sexta-feira, 9 de março de 2012


·         Campos de trabalho internacionais: inscrições abertas para entidades
Estão abertas inscrições para entrega das candidaturas aos Campos de Trabalho Internacionais (CTI) 2012 até ao dia 20 de março de 2012.
Os campos de trabalho podem ser enquadrados nas seguintes áreas:

a) Ambiente;
b) Arqueologia;
c) Sócio-comunitária;
d) Restauro e valorização do património histórico-cultural.
Podem candidatar-se aos CTI as seguintes entidades promotoras:
·         Associações juvenis inscritas no Registo Nacional do Associativismo Jovem (RNAJ);
·         Grupos informais;
·         Outras entidades privadas sem fins lucrativos que prossigam objetivos enquadrados nas áreas de intervenção deste programa, exceto as entidades a que se refere a Lei n.º 33/87, de 11 de julho (revogada pela Lei n.º 23/06, de 23 de junho).
·        
Os Campos de Trabalho Internacionais visam, sobretudo:
·          promover a mobilidade e o intercâmbio de jovens através de atividades que incentivem a troca de experiências e o conhecimento de novas realidades sócio-culturais;
·         facilitar o relacionamento de jovens portugueses com jovens de outros países dentro ou fora do território nacional, capazes de dar respostas formativas, obtidas através de processos educativos não formais, designadamente interculturais.

| Duração dos projetos |

Decorrem no verão, habitualmente, nos meses de julho, agosto e setembro de cada ano, tendo cada projeto uma duração máxima de 15 dias.
Os CTI devem ter um mínimo de 10 e este ano, excecionalmente, um máximo de 15 jovens sendo que, pelo menos, 20% devem ser estrangeiros. O número efetivo de horas de trabalho não pode ser superior a 6 horas/dia, nem inferiores a 4 horas/dia.


| Onde candidatar-se |

As entidades podem formalizar a sua candidatura através de meios eletrónicos, por correio registado com aviso de receção, ou pessoalmente nos Serviços desconcentrados IPDJ e Direções Regionais do IPDJ do local de realização do campo.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Me

Sabem amanhã faço aninhos. E estou radiante. Planos para o dia: MIMOS!!! Decidi que amanhã é dia de mimos, dia de cabeleireiro, unhas, compras. Dia de rir com a pocahontas, de brincarmos toda a tarde na relva. O presentão do marido já cá canta. E adorei!!! Os maridos não sabem esconder correctamente os presentes. LOL

FLASH REDE: "CUIDA-TE"

FLASH REDE: "CUIDA-TE": «O CUIDA-TE é um Programa do Instituto Português da Juventude, I.P. com diversas Entidades parceiras, do sector público e privado. Tem com...

FLASH REDE: Benefícios do rastreio de risco social em pessoas ...

FLASH REDE: Benefícios do rastreio de risco social em pessoas ...: III Ciclo de Conferências em Serviço Social 1ª conferência - 23 de março, Auditório de Geociências da UTAD, das 14:30 às 17 horas Tema: ...

FLASH REDE: Palestras sobre Violência Doméstica

FLASH REDE: Palestras sobre Violência Doméstica: «Palestras sobre Violência Doméstica que decorrerão nos dias 12 e 13 de Março no auditório do Instituto Superior de Serviço Social do Porto...

FLASH REDE: Tertúlia "Que Género de cultura?"

FLASH REDE: Tertúlia "Que Género de cultura?": Tertúlia "Que Género de cultura?" Guimarães, 8 de Março às 21 horas «Contaremos nesse dia com convidadas/os das áreas da cultura e da ...

Quatro dezenas de corpos não foram reclamados pelas famílias na região da grande Lisboa em 2011, mais doze comparativamente ao ano anterior, sendo a grande maioria homens, alguns encontrados nas ruas, segundo o Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).

Esta região foi a que registou o maior número de situações no ano passado, quando o número de cadáveres que deram entrada nos serviços médico-legal de todo o país totalizou 54, segundo dados do INML avançados à Agência Lusa.
A região Norte registou 13 situações e a região Centro assinalou apenas o caso de uma imigrante cujos familiares vivem no Brasil e não tinham dinheiro para o funeral.
Na região centro, “os cadáveres não identificados são relativamente raros, variando entre nenhum a dois por ano, não se tendo registado um aumento deste número”.
São os homens de “meia-idade” que predominam nestes casos, sendo “encontrados em situações de enforcamento, de morte de causa desconhecida (especialmente sem-abrigo), a boiar em rios”, entre outras situações.
Geralmente apresentam “algum estado de putrefação, situação que torna necessariamente mais difícil todo um processo de reconhecimento concreto”. Há outros casos, em que não é possível a identificação porque são encontrados em lugares ermos sem documentação.
Questionado pela Lusa sobre se as dificuldades económicas podem contribuir para o aumento destes casos, o presidente do INML disse que não. “Penso que não terá grande repercussão porque já não eram reclamados, por rotina, muitos dos corpos dos indigentes que davam entrada nos serviços médico-legais”, adiantou Duarte Nuno Vieira.
“Em termos da população em geral eu não posso negar que possa eventualmente ter um outro reflexo. Mas, mesmo assim, tenho algumas dúvidas que possa ser um reflexo significativo porque as pessoas, quando morre um familiar ou um ente querido, tentam tudo para proceder ao enterramento e proporcionarem cerimónias fúnebres condignas”, comentou.
Adiantou ainda que estas situações vão continuar a existir, sobretudo em pessoas sem familiares ou imigrantes cujos familiares não têm condições para repatriar o corpo.
“Há de facto um conjunto de situações, que não é muito significativo, e cujo número se tem mantido relativamente estável nos últimos anos”, sublinhou.
A maioria dos casos acontece nas grandes cidades, que “promovem o isolamento das pessoas e onde não há, por vezes, uma solidariedade e uma comunidade social forte e apoiante”, adiantou.
Quando o INML sabe que a família está a tentar reunir recursos financeiros para, por exemplo, fazer o repatriamento do corpo ou para se deslocar a Portugal, deixa o corpo permanecer mais tempo, desde que tenha capacidade física para o fazer.
As autópsias médico-legais só têm lugar em mortes de causa ignorada ou de causa violenta: suicídio, acidente ou homicídio.
Há apenas uma exceção prevista na lei e que compete ao presidente do INML decidir: quando se constata que a realização da autópsia pode pôr em grave risco a saúde pública. “Até hoje, apenas num caso usei esta prerrogativa legal”, revelou Duarte Nuno Vieira.
Diário Digital com Lusa

In http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=562113

 
Observações:

As mortes de sem abrigo incomodam-me. Muitas famílias não querem saber. São rostos invisíveis. São corpos por reclamar, são vidas desprezadas, são histórias que caem no esquecimento. Confesso que sempre que morre um utente, custa-me imenso lidar com isso.

Cuba: Testes clínicos com vacina contra a SIDA vão iniciar-se este ano

Havana, 07 mar (Lusa) -- Cuba vai iniciar este ano testes clínicos em humanos seropositivos com uma vacina contra a SIDA depois de ter realizado, com sucesso, investigações com ratos, informou o responsável pelo projeto, o microbiólogo cubano Enrique Iglesias.
O responsável explicou em declarações à agência noticiosa Efe, durante o Congresso Internacional "Biotecnologia Havana 2012", que o produto denominado TERAVAC-HIV-1 tem três proteínas, uma delas obtida através de engenharia genética, e pretende alcançar uma resposta celular contra o vírus, que destrua as células infetadas.
Iglesias salientou que será iniciada uma fase "muito primária" dos testes, alertando que "não se pretende gerar falsas expetativas" sobre a sua possível eficácia terapêutica, que terá ainda de ser provada com ensaios futuros.

in http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2012/03/07/cuba-testes-clinicos-com-vacina-contra-a-sida-vao-iniciar-se-este-ano

segunda-feira, 5 de março de 2012


Curso de formação sobre Emprego jovem
Para técnicos de juventude, líderes juvenis, trabalhadores de ação social, profissionais ou voluntários que lidam com o desemprego juvenil.
Estão abertas candidaturas até 23 de Março para este curso de formação, que vai ter lugar na Turquia, em Gaziantep, de 7 a 13 de Maio, organização no âmbito do Programa Juventude em Ação e do Salto|Youth.
Destina-se a técnicos de juventude, líderes juvenis, trabalhadores de ação social e outros profissionais ou voluntários que lidam com o desemprego juvenil.
Visa, essencialemnte:
·         Compreender o des(emprego) num contexto de intervenção dos técnicos da juventude e organizações que trabalham com jovens;
·         Explorar o potencial e as limitações do trabalho na área juvenil na sua intervenção relativa ao emprego dos jovens;
·         Partilhar experiências e realidades de trabalho nesta área;
·         Operacionalizar meios para proporcionar aos jovens mais oportunidades na área do emprego;
·         Compreender 
o    A Educação Não Formal, o Programa Juventude em Acção e o Passe Jovem e seus efeitos na área do emprego juvenil;
o    O vocabulário de trabalho (emprego, desemprego, mercado de trabalho, negócio, etc.)
o    As tendências e tensões  do emprego juvenil na Europa;
o    As abordagens do trabalho juvenil na área do emprego;
o    As Políticas europeias de emprego para os jovens;
·         Elaboração de carreiras juvenis
·         Efetuar parcerias multiculturais, aprendizagem intercultural e planeamento através do Programa Juventude em Acção
Helena Caetano

Direcção Regional do Alentejo
Instituto Português da Juventude
Tel. 284314900



Projecto generations@school
Unir alunos e idosos através do diálogo entre gerações
Desde 2009, celebra-se, a 29 de Abril, o Dia Europeu da Solidariedade entre Gerações. Em 2012, procurar-se-á reunir jovens e idosos para debater o que significa envelhecer e como, em conjunto, podem colaborar para promover uma vida melhor. Perto do dia 29 de Abril, todas as escolas da Europa estão convidadas a abrir as portas das suas salas de aula às gerações mais velhas e explorar as formas como o diálogo entre gerações pode contribuir para uma melhor educação e compreensão mútua.
Algumas razões para participar:
  • Quebrar os estereótipos entre as gerações e incentivar o convívio entre pessoas de todas as faixas etárias na mesma comunidade.
  • Partilhar conhecimentos e competências e aprender mais sobre os outros.
  • Sensibilizar para a diversidade e para o significado do envelhecimento activo.
  • Partilhar os resultados do trabalho na sala de aula com outras escolas europeias e com a comunidade em geral.
29.04
29 de Abril de 2012 – Toma nota desta data!
Podes realizar todo o tipo de actividades entre gerações na tua escola, tais como debates entre idosos e alunos, jogos e trabalhos artísticos (desenho, teatro, música e trabalhos manuais). Inspira-te nos nossos recursos. Tira muitas fotografias das actividades realizadas e participa no concurso de melhor projecto de cada país, colocando-as no grupo Panoramio do projecto generations@school.

Todas as escolas participantes receberão um certificado assinado pela Comissão Europeia.

O projecto terá início em 1 de Março de 2012 e todas as informações necessárias para participar serão publicadas nesta plataforma, juntamente com um kit de recursos.

As actividades devem ter lugar perto do dia 29 de Abril de 2012 e, se quiseres participar no concurso, deves enviar as tuas imagens até 30 de Junho de 2012. Consulta o regulamento do concurso generations@school.

Contacta-nos através do endereço generationsatschool@paueducation.com



Portugal tem mais depressões e doenças mentais que os vizinhos latinos
02/03/2012 - 08:34

Portugal tem maior prevalência de doenças mentais e depressões graves do que os países vizinhos latinos, disse esta sexta-feira à agência Lusa o psiquiatra Álvaro de Carvalho, citando dados preliminares do primeiro estudo internacional sobre o tema.

Segundo o psiquiatra, que lidera o plano de prevenção de depressões e suicídios, integrado no Plano Nacional de Saúde Mental, o estudo mostra que Portugal é um dos países com maior número de depressões.

"Enquanto a Espanha e a França têm índices de prevalência de doença mental entre os 8 e os 9,2 por cento, nós temos cerca de 23 por cento", afirmou, acrescentando que "a prevalência de depressões em termos internacionais ronda os 4 por cento, mas em Portugal chega aos 7 por cento".

Para Álvaro de Carvalho, "isto mostra que existe um problema sério de depressão, que tem que ser estudado, até para se perceber como é que os índices são tão altos quando a toma de antidepressivos é tão elevada".

Por outro lado, adiantou o responsável, "a evidência científica aponta para uma tendência que não pode deixar de chamar a atenção da sociedade em geral e dos políticos em particular: dados internacionais mostram existir uma correlação directa entre o aumento da prevalência de doenças mentais e o grau de desigualdades em termos sociais".

De acordo com o coordenador deste plano nacional, Portugal tem um nível alto de desigualdades sociais, a par de países como os Estados Unidos ou a Nova Zelândia.

“Estes índices tão elevados medem situações como a gravidez na adolescência – em que somos campeões a par do Reino Unido –, problemas de álcool, de obesidade ou de mobilidade social e desemprego”, disse.

Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o "Impacto da crise económica na saúde mental" na Europa concluiu que, em geral, as recessões económicas em países com o grau de desenvolvimento de Portugal não têm impacto ou reduzem mesmo as taxas de mortalidade, nomeadamente por acidentes rodoviários, já que as pessoas usam menos os carros.

No entanto, a análise realizada na União Europeia mostrou que os problemas económicos nos países com menor riqueza aumentaram a mortalidade, sobretudo devido a suicídios e outras causas violentas e problemas de alcoolismo.

Prevenção nacional de depressões e suicídios começa no Verão

Uma comissão de psiquiatras, enfermeiros e académicos portugueses e estrangeiros vai passar a executar, a partir do final do Verão, um plano para prevenir os suicídios em Portugal, na sequência do aumento esperado de depressões devido à crise.

O objectivo faz parte do Plano Nacional de Saúde Mental 2007/2016, mas a sua concretização foi acelerada devido ao aumento esperado de depressões causadas pela crise.

A comissão será liderada por Álvaro de Carvalho, director do Programa Nacional da Saúde Mental, da Direcção Geral de Saúde, que explicou à agência Lusa que “a principal causa de suicídios é a depressão”, embora Portugal tenha registado, num eurobarómetro divulgado em 2010, “um consumo médio de antidepressivos cinco vezes superior à média europeia”.
Por isso e porque a crise económica levou a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde a lançar alertas para a probabilidade de as depressões aumentarem, a prevenção passou a ser a palavra-chave, acrescentou Álvaro de Carvalho.

Um estudo da OMS/Europa, que visou perceber o impacto de crises anteriores na saúde mental, indica que “nos países de desenvolvimento médio e elevado como Portugal, as situações de suicídio têm aumentado por questões de ansiedade e depressão”, afirmou o especialista.

Por outro lado, os números de mortes por suicídio em Portugal não são fiáveis, considerou.

“Há muitas dúvidas sobre os números efectivos de suicídios em Portugal”, disse, explicando que “Portugal é um dos países da Europa com maior número de mortes por causas não identificadas, [mas] entre 2002 e 2004, a Direcção Geral de Saúde promoveu uma revisão de todas as certidões de óbito com causa não identificada e concluiu, como se esperava, que um grande número tinha a ver com suicídios”.

Esta situação, segundo o especialista, deve-se a aspectos sociológicos como a tradição religiosa que é a necessidade de accionar seguros de vida, que não abrangem as mortes por suicídio.

Embora as medidas ainda não estejam definidas – a própria comissão ainda está em processo de constituição –, Álvaro de Carvalho explica que as iniciativas de prevenção passam, nomeadamente, por sistematizar o diagnóstico e terapêutica da depressão, sobretudo a nível dos cuidados primários, e a articulação com as equipas de saúde mental e com outras entidades clínicas.

Da comissão fazem parte, entre outros, o coordenador português da Aliança Europeia contra a Depressão, Ricardo Gusmão, o psiquiatra Daniel Sampaio, o fundador da Sociedade Portuguesa de Suicidologia, Carlos Brás Saraiva, o presidente da mesma sociedade, José Carlos Santos, o director da delegação de Lisboa do Instituto de Medicina Legal, Jorge Costa Santos, além de Álvaro de Carvalho, como coordenador.

A comissão vai integrar ainda três académicos estrangeiros “que aceitaram fazer parte como consultores deste grupo”, disse o responsável.

A coordenação será feita também em colaboração com os directores dos 10 agrupamentos de Centros de Saúde onde o suicídio tem maior expressão, 10 coordenadores das unidades de saúde familiares piloto com elevada expressão de suicídios e os directores dos departamentos de saúde mental dos hospitais.

O grupo incluirá ainda representantes das ordens dos Médicos, dos Psicólogos e dos Enfermeiros, da Associação de Profissionais de Serviço Social, da Associação de Medicina Geral e Familiar, dos Médicos de Saúde Pública, dos telefones SOS, e envolverá ainda associações empresariais e sindicais, agentes da autoridade, bombeiros, câmaras municipais e outras entidades com capacidade de intervenção junto da população em maior crise, como por exemplo sacerdotes.