segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Sem Mulheres não há Paz"



Cartaz da campanha 25N, que visa assinalar o  Dia Internacional para a Erradicação da Violência de Género (25 Novembro),  e que resultará num conjunto de espetáculos de rua, uma marcha solidária e uma conferência seguida de uma sessão de cinema no Instituto Portugês da Juventude de Viseu.


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José Machado
viseu@eapn.pt
EAPN Portugal

Núcleo Distrital de Viseu
Tel. 232468472
http://www.eapn.pt/

Ação de formação: Envelhecimento Ativo





AÇÃO DE FORMAÇÃO: ENVELHECIMENTO ATIVO
10, 13, 17 Dezembro 2011 // 3, 7, 10, 14, 17 Janeiro 2012

« O número de pessoas idosas está a aumentar consideravelmente. Os avanços tecnológicos e de saúde contribuíram para este crescimento. No entanto, nem sempre este envelhecimento é um processo saudável e com qualidade de vida. A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu Envelhecimento Ativo como "o processo de optimização das oportunidades para a saúde, participação e segurança no sentido de reforçar a qualidade de vida à medida que as pessoas forem envelhecendo".

Para a OMS estar ativo significa "participar de um modo contínuo em todo o tipo de assuntos da vida, sejam eles do foro social, económico, cultural, espiritual ou cívico". Para tal acontecer devem ser disponibilizadas ao nível da sociedade um conjunto de condições que permitem um envelhecimento saudável, mas todos nós temos também um papel a desempenhar neste processo. A presente formação pretende dar orientações claras e facilmente adaptadas à vida das pessoas tendo em vista a promoção de um envelhecimento ativo e a construção de uma atitude mais positiva face ao envelhecimento.»


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Paula Cruz
EAPN Portugal
Rua de Costa Cabral, 2368
4200-218 Porto
Tel: 225 420 805
Fax: 225 403 250
E-mail: paula.cruz@eapn.pt

5º Fórum para a Cidadania

Projeto (Re)Equilibrar


Dia Nacional do Laço Branco - 25 de Novembro


«No âmbito do Projeto (Re)Equilibrar do POPH, a Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança vai levar a cabo um conjunto de atividades no triénio 2011-2013, onde se inclui a comemoração do Dia Nacional do Laço Branco, no sentido de sensibilizar a população brigantina acerca das causas e das consequências da violência doméstica e de género bem como informar acerca das respostas sociais e legais para as vítimas e agressores.

As atividades para o dia 25 de Novembro, iniciam-se com a Marcha Simbólica contra a Violência Doméstica com a participação dos alunos dos Agrupamentos de Escolas de Bragança e instituições públicas e privadas locais.

Segue-se a Conferência e lançamento do Guia de Percursos e Recursos para Profissionais das Instituições de Apoio à Vítima de Violência Doméstica, onde será entregue um exemplar a cada instituição do Distrito de Bragança direta ou indiretamente envolvida no atendimento, acompanhamento e encaminhamento das vítimas».

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http://www.asmab.org/

Encontro

Políticas Sociais e Democracia

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Instituto de Sociologia

Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica s/n
4150-564 Porto
Gabinete 251 (Torre B- Piso 2)
Telefone: 226 077 132 (extensão 3251)
E-mail: isociologia@letras.up.pt
WEBSITE: http://www.isociologia.pt

Direitos Humanos em Portugal e no Mundo


«A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) promove a realização de uma "Semana Social" nos próximos dias 22 a 25 de Novembro dedicada às temáticas dos Direitos Humanos, Ambiente, Saúde e Integração Social.
O objectivo passa por sensibilizar os estudantes da Academia para um conjunto de causas sociais que exige a sua participação cívica e apelar aos valores da solidariedade, da responsabilidade social, da ética e do humanismo.Do programa de amanhã, salientamos uma conferência/debate sobre Direitos Humanos em Portugal e no Mundo.
Com esta conferência, pretendemos ouvir a opinião de algumas pessoas que trabalham nesta área e abordar a importância dos Direitos Humanos nos dias de hoje, bem como avaliar a sua evolução ao longo dos anos e perspectivar os principais desafios que teremos que enfrentar nos tempos mais próximos. »

Programa:
Hora – 16h00

Local – Auditório B2, Complexo Pedagógico II, Campus de Gualtar, em Braga.
Oradores convidados:

• Carlos Estevão (Coordenador do NEDH – IEUM)

• Jardim Moreira (Presidente da EAPN Portugal)

• Luís Sottomaior Braga (Assessor da Direcção da Amnistia Internacional)

• Teresa Sofia Silva (Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima de Braga)

Moderador:

• Jornalista da Rádio Universitária do Minho


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Associação Académica da Universidade do Minho

Rua D. Pedro V, 88, 1º. and.
4710 - 374 Braga
Tlf. 967 838 171
Fax. 253 273 359
Email: carlosvideira@aaum.pt
http://www.aaum.pt/

domingo, 20 de novembro de 2011

Notícias


À ESCALA NACIONAL Açores com maior subida no poder de compra

Publicado na Sexta-Feira, dia 11 de Novembro de 2011, em Actualidade
A região dos Açores regista a maior subida do Indicador per Capita (IpC) do poder de compra do Instituto Nacional de Estatística (INE) entre 2007 e 2009, enquanto o Algarve tem a maior queda.
O INE divulgou ontem a nona edição do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio, com dados relativos a 2009, sendo que os últimos disponíveis diziam respeito a 2007.
A nível regional (NUTS II), os Açores registaram a maior subida com mais 2,52 pontos (para 86,14), o Norte cresceu 1,4 (para 87,64), o Alentejo somou 1,06 (para 88,39) e o Centro ganhou 0,65 pontos de poder de compra per capita (para 84,41).
As outras duas regiões do Continente cujo IpC desceu são as duas únicas que têm poder de compra acima da média nacional: Lisboa desceu 2,70 para 134,15 pontos e o Algarve teve a maior queda, de 3,25 por cento, ficando nos 100,4 pontos.
Nas regiões NUTS III, a maior variação foi a do Alentejo Litoral, com o poder de compra por habitante a crescer 4,77 pontos (para 95,30 pontos).
Fazendo as contas por NUTS III, de acordo com os dados do INE, o IpC só baixou, entre 2007 e 2009, em dez regiões: Baixo Vouga, Flores, Lezíria do Tejo, Alentejo Central, Entre Douro e Vouga, Médio Tejo, Pinhal Litoral, Corvo, Península de Setúbal e Grande Lisboa.
O Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio visa caracterizar os municípios "relativamente ao poder de compra numa interpretação ampla de bem-estar material", refere o INE.


País anda a duas velocidades


Os índices do Poder de Compra Concelhio, revelados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, demonstram que o país anda a duas velocidades, defendeu Fernanda Cravidão, investigadora de Geografia Humana da Universidade de Coimbra e do Departamento de Estudos Geográficos.
"O crescimento de Figueira de Castelo Rodrigo de 58 para 68 e de Oeiras de 172 para 185 é completamente diferente", disse a especialista, defendendo que os dados revelados são indicadores da "falta de coesão territorial e das desigualdades sociais" existentes no país.
Para a docente catedrática da Universidade de Coimbra, os índices do Poder de Compra Concelhio seguem as tendências da distribuição da população, do povoamento, do envelhecimento demográfico do país, com o interior a continuar a ser mais penalizado face ao litoral.
A redução do poder de compra de concelhos do litoral, como Albufeira, Lagos ou Marinha Grande é explicada pela conjuntura.
"São concelhos que estavam dependentes do turismo, da construção civil ou de indústrias e de um momento para o outro entraram em regressão devido ao desemprego e ao encerramento de algumas empresas", apontou a especialista.
Trinta e nove dos 308 municípios apresentavam em 2009 um poder de compra per capita superior à média nacional (100), enquanto mais de metade dos concelhos tinha valores inferiores a 75, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística.
Do total de municípios, 39 (12,6 por cento) tinham valores superiores a 100, numa lista liderada por Lisboa, com 232,5, mais do dobro da média nacional, indica o estudo sobre o poder de compra concelhio, hoje divulgado pelo INE.
Os moradores de Lisboa têm quase cinco vezes mais poder de compra comparativamente aos de Sernancelhe (Viseu), o concelho do país com menor poder de compra por habitante, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A nível nacional, o valor em Portugal Continental é de 100,5, contra os 86,1 dos Açores e 94,7 da Madeira.
As regiões de Lisboa (134,2) e do Algarve (100,4) eram as que registavam valores acima do poder de compra per capita médio nacional, enquanto as restantes regiões tinham valores inferiores: Alentejo (88,4), Norte (87,6) e Centro (84,4).
Figueira de Castelo Rodrigo é o concelho em que cada residente ganhou mais poder de compra entre 2007 e 2009 e Porto Santo onde mais se perdeu, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística.


Divulgação


Serve o presente para informar que foram recentemente editados, no Portal da Juventude, 3 concursos de âmbito Europeu, para jovens:

1 - Prémio Carlos Magno para a Juventude 2012

2 - 1 de 7 mil milhões: Concurso de curta-metragem

3 – Prémios Twinning 2012

Notícias


A BOTA MINUTO, é uma empresa portuguesa de reparações de calçado e lançou uma campanha para recolher sapatos usados, para serem entregues a instituições de solidariedade social.

Até 15 de fevereiro, os responsáveis da Bota Minuto convidam as pessoas a desfazerem-se dos sapatos que já não usam e deixá-los em qualquer loja desta cadeia.

Segundo Duarte Ramos, responsável da cadeia de lojas, em 2010 a campanha conseguiu angariar 9000 pares de sapatos e no ano anterior 6000.

"Sendo uma cadeia de reparação de calçado, inúmeros de clientes deixavam cá o calçado e não o vinham buscar, mesmo em sistema de pré-pagamento.
Ocorreu-nos encaminhá-los para instituições de solidariedade social", explicou Duarte Ramos à agência Lusa.

A campanha de recolha, que se faz desde 2008, coincide com o período pós-Natal, uma altura em que "os armários se enchem de produto novos e se esvaziam do que já não é usado".

"Já temos um banco de instituições a quem perguntamos todos os anos de quantos pares necessitam", refere Duarte Ramos.

"Sapatos com história" é o mote da campanha deste ano. Quem faz uma doação é convidado a partilhar a história do seu par de sapatos nas redes sociais.

Saiba como no site oficial:
 
http://www.botaminuto.com/

Pontos de Recolha:

      Botaminuto Bela Vista Feira Nova Bela Vista, Lj. 27, Av. Santo
      Condestável - 1900 Lisboa
      Botaminuto Saldanha Praça Duque de Saldanha, Atrium Saldanha, Lj. 66 - 1050-094 Lisboa
      Botaminuto Campo de Ourique Mercado Municipal de Campo de Ourique,  Lj. 32/33, Rua Padre Francisco - 1350-075 Lisboa
      Botaminuto Amoreiras Centro Comercial Amoreiras, Loja 5041, Av. Duarte Pacheco - 1070-000 Lisboa
      Botaminuto Campo Pequeno Centro de Lazer Campo Pequeno, Lj. 136 - 1000-082 Lisboa
      Botaminuto Lambert Galerias Lambert Lj.3A, Rua Agostinho Neto 6/7 -  Quinta do Lambert - 1769-012 Lisboa
      Botaminuto El Corte Inglês Av. António Augusto Aguiar nº31 - El Corte Inglês - 1069-413 Lisboa
      Rádio Renascença Rua Ivens, 14 - 1249-108 Lisboa
      Euro'm Rua Dr. António Martins Nº 41A - 1070-092 Lisboa
      ES Contact Av. Infante D. Henrique, 343 - 1800-218 Lisboa
      Edifício Duque d'Ávila Av. Duque de Ávila, 46 - 1050-083 Lisboa




Notícias...


As regiões mais pobres do país são...
Tâmega e Vale do Sousa encabeçam lista
A sub-região do Tâmega, que inclui oito concelhos do distrito do Porto, apresenta o terceiro rendimento «per capita» mais baixo do país, revela esta quinta-feira um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Nesta que é a terceira região mais densamente povoada de Portugal, com cerca de 550 mil habitantes, e uma das mais industrializadas, a sua população ganha apenas 63,48 por cento da média nacional.

Os dados, que se reportam ao ano de 2009, revelam, no entanto, que este território, que junta concelhos de cinco distritos (Porto, Braga, Aveiro, Viseu e Vila Real) registou uma subida do poder de compra, face a 2007, de dois por cento, bastante mais acentuada no Vale do Sousa.

Outro elemento que se destaca neste estudo é que a região apresenta uma percentagem do poder de compra nacional (3,34 por cento), que a coloca numa posição mais favorável no conjunto das 28 sub-regiões de Portugal Continental, do que se a análise for feita tendo por base o rendimento «per capita».

Esta aparente contradição explica-se pelo facto de o rendimento global da região, muito impulsionado pela sua forte industrialização no Vale do Sousa, ter de ser dividido por mais de meio milhão de habitantes, incluindo os concelhos mais rurais.

Também se destaca neste estudo do INE a diferença de rendimento que há entre os concelhos do Vale do Sousa, mais povoados e industrializados, pertencentes ao distrito do Porto, e os do interior da região, dos distritos de Vila Real, Braga e Viseu.

Paços de Ferreira, no Vale do Sousa, é o concelho com melhor rendimento «per capita» (70,56 por cento), em contraste com Celorico de Basto, no distrito de Braga (47,73 por cento), que é o segundo mais pobre do país, a seguir a Sernancelhe.

Todos os concelhos do Vale do Sousa (Felgueiras, Paços de Ferreira, Paredes, Lousada e Penafiel) apresentam um rendimento superior a 65 por cento, surgindo, por isso, como um espaço homogéneo neste domínio.

Ao lado, no Baixo Tâmega, Marco de Canaveses e Amarante apresentam rendimentos similares, de cerca de 63 por cento, ficando-se Baião, ainda mais para o interior, pelos 51,5 por cento.

Conclui-se ainda que a diferença entre o Sousa e o resto da região, mais rural, acentuou-se no período de 2007 para 2009, com a região com sede em Penafiel a crescer 2,76 por cento, quedando-se a zona de Amarante por um crescimento de um por cento.

Neste período, Lousada foi o concelho que mais cresceu, com uma melhoria de quase cinco por cento, seguido de perto por Paços de Ferreira.

Se este estudo fosse, contudo, realizado com a nova configuração das NUT III (Nomenclatura de Unidade Territorial), o Tâmega apresentaria um rendimento «per capita» superior, porque houve três concelhos rurais que deixaram de pertencer a este espaço regional: Cabeceiras, Ribeira de Pena e Mondim de Basto.