, conhecimentos,
competências e motivação.
• Modulo II - A motivação: a importância da
aquisição de um comportamento dinâmico e
persistente.
11h Intervalo
11h15m Continuação do Workshop
• Modulo III - Estratégias de Procura de Emprego:
anúncios de emprego, candidaturas espontâneas,
como elaborar um Curriculum Vitae e
simulação de entrevista de emprego.
• Modulo IV - Oferta de Emprego e Formação
Profissional
13h Conclusão do Workshop e distribuição
dos Certificados de Presença.
9h Recepção aos Participantes
9h30m Início do Workshop “Estratégias de
Procura de Emprego”
• Modulo I - Conhecer-se a si próprio:
Características pessoais, interesses, conhecimentos,
competências e motivação.
• Modulo II - A motivação: a importância da
aquisição de um comportamento dinâmico e
persistente.
11h Intervalo
11h15m Continuação do Workshop
• Modulo III - Estratégias de Procura de Emprego:
anúncios de emprego, candidaturas espontâneas,
como elaborar um Curriculum Vitae e
simulação de entrevista de emprego.
• Modulo IV - Oferta de Emprego e Formação
Profissional
13h Conclusão do Workshop e distribuição
dos Certificados de Presença.
Oferta de Emprego
http://dre.pt/pdf2sdip/2010/07/146000000/408...
•Aviso n.º 15069/2010. D.R. n.º 146, Série II de 2010-07-29
Município de Oeiras
Procedimento concursal comum de recrutamento para ocupação de um posto de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para técnico superior na área de segurança social
•Aviso n.º 15069/2010. D.R. n.º 146, Série II de 2010-07-29
Município de Oeiras
Procedimento concursal comum de recrutamento para ocupação de um posto de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para técnico superior na área de segurança social
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Oferta de Emprego
A Kelly Services está a recrutar dois Monitores (m/f) para Instituição Social, em Lisboa.
Perfil:
- Habilitações Literárias ao nível do 12º ano;
- Formação e Experiência na área (preferencial);
- Forte sentido de Responsabilidade;
- Criatividade e dinamismo;
- Boa Capacidade de Comunicação;
- Disponibilidade imediata.
Funções:
- Acompanhamento e Apoio de Criança da respectiva Instituição.
Período de Trabalho: De 31 Julho de 2010 a 17 de Agosto de 2010 (substituição de férias).
Possibilidade de integração na empresa Cliente.
Horários: Das 8h00 às 16h00 ou das 16h00 às 00h00.
Se estiver interessado, por favor, submeta a sua Candidatura detalhada online.
Kelly Services - Gare do Oriente, Espaço F1 1990-233 Lisboa
Perfil:
- Habilitações Literárias ao nível do 12º ano;
- Formação e Experiência na área (preferencial);
- Forte sentido de Responsabilidade;
- Criatividade e dinamismo;
- Boa Capacidade de Comunicação;
- Disponibilidade imediata.
Funções:
- Acompanhamento e Apoio de Criança da respectiva Instituição.
Período de Trabalho: De 31 Julho de 2010 a 17 de Agosto de 2010 (substituição de férias).
Possibilidade de integração na empresa Cliente.
Horários: Das 8h00 às 16h00 ou das 16h00 às 00h00.
Se estiver interessado, por favor, submeta a sua Candidatura detalhada online.
Kelly Services - Gare do Oriente, Espaço F1 1990-233 Lisboa
terça-feira, 27 de julho de 2010
III Curso de Formação Parental
| Curso | III Curso de Formação Parental |
| Carga horária | 42h |
| Organização | Presencial |
| Objectivos gerais | - Fomentar o desenvolvimento de competências de intervenção e o questionamento da actuação profissional no âmbito da Formação Parental. |
| Destinatários | Profissionais e Estudantes que intervenham na área da formação parental, intervenção com famílias e áreas adjacentes; Psicólogos, Assistentes Sociais, Enfermeiros, Professores, Advogados, Juristas, Mediadores, Educadores Sociais, outros técnicos e estudantes com investigação/intervenção na área. |
| Metodologia | Metodologia expositiva, activa, vivencial, participativa e reflexiva. Discussão de casos, exposição teórica de conhecimentos e dinâmica de grupo. |
| Conteúdos programáticos | - Enquadramento histórico e conceptual da Formação Parental - Legislação - Os Direitos da Criança e Família - Intervenção com crianças e Jovens em perigo - A formação parental: Alguns conceitos - Família e Sociedade: rede social, ciclo vital, desenvolvimento emocional e factores de risco - Porquê intervir com pais? - Maus tratos - Vinculação e Relação precoce - Estilos educativos - Relação pais/filhos: atitudes, conflitos, regras e limites - Gestão doméstica: orçamento familiar, rotinas, regras e funções assumidas - Competências pessoais: auto-estima, assertividade, a relação com o outro - Estruturação de Sessões de Educação Parental - O papel do facilitador de Educação Parental - Noções gerais de planeamento - Implementação e avaliação de projectos e Educação Parental |
| Formadores | Dra. Helena Rama - Licenciada em Direito, Pós-Graduação em Protecção de Menores e Pós-Graduação em Direito da Medicina. Advogada, técnica de C.P.C.J., formadora da comissão nacional, protecção de crianças e jovens em risco. Dra. Inês Pinho - Licenciada em Psicologia e exerce funções de profissional de Reconhecimento e Validação de Competências. Dra. Marina Costa - Licenciada em Enfermagem Saúde Infantil e Pediatria com Pós-Graduação em Gestão, trabalha no serviço de Pediatria do Hospital Distrital da Figueira da Foz. |
| Preço | 385 euros In http://www.primetrainingcenter.com/# Datas previstas: Setembro |
Emprego
Lar de Crianças e Jovens Obra do Padre Gregório
A Obra Padre Gregório é uma I.P.S.S., com os seus Estatutos publicados no Diário da República nº 241-III Série, de 20 de Outubro de 1981, que nasceu fruto do coração generoso e afável do Revdmo. Senhor Padre Gregório Verdonk, Missionário Holandês da Congregação dos Sagrados Corações. Condoído com as situações extremas de abandono e miséria moral e material, com que era quase diariamente confrontado, sentiu-se impelido a recolher e proteger as crianças vítimas principais e mais indefesas de todas as tragédias familiares e sociais. Assim começou a sua Obra, particularmente vocacionada para as crianças e jovens do sexo feminino.
Actualmente acolhe 29 crianças e jovens que vivem em regime de internato, em Chão de Meninos – Sintra, com idades compreendidas entre os 3 e os 18 anos, num ambiente o mais familiar possível.
Divulgado por um leitor:
"Oferta de Emprego"
1 comentário - Show Original Post
Lila* disse...- http://www.cienciavivasintra.pt/inclusiva7.html
Ontem ligaram me desta instituição em Sintra...mas como eu ja tenho emprego:)
Boa sorte*
27 de julho de 2010 15:37Obrigada Colega.
Oferta de Emprego
64 Puestos de Trabajo
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Desde el municipio de Trabanca se ofrecen 64 puestos de trabajo para profesionales de distintas ramas. Trabaja en un municipio del Parque Natural Arribes del Duero, en un entorno propicio para el desarrollo profesional, en un ambiente joven y dinámico.
Para acceder al puesto se ha de rellenar obligatoriamente la instancia on-line correspondiente al puesto de trabajo. Quedarán excluidos del proceso selectivo tadas aquellas personas que no rellenen la instancia on-line, no se aceptarán currículums a través de otros medias, ya sea, mail, carta postal o presencialmente
Plazo máximo hasta el 31 de Julio de 2010.
Se pueden consultar los requisitos generales y específicos para cada puesto en el siguiente enlace [Requisitos]
| Experto en: | Nº de Puestos | |||
| Administrativo | 2 | [Rellenar Instancia] | ||
| Administración y Dirección de Empresas | 6 | [Rellenar Instancia] | ||
| Ciencias Ambientales | 4 | [Rellenar Instancia] | ||
| Desarrollo Local y Desarrollo Rural | 4 | [Rellenar Instancia] | ||
| Diseño Gráfico y Publicidad | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Educación Infantil | 2 | [Rellenar Instancia] | ||
| Fondos Europeos | 3 | [Rellenar Instancia] | ||
| Igualdad de Oportunidades | 3 | [Rellenar Instancia] | ||
| Marketing y Comunicación | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Orientación Laboral | 12 | [Rellenar Instancia] | ||
| Sociología | 3 | [Rellenar Instancia] | ||
| Psicología | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Turismo | 4 | [Rellenar Instancia] | ||
| Trabajo Social | 4 | [Rellenar Instancia] | ||
| Traducción Portugués y Inglés | 2 | [Rellenar Instancia] | ||
| Derecho | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Veterinaria | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Ingeniería Agrónoma | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Ingeniería Informática | 2 | [Rellenar Instancia] | ||
| Ingeniería Montes | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Ingeniería Técnica Agrícola | 1 | [Rellenar Instancia] | ||
| Técnico Superior en Educación Deportiva | 2 | [Rellenar Instancia] | ||
| Monitor Sociocultural | 1 | [Rellenar Instancia] |
Oferta de Emprego
Recrutamos para N/ Cliente:
Educador(a) Social
Perfil pretendido:
- Licenciatura em áreas sociais (Educação Social, Psicologia, Sociologia, Serviço Social);
- Experiência profissional em funções similares;
- Boa capacidade de relacionamento interpessoal, dinamismo, polivalência;
- Disponibilidade para turnos rotativos e fins-de-semana;
- Disponibilidade imediata.
Condições oferecidas:
- Integração com Contrato de Trabalho Temporário (para períodos de substituição de férias);
- Vencimento base + Subsidio de alimentação + Subsidio de turno;
- Local: Lisboa ou Cascais.
Respostas para:
recrutamentonn@select.pt
(Ref. Educador Social para Lisboa)
Educador(a) Social
Perfil pretendido:
- Licenciatura em áreas sociais (Educação Social, Psicologia, Sociologia, Serviço Social);
- Experiência profissional em funções similares;
- Boa capacidade de relacionamento interpessoal, dinamismo, polivalência;
- Disponibilidade para turnos rotativos e fins-de-semana;
- Disponibilidade imediata.
Condições oferecidas:
- Integração com Contrato de Trabalho Temporário (para períodos de substituição de férias);
- Vencimento base + Subsidio de alimentação + Subsidio de turno;
- Local: Lisboa ou Cascais.
Respostas para:
recrutamentonn@select.pt
(Ref. Educador Social para Lisboa)
Oferta de Emprego
O Lar Abrigo vem por este meio solicitar uma animadora em regime part time e em sistema de prestação de serviços.
Horário e numero de horas a combinar.
Contacto geral.lra@gmail.com
Horário e numero de horas a combinar.
Contacto geral.lra@gmail.com
Curso de educação parental
«A Família continua a afirmar-se como um contexto determinante para o desenvolvimento das crianças e jovens. A Parentalidade assume, nos nossos dias, uma importância nunca antes atribuida e os direitos das crianças são exaltados. A Educação Parental, juntamente com outras medidas políticas, revela-se uma ferramenta significativa para a promoção das competências parentais. Este curso pretende assim contribuir para a implementação de novas acções nesta área de actuação. Objectivos: conhecer temáticas essenciais à Família e à Parentalidade Positiva;identificar as competências parentais indispensáveis ao saudável desenvolvimento das crianças e jovens;conhecer estratégias para a promoção de uma parentalidade positiva;desenvolver competências de intervenção com famílias;desenhar projectos de educação parental. » Datas: 15 de Outubro das 18h30 às 21h30 16 de Outubro das 10h às 13h; das 14h às 17h; 22 de Outubro das 18h30 às 21h30 23 de Outubro das 10h às 13h; das 14h às 17h; 29 de Outubro das 18h30 às 21h30 30 de Outubro das 10h às 13h; das 14h às 17h.
Mai informações AQUI.
Sabe se a sua cidade é amiga das pessoas idosas?
[Para a OMS uma cidade é “qualquer município identificável, com autoridade suficiente para implementar as mudanças necessárias para melhorar as condições que oferece aos idosos”]Organização Mundial de Saúde (OMS) identificou as características-chave para que uma cidade seja ”amiga do idoso” e preparou uma lista de verificação para cada uma das seguintes áreas:
- Prédios públicos e espaços abertos,
Transporte,
Habitação,
Participação social,
Respeito e inclusão social,
Participação cívica e emprego,
Comunicação e informação; e
Apoio comunitário e serviços de saúde.
A lista de verificação de características amigáveis aos idosos não é um sistema para comparar cidades. Na verdade, trata-se de uma ferramenta para uma cidade se auto-avaliar e um mapa onde possam ser anotados os progressos alcançados. Nenhuma cidade está tão atrasada para fazer melhorias significativas com base nesta lista. É possível ir além dela e existem cidades com características que vão além do indicado na lista. Essas boas práticas geram ideias que outras cidades podem adoptar.
Em Portugal, a Associação VIDA – Valorização Intergeracional e Desenvolvimento Activo deu inicio a um Projecto denominado cIDADES, que irá apresentar o conceito da OMS e aplicar a respectiva lista de verificação, a todos os municípios portugueses.
O Projecto, co-financiado pela Direcção Geral da Saúde e pela Fundação Calouste Gulbenkian, está aberto a todos os municípios, associações com interesse na população sénior, instituições académicas e pessoas interessadas em tornar as suas cidades mais amigas dos idosos.
A Associação VIDA convida todas as instituições ou pessoas a título individual, associarem-se a esta iniciativa.
Como Pode Participar?
Para além de outras actividades, os interessados nesta temática podem:- Participar no Workshop (2 dias), sobre este Tema: serão realizados 10 workshops em todo o país e seleccionadas 150 pessoas, que posteriormente irão dinamizar local e/ou regionalmente o Projecto;
- Colaborar na organização e dinamização de um dos 10 focus-group e 20 debates públicos, que irão ocorrer em diferentes zonas geográficas do norte, sul, litoral e interior do território continental e ilhas (Açores e Madeira).
Tem Dúvidas? P.f. consulte a nossa Lista de Perguntas Frequentes
Formulário de manifestação de interesse
Para mais informações contacte-nos, por email: vida@viver.org ou telefonicamente: 309992775, 934131140 ou 934 771 475- Saiba mais AQUI
- Veja o Guia da Cidade Amiga dos Idosos AQUI
Com os melhores cumprimentos,
Patrícia Grilo
(Técnica do Núcleo Distrital de Leiria da REAPN)
Núcleo Distrital de Leiria da REAPN
Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque, 107, 1.º Dto.
2400-194 Leiria
Tel: 244 837 228
Fax: 244 837 229
E-Mail: leiria@reapn.org
E-mail do Projecto "Mobiliza-te contra a Pobreza e a Exclusão Social!": aecpes.pinhalitoral@reapn.org
Internet: www.reapn.org
Blogue: http://flashrede.blogspot.com/
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Acção de Formação
Terapia Familiar e Comunitária
Acção de Formação
Núcleo Distrital: Leiria
Horário9.30h -12.30h I 14.00h - 17.00h
Datas
2, 3, 9 e 10 de Setembro de 2010
Inscrições devem ser realizadas até 6 de Agosto de 2010 para:
Núcleo Distrital de Leiria da REAPN
Rua Capitão Mouzinho de Albuquerque, 107, 1.º Dto.
2400-194 Leiria
Tel: 244 837 228 Fax: 244 837 229 E-mail: leiria@reapn.org
in http://www.reapn.org/eventos_visualizar.php?ID=136
Oferta de Emprego
O IEDP – Instituto de Educação e Desenvolvimento Profissional, está a recrutar para a sua delegação em LISBOA:
DOCENTE para Área Técnica de CURSO de ACOMPANHANTE de CRIANÇAS (CEF tipo II) e de TÉCNICO de APOIO à INFÂNCIA (CURSO PROFISSIONAL)
PERFIL DO CANDIDATO:
- Licenciatura em Animação Sociocultural ou Psicologia (factor preferencial)
- Detentor de CAP
- Experiência como formador/ docente (factor preferencial) de Cursos Profissionais e/ou Cursos CEF
REQUISITOS:
- Boa apresentação
- Responsável
- Dinâmico
- Facilidade em comunicar e argumentar
RECEPÇÃO DE CANDIDATURAS:
Se pretende aliar as suas competências a um Grupo que as valoriza registe o seu currículo em: http://www.iedp.pt/emprego/candidatura.php
ou envie o seu currículo para o seguinte endereço de e-mail: rh@iedp.pt
NOTA: Indicar no Assunto a refª IEDP-PROF-ATAnimPsi
DOCENTE para Área Técnica de CURSO de ACOMPANHANTE de CRIANÇAS (CEF tipo II) e de TÉCNICO de APOIO à INFÂNCIA (CURSO PROFISSIONAL)
PERFIL DO CANDIDATO:
- Licenciatura em Animação Sociocultural ou Psicologia (factor preferencial)
- Detentor de CAP
- Experiência como formador/ docente (factor preferencial) de Cursos Profissionais e/ou Cursos CEF
REQUISITOS:
- Boa apresentação
- Responsável
- Dinâmico
- Facilidade em comunicar e argumentar
RECEPÇÃO DE CANDIDATURAS:
Se pretende aliar as suas competências a um Grupo que as valoriza registe o seu currículo em: http://www.iedp.pt/emprego/candidatura.php
ou envie o seu currículo para o seguinte endereço de e-mail: rh@iedp.pt
NOTA: Indicar no Assunto a refª IEDP-PROF-ATAnimPsi
Oferta de Emprego
PROCURA-SE ANIMADOR SÓCIO CULTURAL PARA CASA DE REPOUSO.
DEVE SER LICENCIADO, RESIDIR NA ZONA DO CADAVAL, SER DINAMIZADOR E ACTIVO!
CONTACTAR PARA crnossocantinho@gmail.com.
DEVE SER LICENCIADO, RESIDIR NA ZONA DO CADAVAL, SER DINAMIZADOR E ACTIVO!
CONTACTAR PARA crnossocantinho@gmail.com.
Oferta de Emprego
A Pão e Paz - Associação de Solidariedade Social em Évora, procura para colaboração um(a) Assistente Social em part-time (3,5 h diárias)ou para Estágio Profissional.
Projecto para trabalhar com sem-abrigo e pessoas carenciadas.
Requisitos:
- Formação Superior em Serviço Social (Eliminatório);
- Disponibilidade imediata;
- Vocacionado(a) para projectos de Intervenção Social
- Residência em Évora (Preferencial)
Solicitamos envio de Curriculum Vitae para paoepaz@iol.pt
ATENÇÃO: Só serão consideradas as candidaturas enviadas para o e-mail indicado. Apenas os candidatos seleccionados serão contactados.
Projecto para trabalhar com sem-abrigo e pessoas carenciadas.
Requisitos:
- Formação Superior em Serviço Social (Eliminatório);
- Disponibilidade imediata;
- Vocacionado(a) para projectos de Intervenção Social
- Residência em Évora (Preferencial)
Solicitamos envio de Curriculum Vitae para paoepaz@iol.pt
ATENÇÃO: Só serão consideradas as candidaturas enviadas para o e-mail indicado. Apenas os candidatos seleccionados serão contactados.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Oferta de Emprego
Lar de 3ª Idade situado em Alcoitão/Cascais (perto do hospital novo) precisa de Responsável dos serviços gerais:
- Horário das 08:00 às 16:00
- Experiência, comprovada, de pelo menos 2 anos em serviços semelhantes;
- Pró-activa e com capacidade de liderança;
- Residente na linha de Sintra/Cascais.
Agradecemos contacto para o telefone 92 664 85 93 para marcação de entrevista (14h ás 18h)ou para o endereço de e-mail geral@solardospinheiros.pt
Obs.: Contacte, apenas, se preencher as condições acima referidas.
- Horário das 08:00 às 16:00
- Experiência, comprovada, de pelo menos 2 anos em serviços semelhantes;
- Pró-activa e com capacidade de liderança;
- Residente na linha de Sintra/Cascais.
Agradecemos contacto para o telefone 92 664 85 93 para marcação de entrevista (14h ás 18h)ou para o endereço de e-mail geral@solardospinheiros.pt
Obs.: Contacte, apenas, se preencher as condições acima referidas.
Estágio Profissional
Lar de Idosos admite animador (a) Sócio cultural para estágio profissional aprovado e com perspectiva de contratação.
Procuramos:
- Jovens com o curso de animação sócio cultural
- Desempregado ou à procura do 1º emprego
- Menos de 35 anos de idade
- Sentido de responsabilidade
- Dinamismo e criatividade
- Interesse em trabalhar em equipa
Agradecemos o envio do curriculum vitae para geral@oconforto.com
Procuramos:
- Jovens com o curso de animação sócio cultural
- Desempregado ou à procura do 1º emprego
- Menos de 35 anos de idade
- Sentido de responsabilidade
- Dinamismo e criatividade
- Interesse em trabalhar em equipa
Agradecemos o envio do curriculum vitae para geral@oconforto.com
Oferta de Emprego
http://dre.pt/pdf2sdip/2010/07/141000000/395...
•Aviso n.º 14507/2010. D.R. n.º 141, Série II de 2010-07-22
Ministério da Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Autoriza o procedimento concursal para o preenchimento de três postos de trabalho na carreira e categoria de técnico superior de serviço social, por despacho de 7 de Julho de 2010 da vogal do conselho directivo da ARSLVT
•Aviso n.º 14507/2010. D.R. n.º 141, Série II de 2010-07-22
Ministério da Saúde - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I. P.
Autoriza o procedimento concursal para o preenchimento de três postos de trabalho na carreira e categoria de técnico superior de serviço social, por despacho de 7 de Julho de 2010 da vogal do conselho directivo da ARSLVT
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Para rir...... e rir....
ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DO TRABALHO
1. INDUMENTÁRIA:
Informamos que o funcionário deverá trabalhar vestido de acordo com o seu salário.
Se o virmos calçado com uns ténis Adidas de 100 euros ou com uma bolsa Gucci de 150 euros, presumiremos que está muito bem de finanças e portanto, não precisa de aumento.
Se ele se vestir de forma pobre, será um sinal de que precisa aprender a controlar melhor o seu dinheiro para que possa comprar roupas melhores e portanto, não precisa de aumento.
E se ele se vestir no meio-termo, estará perfeito e portanto, não precisa de aumento.
2.AUSÊNCIA DEVIDO A DOENÇA:
Não vamos mais aceitar uma declaração do médico como prova de doença.
Se o funcionário tem condições para ir até ao consultório médico, também tem para vir trabalhar.
3. CIRURGIA:
As cirurgias são proibidas.
Enquanto o funcionário trabalhar nesta empresa, precisará de todos os seus órgãos, portanto não deve pensar em tirar nada.
Nós contratámo-lo inteiro.
Remover algo constitui quebra de contrato.
4. AUSÊNCIAS DEVIDO A MOTIVOS PESSOAIS:
Cada funcionário receberá 104 dias para assuntos pessoais, em cada ano.
Chamam-se Sábados e Domingos.
5. FÉRIAS:
Todos os funcionários têm direito a gozar ainda mais 11 dias de férias nos seguintes dias de cada ano:
1 de Janeiro
Dia de Páscoa
25 de Abril
1 de Maio
10 de Junho
15 de Agosto
5 de Outubro
1 de Novembro
1 de Dezembro.
8 de Dezembro.
25 de Dezembro
6. AUSÊNCIA DEVIDO AO FALECIMENTO DE ENTE QUERIDO:
Esta não é uma justificação para perder um dia de trabalho.
Não há nada que se possa fazer pelos amigos, parentes ou colegas de trabalho falecidos.
Todo o esforço deverá ser empenhado para que os não-funcionários cuidem dos detalhes. Nos casos raros, onde o envolvimento do funcionário é necessário, o enterro deverá ser marcado para o final da tarde.
Teremos prazer em permitir que o funcionário trabalhe durante o horário do almoço e daí sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia.
7. AUSÊNCIA DEVIDO À SUA PRÓPRIA MORTE:
Isto será aceite como desculpa.
Entretanto, exigimos pelo menos 15 dias de aviso prévio, visto que cabe ao funcionário treinar o seu substituto.
8. O USO DO WC:
Os funcionários estão a passar tempo demais na casa de banho.
No futuro, seguiremos o sistema de ordem alfabética. Por exemplo:
Todos os funcionários cujos nomes começam com a letra 'A' irão entre as 9:00 e 9:20, aqueles com a letra 'B' entre 9:20 e 9:40, etc.
Se não puder ir na hora designada, será preciso esperar a sua vez, no dia seguinte.
Em caso de emergência, os funcionários poderão trocar o seu horário com um colega. Ambos os chefes dos funcionários deverão aprovar essa troca, por escrito.
Adicionalmente, agora, há um limite estritamente máximo de 3 minutos na sanita.
Acabando esses 3 minutos, um alarme tocará, o rolo de papel higiénico será recolhido, a porta da sanita abrir-se-á e uma foto será tirada.
Se for repetente, a foto será afixada no quadro de avisos e Intranet do Serviço com o título infractor Crónico.
9. A HORA DO ALMOÇO:
Os magros têm 30 minutos para o almoço, porque precisam comer mais para parecerem saudáveis.
As pessoas de tamanho normal têm 15 minutos para comer uma refeição balanceada que sustente o seu corpo mediano.
Os gordos têm 5 minutos, porque é tudo que precisam para tomar uma salada e um moderador de apetite.
10 - Despedimento por justa causa
Todas as causas, podem produzir esse efeito. A comunicação pode ser feita por fax, desde que o trabalhador tenha declarado não o ter, no acto da sua admissão.
Muito obrigado pela sua fidelidade à nossa empresa. Estamos aqui para proporcionar uma experiência laboral positiva.
Portanto, todas as dúvidas, comentários, preocupações, reclamações, frustrações, irritações, desagravos, insinuações, alegações, acusações, observações, consternações e quaisquer outras... ões' deverão ser dirigidas para outro lugar.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Emprego
Câmara Municipal - São Brás de Alportel
Para mais informação clique aqui
in http://caixademprego.blogspot.com/
Licenciatura em Educação Social
| Envio de candidaturas para: | Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Rua Gago Coutinho, n.º 1, 8150-151 São Brás de Alportel |
| Contacto: | 289 840 000 - 289 840 074 |
| Data Publicitação: | 2010-07-07 |
| Data Limite: | 2010-07-20 |
in http://caixademprego.blogspot.com/
Oferta de Emprego
http://dre.pt/pdf2sdip/2010/07/139000000/389...
•Aviso n.º 14372/2010. D.R. n.º 139, Série II de 2010-07-20
Município de Meda
Procedimento concursal comum de recrutamento para o preenchimento de quatro postos de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas
1 lugar Serviço Social
•Aviso n.º 14372/2010. D.R. n.º 139, Série II de 2010-07-20
Município de Meda
Procedimento concursal comum de recrutamento para o preenchimento de quatro postos de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas
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