segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Jornadas

IV Jornadas de Terapia Ocupacional em Saúde Mental

Tema: Terapia Ocupacional...Uma Identidade Consolidada
Local: Auditório Bento Menni, Clínica de São José
Data: 24 e 25 de Novembro de 2011
Os objectivos desta IV Jornada são: Promover um encontro e partilha de experiências em Saúde Mental; Proporcionar o conhecimento do processo de certificação de qualidade e o impacto do mesmo na abordagem dos terapeuta ocupacionais; Proporcionar o conhecimento de novas abordagens em Saúde Mental com experiencias nacionais e internacionais; Contribuir para o desenvolvimento da investigação em saúde mental, pela prática da Terapia Ocupacional e possibilitar a reflexão sobre novas metodologias de avaliação.
Contactos:
IHSCJ - Clínica Psiquiátrica de São José
Azinhaga da Torre do Fato, 8 1600-774 Lisboa
Tel.: 21 712 51 10
Fax: 21 712 51 19
E-mail: ivjornadato@gmail.com
Sítio web: www.observatoriohospitaleiro.comwww.irmashospitaleiras.pt/cpsj/

domingo, 6 de novembro de 2011

Notícias...


Idosos: Suicídio é a 2ª causa de morte
No ano passado o suicídio foi a segunda causa de morte entre os idosos e a depressão, uma das principais causas, poderá aumentar com o agravamento da crise.
Em 2010 um quarto dos suicídios, registados em Portugal, foram levados a cabo por pessoas com mais de 60 anos. O suicídio é, depois das doenças cardiovasculares, a segunda causa de morte na terceira idade.
Com as medidas de austeridade, que penalizam as condições de vida dos idosos, teme-se que a situação se possa agravar porque uma das causas do suicídio na 3ª idade prende-se com a depressão que está fortemente ligada às condições sócio-económicas, à dor crónica e ao isolamento social.
Valverde Martins, da FARPIBE-Federação das Associações de Reformados, Pensionistas e Idosos do Distrito de Beja, afirmou que a situação é grave e recordou que o distrito de Beja é a região com a mais elevada taxa de suicídio.
Ainda de acordo com Valverde Martins grande parte dos idosos não tem grandes perspectivas de futuro quanto à sua velhice.

Queres ou deito fora?

O empreendedor tecnológico Filipe Saraiva propõe a criação da plataforma Dou.pt, uma espécie de “eBay para doações” com o objetivo de incentivar a reutilização e reciclagem. Neste portal os utilizadores procurariam pessoas interessadas nos seus bens usados e podem ainda receber instruções sobre a reciclagem de objetos invulgares. 

https://dou.pt/explore/ 

Educação: Alunos com autismo sem terapias por "divergências financeiras"

Leça da Palmeira, Matosinhos, 04 nov (Lusa) -- Onze crianças com autismo, de uma escola de Leça da Palmeira, estão sem terapias desde setembro, alegadamente devido a "divergências financeiras" entre Direção Regional de Educação do Norte e Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo.
"O corte da Direção Regional de Educação do Norte (DREN) entristece-me. Acho este caso escandaloso. Deram prioridade às atividades extracurriculares, como as artes plásticas, inglês, música e educação física, mas descuraram as terapias para as crianças autistas numa Unidade de Ensino Estruturado para alunos com Perturbação do Espectro do Autismo", declarou à Lusa Margarida Graça, mãe de uma menina de oito anos com autismo.
Margarida Graça lembra que as crianças com autismo praticamente "não falam" e "precisam ter terapia da fala e de ser ajudadas a atenuar os estereótipos".

Agenda


Notícias...


demências nos idosos está por diagnosticar

02.11.2011 - 08:39 Por Alexandra Campos

As doenças associadas ao envelhecimento vão ser debatidas no Porto (Nuno Ferreira Santos/Arquivo)
É um cenário assustador: a população portuguesa está a envelhecer a um ritmo acelerado e, se as previsões se concretizarem, dentro de meio século, perto de um terço (32%) terá mais de 65 anos. Actualmente, Portugal já conta com 1,5 milhões de idosos e cerca de 400 mil vivem completamente sozinhos. Com o envelhecimento, aumentam as patologias, nomeadamente as demências, e a maior parte dos idosos nesta situação está actualmente por diagnosticar e sem tratamento, afirma Lia Fernandes, presidente da Associação Portuguesa de Gerontopsiquiatria (APG).

As doenças associadas ao envelhecimento vão estar em destaque no 11.º congresso da APG, que decorre de hoje até sexta-feira no Porto.

Dos 153 mil portugueses com demências, cerca de 90 mil sofrem de Alzheimer. "Quando chegam ao médico, muitos chegam já em fases intermédias das doenças", nota Lia Fernandes, para quem é importante estabelecer um diagnóstico precoce para definir intervenções terapêuticas que ajudem a melhorar a qualidade de vida dos doentes e dos seus cuidadores.

Portugal tem, desde há alguns anos, uma rede de cuidados continuados integrados que deveria dar resposta a estes casos, mas, além de o número de camas ser ainda "insuficiente", a outra rede que chegou a ser oficialmente criada - a de saúde mental - não foi regulamentada, lamenta a psiquiatra, que trabalha no Hospital de S. João, no Porto. Para onde podem ir então estes doentes? "Boa pergunta. Por vezes, põem-nos entraves [para aceitar estas pessoas na rede de cuidados continuados] porque elas têm alterações comportamentais", explica. Daí a importância de avançar com uma rede específica para a saúde mental.

Mas, para a presidente da APG, este não é, nem de longe nem de perto, o único tipo de resposta necessário. "A institucionalização deve ser o último recurso. Se não se quiser gastar muito dinheiro, é necessário apostar na assistência domiciliária, com equipas multidisciplinares", defende Lia Fernandes, que considera que, com a crise, se está a "voltar atrás". "É necessário também investir na formação específica dos profissionais de saúde", acrescenta.

Um quarto dos suicídios
O aumento do suicídio entre os idosos é outro dos temas a debater no congresso. Um quarto das pessoas que se suicidaram no ano passado em Portugal tinha mais de 60 anos e na base da decisão estiveram, sobretudo, além de doenças físicas, a solidão e as condições socioeconómicas, descreveu à agência Lusa a psiquiatra.

"Os idosos não precisam de estar muito deprimidos para se suicidar. Basicamente, o que é importante nos idosos são as doenças físicas, as condições socioeconómicas e de bem-estar geral e uma outra coisa muito importante, que tem a ver com a inexistência de uma rede social de contactos, nomeadamente o factor solidão."

De acordo com os dados oficiais, em Portugal cerca de 1500 pessoas suicidam-se em cada ano. Destas, um quarto tem mais de 60 anos. Em zonas com fraca densidade populacional e onde grande parte dos residentes está desempregada, como acontece em alguns concelhos do Alentejo, a taxa de suicídio atinge valores preocupantes.

Cruz Vermelha Portuguesa



AJUDE-NOS AGORA, PARA AJUDARMOS DEPOIS!


Portugal atravessa, actualmente, uma situação de crise que afecta, diariamente, muitos portugueses, colocando-os numa situação de vulnerabilidade extrema. Estes portugueses recorrem, cada vez mais, a instituições de solidariedade, o que tem exigido da parte da CVP um esforço e empenho crescentes no combate à pobreza e exclusão social.

Para podermos fazer face a este aumento generalizado de pedidos de apoio, as acções locais de difusão do trabalho da CVP, bem como as parcerias que estabelecemos com empresas como o Continente Hipermercados SA, são de vital importância para o desenvolvimento da actividade humanitária da CVP.

Esta parceria, que já dura há vários anos, tem consistido em diversos projectos, com especial destaque para a iniciativa de âmbito nacional “Causa Maior” – que muito tem ajudado os seniores do nosso distrito. Assim, a CVP e o Continente/Modelo desenvolveram uma acção natalícia conjunta na qual o Continente cede espaço na sua loja, à Delegação da CVP, para que esta possa angariar donativos, sócios ou voluntários e promover as suas actividades. Como compensação, a Delegação da CVP fará os embrulhos de Natal dos clientes, em banca própria para o efeito.
Contudo, para fazer face a este desafio, a Delegação de Évora da CVP necessita mobilizar um grande número de voluntários para que, nos dias solicitados pelo Continente/Modelo, a missão seja cumprida com sucesso.

Apelamos à vossa Colaboração, Cooperação e Espírito Humanitário em época natalícia, para que, ajudando agora a Cruz Vermelha Portuguesa, ela possa ajudar, depois, aqueles que mais necessitam da sua intervenção diária!  

Estamos a receber inscrições de voluntários para fazer embrulhos e divulgar a actividade da CVP em Évora, para os seguintes dias: 5 e 6 de Novembro; 1 e 8 de Dezembro; 3 e 4, 10 e 11, 17 e 18 de Dezembro; de 19 a 23 de Dezembro. Contacte-nos pelo telefone 266768020.
ESPERAMOS POR SI! AJUDE-NOS AGORA, PARA AJUDARMOS DEPOIS!

Divulgação





Lei de Bases da Economia Social

“Foi aprovada em 21 de Setembro a Lei de Bases da Economia Social, segundo Projecto de Lei do PSD e PP.

Este Projecto de Lei define economia social como “o conjunto das actividades económicas e empresariais, livremente levadas a cabo por entidades que actuam de acordo com os princípios referidos no artigo 5.º, cuja missão vise o interesse geral económico ou social da Comunidade ou o interesse dos seus membros, utilizadores e beneficiários, com respeito pelo interesse geral da Comunidade” e enumera como entidades da economia social, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de natureza associativa, fundacional ou equiparadas, Organizações não Governamentais, Fundações e  Associações com fins altruísticos que desenvolvam a sua actividade no âmbito científico, cultural e da defesa do meio ambiente, Cooperativas, Outras formas associativas ou empresariais.

Prevê-se como desenvolvimentos legislativos posteriores a revisão dos regimes jurídicos destas entidades, a revisão do Estatuto do Mecenato e do Estatuto de Utilidade Pública e a criação do regime jurídico das empresas sociais.

A Lei de Bases encontra-se em discussão em especialidade, podendo o seu processo, em termos da proposta, debate parlamentar e comissões, ser acompanhado aqui <http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=36468> .

A Lei surge no seguimento de uma tentativa efectuada pelo PSD na anterior legislatura de fazer aprovar uma Lei de Bases da Economia Social a qual foi então rejeitada (ver proposta e debates <http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=35951> ). Na mesma altura, outra proposta do BE sobre uma Lei da Economia Social e Solidária não chegou a ser discutida na AR (ver proposta e debates <http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=35968> ).

Os debates políticos em torno destas propostas revelam uma proeminência inédita da Economia Social na agenda política, sendo também ilustrativos da diversidade de olhares sobre a economia social e, mais profundamente, da diversidade da mesma”.





Colóquio

Colóquio discute a Complexidade Humana

Tema: Complexidade e Diversidade Humana
Local: Fundação LIGA
Data: 23 de Novembro de 2011
Horas: 16h30
A Fundação Liga convidou Jean-Louis Le Moigne, Idália Sá Chaves e José Pedro Martins Barata para falarem dos desafios actuais da Complexidade e Diversidade Humana.
Contactos:
Fundação LIGA
Rua do Sitio ao Casalinho da Ajuda 1349-011 Lisboa
Tel.: 21 361 69 10
Fax: 21 361 69 28
E-mail geral: fundacaoliga@fundacaoliga.pt
Sítio web: http://www.fundacaoliga.pt

Ação de formação: Envelhecimento Ativo e Qualidade de Vida


Ação de Formação: Envelhecimento ativo e qualidade de vida

Dias 18, 21, 23 e 30 de Novembro, em Lisboa

 
 
+ INFO
 
EAPN Portugal
 Núcleo Distrital de Lisboa

Rua Soeiro Pereira Gomes, 7
apartamento 311
1600-196 Lisboa
telefone 217986448
fax 217976590
email lisboa@eapn.pt
site: http://www.eapn.pt/

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Fundo Social Solidário ajudou 1290 famílias com 330 mil euros desde 2010


O Fundo Social Solidário (FSS), criado em 2010 pela Conferência Episcopal Portuguesa, ajudou até ao momento 1290 famílias, tendo distribuído mais de 330 mil euros numa situação de crise agravada pelo sobre-endividamento e os “encargos com a habitação”. O apoio prestado chegou a 3875 pessoas, ajudadas também pelas respectivas dioceses num montante de aproximadamente 214 mil euros. Segundo os responsáveis católicos, neste momento “prevalecem os problemas com habitação, seguindo-se os relacionados com saúde, educação, o endividamento”. No que se refere à Diocese de Beja, de Dezembro 2010 a Outubro de 2011, foram apoiadas 757 pessoas com um valor total de 38.794,74 euros, sendo 23.846, 60 euros provenientes do Fundo Social Solidário (Fundo Nacional) e 14.948,14 euros provenientes do Fundo de Emergência Social (Fundo Diocesano). Teresa Chaves, presidente da Cáritas Diocesana de Beja, avança que a grande maioria dos casos apoiados prende-se com apoios para rendas de casa em atraso e para medicamentos, especialmente os do foro psiquiátrico.