domingo, 18 de julho de 2010

ISPA – Instituto Universitário

ISPA – Instituto UniversitárioDepartamento de Formação Permanente - ISPA
Rua Jardim do Tabaco, 34
1149-041 Lisboa
tel: 218 811 700
fax: 218 860 954
e-mail: dfp@ispa.pt
website: www.ispa.pt
 Formação Contínua
 Intervenção Terapêutica e Educativa em Unidades de Acolhimento Prolongado
 5º Curso

Local: Lisboa
Data: Início 7 Outubro 2010

Esta acção de formação apoia Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz
Destinatários
  • Psicólogos
  • Assistentes Sociais
  • Médicos
  • Enfermeiros
  • Educadores sociais
  • Animadores  sócio-culturais
Objectivos
  • Melhorar o conhecimento sobre modelos de comunidades terapêuticas residenciais para crianças
  • Articulação entre os conceitos da psicologia do desenvolvimento e os modelos residenciais
  • Melhorar as competências de trabalho de grupo em instituições de acolhimento prolongado
Programa
  • Acolhimento terapêutico (3h)
  • Perturbações emocionais, sociais e do comportamento (3h)
  • Intervenção terapêutica a partir da rotina diária (3h)
  • Vínculos de referência e reparadores (3h)
  • Trabalhar em grupo com crianças e jovens (3h)
  • Trabalho de luto (3h) 
Metodologia
  • Abordagem teórico-prática
  • Exposição de casos
Duração
18 horas
Formadores
  • Dr. Tiago Sousa Mendes
    (Psicólogo clínico. Doutorando do Centro de Estudos Psicanalíticos da Universidade de Essex. Consultor de diversas instituições de acolhimento)
  • Dr.  Pedro Vaz Santos
    (Psicólogo Clínico, licenciado e mestre pelo ISPA-IU Lisboa. Psicólogo clínico com funções de Director Técnico na Fundação o “O Século”. Consultor Externo de diversos instituições de Acolhimento de Crianças em Portugal; Supervisor do Plano Dom 08/09. Membro da CPCJ de Santarém (2001/2007))
  • Dra. Teresa
    (Psicóloga clínica. Psicanalista. Docente na Escola Superior de Educação de Santarém)
Calendarização
As sessões decorrerão das 18h30 às 21h30, nos seguintes dias:  

Outubro: 7, 14, 21 e 28
Novembro: 4 e 11
Inscrições
(Limitadas 20 Formandos)
Totalidade: 190€
Fraccionado: 100€ x 2 mens
Certificado
Os formandos terão acesso a um certificado de formação em Intervenção Terapêutica e Educativa em Unidades de Acolhimento Prolongado, desde que frequentem, pelo menos, 5 sessões de formação (90%), uma vez que se trata de formação presencial.
FORMAÇÃO AVANÇADA EM ACOLHIMENTO DE CRIANÇAS E JOVENS
Poderão ter acesso a Certificado de Formação Avançada em Acolhimento de Crianças e Jovens os formandos certificado nesta acção de formação e que tenham frequentado ou venham a frequentar as seguintes 3 acções:
Acolhimento de Emergência de Crianças em Risco
Gestão e Liderança em Instituições de Acolhimento
Trabalho com Grupos em Acolhimento de Crianças e Jovens
No acto de inscrição é necessário comprovar habilitações

Em caso de desistência, só haverá lugar a reembolso quando for comunicada até 1 de Outubro de 2010 (inclusive)
ISLA - Lisboa

ISLA - LisboaQuinta do Bom Nome, Estrada da Correia, 53
1500-210 Lisboa
tel: 210 309 905
fax: 210 309 917
e-mail: formacao@lx.isla.pt
website: www.isla.pt
 Formação Contínua
 Especialização em Dinâmicas de Grupo, Processos Grupais e Desenvolvimento Pessoal

Local: Lisboa
Data: 2010

Destinatários
Profissionais e Estudantes das áreas de Psicologia, Medicina, Sociologia, Animação Sociocultural, Educação de Infância e outras áreas inseridas neste contexto.
Conteúdo Programático
MÓDULO: Introdução e integração
Tavistock. Contrato social. Integração. Dinâmica de Grupos Vs Dinâmica dos Grupos
MÓDULO: Os processos Grupais e sua interpretação
Os processos grupais. Fases de um grupo. Desenvolvimento de grupos
Leitura e interpretação dos processos grupais. Grupos Trabalho vs Grupos de Desenvolvimento
MÓDULO: Os papéis grupais
Os papéis em um grupo: líder, salvador, sabotador, bode expiatório
O fluxo de papéis. A importância da identificação dos diferentes papéis assumidos
MÓDULO: Dinâmicas de grupo em contexto comunitário
Vulnerabilidade. Análise das vulnerabilidades. Empreendedorismo. Empowerment
MÓDULO: Dinâmicas de grupo em contexto comunitário
Intervenção comunitária. Diagnóstico social e comunitário. Educação para a Saúde
MÓDULO:  Dinâmicas de grupo em contexto organizacional/empresarial
Desenvolvimento pessoal, interpessoal e grupal
Competências, Habilidades e Aptidões profissionais. Liderança e tipos de líder. Janela Johari
MÓDULO:  Dinâmicas de grupo em contexto organizacional/empresarial
Desenho de funções/Perfil de Posto. Processos de selecção. Desenvolvimento de equipas. O feedback
MÓDULO: Dinâmicas de grupo em contexto escolar
Educação formal Vs Educação não formal. Metodologias de ensino. Construtivismo
Resolução de conflitos em sala de aula
MÓDULO:  Técnicas de Expressão plástica em Dinâmicas de Grupo
Barro, Pintura, Desenho. Outras formas de expressão plástica
MÓDULO:  Técnicas de Expressão dramática em Dinâmicas de Grupo
Descontracção. Relaxamento. Psicodrama. Teatro do Oprimido
MÓDULO:  Planeamento e avaliação de Actividades e Dinâmicas de Grupo
Identificação de necessidades grupais. Planeamento de actividades em grupo. Recursos e materiais
MÓDULO:  Planeamento e avaliação de Actividades e Dinâmicas de Grupo
Execução de actividades e dinâmicas grupais. Avaliação de Processos. Avaliação de Resultados
MÓDULO:  Avaliação Final
Recomendações
Durante as sessões de formação recomendamos o uso de roupas leves e meias.
Metodologias
Serão valorizada as vivenciais lúdico-criativa-expressivas além de partes teóricas expositivas.
Formadores
A presente acção de formação é assegurada por profissionais com larga experiência no campo das terapias expressivas e no campo formativo, em cada uma das temáticas consideradas no programa de trabalhos.
Carga Horária
104 Horas
Parceria
Esta acção de Formação é realizada através de uma parceria entre o ISLA-Lisboa e a Associação Internacional de Terapias Expressivas - Vivenciarte (www.vivenciarte.com)
Inscrições
Consulte a calendarização e o preçário em:
www.formacao.isla.pt 
ISPA – Instituto Universitário

ISPA – Instituto UniversitárioDepartamento de Formação Permanente - ISPA
Rua Jardim do Tabaco, 34
1149-041 Lisboa
tel: 218 811 700
fax: 218 860 954
e-mail: dfp@ispa.pt
website: www.ispa.pt
 Formação Contínua
 Animação Sócio-Cultural com Crianças

Local: Lisboa
Data: 1 a 16 Outubro 2010

Em colaboração com Associação de Profissionais de Educação de Infância (APEI)
Destinatários
Educadores de infância
Objectivos
  • Observar, interpretar, através de instrumentos vários, a comunidade, o grupo e o indivíduo de forma a realizar o diagnóstico social e identificar necessidades e potencialidades;
  • Identificar e seleccionar práticas de animação tendo em conta o tipo de programas, e as características dos utilizadores, dos grupos e das comunidades e os objectivos que pretende alcançar
  • Identificar os recursos necessários para a concretização de projectos de intervenção sóciocomunitária e de animação;
  • Desenvolver formas de sensibilizar e envolver a comunidade deste tipo de grupos, de forma a fomentar a sua integração
Programa
  • Conceito, funções, âmbito e prática da animação sócio-cultural – Conceito e princípios. A animação no quadro do desenvolvimento comunitário. Elaboração de projectos e programas de animação sócio-cultural
  • Animação sócio-cultural, educação e tempo livre – Conceitos de tempo livre e lazer. Realidade do tempo livre na sociedade actual. Animação com crianças e jovens
  • Animação sócio-cultural e processo de grupo – Observação e identificação de processos de interacção no grupo. Papel, atitudes e estratégias do animador enquanto facilitador do desenvolvimento. Estratégias e técnicas de trabalho com grupos
Metodologia
Exposições teórico-práticas. Trabalho de grupo
Duração
22 horas
Formadora
Prof.ª Doutora Eva Delgado Martins
(Psicóloga educacional, doutorada em educação parental, ISPA)
Calendarização
As sessões decorrerão às 6as feiras, das 18h00 às 22h00 e aos sábados, das 10h30às 13h30 e das 14h30 às 16h00 nos seguintes dias:

Outubro: 1, 2, 15 e 16
Certificado
Os formandos terão acesso a um certificado de formação em Animação Sócio-Cultural com Crianças, desde que frequentem, pelo menos, 3 sessões (90%), uma vez que se trata de formação presencial
Inscrições
(Limitadas)

Totalidade
Profissionais 185€
Sócios da APEI 125€
No acto de inscrição é necessário comprovar habilitações

Em caso de desistência só haverá lugar a reembolso se for comunicada até 24 de Setembro de 2010 (inclusive)
ISPA – Instituto Universitário

ISPA – Instituto UniversitárioDepartamento de Formação Permanente - ISPA
Rua Jardim do Tabaco, 34
1149-041 Lisboa
tel: 218 811 700
fax: 218 860 954
e-mail: dfp@ispa.pt
website: www.ispa.pt
 Formação Contínua
 Abuso e Dependência de Substâncias
 7º Curso

Local: Lisboa
Data: 18 a 22 Outubro 2010

Em colaboração com Comunidade Terapêutica da Caritas Diocesana de Évora
Destinatários
  • Psicólogos
  • Médicos
  • Enfermeiros
  • Assistentes Sociais
  • Sociólogos
  • Estudantes de Psicologia (qualquer ano)
Objectivos Gerais
  • Aumentar os conhecimentos sobre abuso e dependência de substâncias
  • Desenvolver competências para intervir com indivíduos com abuso ou dependências de substâncias
Programa
  • Introdução – Caracterização das substâncias. Mitos e falsos conceitos. Contextualização actual dos consumos e tendências
  • Diferenciação das tipologias de consumo de substâncias e suas especificidades (DSM-IV, ICD-10) - Consumo de baixo risco. Consumo de risco. Abuso de substâncias. Dependência de substâncias.
  • Técnicas e instrumentos de detecção – Técnicas de entrevista. Técnicas de recolha da história clínica. Instrumentos auxiliares de diagnóstico (ASI, ICD-10, DSM-IV-TR, AUDIT). Meios complementares de diagnóstico mais utilizados
  • Tratamento e reabilitação – Avaliação dos níveis de intervenção. Modelo integrador: Tratamento Combinado e por Etapas (TCE). Abordagens em ambulatório (abordagem motivacional; modelo de intervenções breves; programa de prevenção de recaídas). Abordagens em internamento (desintoxicação; programas psicoterapêuticos estruturados; plano individual de recuperação). Grupos de auto-ajuda
  • Programas de intervenção em meio laboral – Elaboração de programas em meio laboral. Dispositivos de controlo
Metodologia
  • Metodologias expositivas, demonstrativas e activas
  • Role-play e discussão de casos
  • Observação de actividade durante 1 dia na Comunidade Terapêutica da Caritas Diocesana de Évora
Duração
30 horas
(No dia 20 de Outubro o curso realizar-se-á na comunidade terapêutica de Évora)
Coordenador
Prof. Doutor Domingos Neto
(Psiquiatra)
Formadores
  • Dr. Joaquim Gago (Psiquiatra, Comunidade Terapêutica de Évora)
  • Dr. Mário Marques (Psicólogo, Comunidade Terapêutica de Évora)
  • Rui Gago (Psicólogo, Comunidade Terapêutica de Évora)
  • Dr. Fernando (Psicólogo, Comunidade Terapêutica de Évora)
Calendarização
As sessões decorrerão das 9.30 às 12.30 h e das 14.00 às 17.00 h nos seguintes dias e locais:

Outubro: 18, 19, 20*, 21 e 22

*(na comunidade terapêutica)
Certificado
Os formandos terão acesso a um certificado de formação em Abuso e Dependência de Substâncias, desde que frequentem, pelo menos, 4 dias de formação (90%), uma vez que se trata de formação presencial.
Inscrições
(Limitadas 20 Formandos)
Totalidade: 170€
Fraccionado: 95 € x 2 mens.

(Inclui transporte de ida e volta a Évora e almoço no dia 20 de Outubro)
No acto de inscrição é necessário comprovar habilitações.

Em caso de desistência, só haverá lugar a reembolso quando for comunicada até 11 de Outubro de 2010 (inclusive).
Curso teórico-prático de Prevenção e Intervenção na Depressão
CRIAP - Centro de Reabilitação,Intervenção e Apoio Psicológico, Lda.

Área de formação: Não Especificada
Financiamento: -
Modalidade: Presencial
Tipo de Certificação: Outro
Tipo de Formação: Outro
Distrito: Porto
Regime Horário: Fim de Semana
Horário: Sábados – 9h30 às 13h00 e das 14h00 às 17h30.
Data Inicio: sábado, 23 de Outubro de 2010
Preço: 350,00 €
Preço sócio:
Local: Porto
Duração:
Número de horas:
Ficha do curso:
Objectivos: Actualizar conhecimentos nas áreas do diagnóstico, prevenção e intervenção cognitivo-comportamental e psiquiátrica na depressão. Desenvolver competências clínicas na conceptualização de casos e definição de protocolos de intervenção terapêutica. Desenvolver e avaliar criticamente programas de prevenção da depressão derivados do modelo cognitivo-comportamental. Valorizar os contributos dos modelos cognitivo-comportamental, biológico e sistémico para a melhor abordagem terapêutica aos casos de depressão.
Conteúdo Programático: 1.º Módulo – Diagnóstico, clínica e TCC clássica da Depressão

2.º Módulo – Novos desenvolvimentos na TCC para a Depressão

3.º Módulo – Contributos sistémicos para a Intervenção Cognitivo-Comportamental na Depressão

4.º Módulo – Modelos biológicos da Depressão: actualização das terapêuticas e implicações clínicas

5.º Módulo – Prevenção da Depressão
Destinatários: Licenciados em Psicologia (Licenciatura pré-Bolonha); Mestres em Psicologia;
Estudantes a frequentar Mestrado Integrado em Psicologia. Internos de psiquiatria e médicos psiquiatras.
Formadores:
Observações: Modalidades de pagamento:
175€ no acto de inscrição e uma mensalidade de 175€
                    

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Oferta de Emprego

Câmara Municipal - Torres Vedras
Sector de Biblioteca da Divisão de Cultura e Turismo


Licenciatura na área das Ciências Sociais
Ciência e Tecnologia da Documentação e Informação  

Envio de candidaturas para: Câmara Municipal de Torres Vedras 
Av. 5 de Outubro, 2560-270 – Torres Vedras
Contacto: 261310400
Data Publicitação: 2010-07-14
Data Limite: 2010-07-26
 
 

Oferta de Emprego

Procura-se Técnico/a de Formação
Descrição da função:
Irá ser responsável pelo processo formativo nomeadamente: planeamento, concepção, organização, implementação, acompanhamento e avaliação das acções de formação. Tendo que:
• Organizar acções de formação modular;
• Recrutar formadores e informar sobre os objectivos globais e disponibilizar os meios necessários ao desenvolvimento das acções;
• Coordenar e avaliar as acções de formação, elaborando e utilizando critérios e instrumentos de avaliação pertinentes.
• Efectuar a gestão de Cursos de Educação e Formação de Adultos/Jovens.

Deverá possuir:
- Domínio das aplicações Office;
- Excelente capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal;
- Excelente capacidade de organização;
- Personalidade proactiva e dinâmica;
- Elevadas competências de planeamento, concepção, desenvolvimento e avaliação da formação;
- Valorizamos experiência comprovada no desempenho de funções similares;

Enviar: CV; Certificado de Habilitações e B.I. para incursovlc@gmail.com

Oferta de Emprego

Anúncio:

Função- Auxiliar de Ocupação de sala de Terapia Ocupacional para trabalhar com pessoas deficientes (a partir dos 16 anos em diante).
Prestar apoio à Terapeuta Ocupacional na sala de Terapia Ocupacional do Centro de Actividades Ocupacionais
Grupo alvo- Pessoas portadoras de Deficiência Intelectual, Física e Sensorial.
local: Casa de S. Vicente, Marvila, Lisboa.
Horário: das 9h - 17hs dias úteis. Mês de Agosto de férias.
Vencimento bruto: €675,00
Regime: inicio com contrato a termo certo, para entrada posterior no quadro de Pessoal - caso as duas partes cheguem a acordo.
idade: mais de 25 anos
pedimos já alguma experiência de base na área da deficiência e 12º ano de escolaridade ou o equivalente
Desejamos pessoa criativa e com energia (física e emocional) e que saiba lidar com situações críticas quando for necessário.
início da actividade: Setembro de 2010
recepção de candidaturas: até 22 de Julho
Processo de selecção de 22 a 30 de Julho
Agosto- encontramos-nos encerrados.

Se pensa possuir este perfil, pode enviar CV com contacto (só até dia 22 de Julho, após essa data não será considerado) para o seguinte mail institucional:
csvicente@msn.com com conhecimento para mim
Suzana Rodrigues ou
Joana Alves
ou Cristina Dias.

Oferta de Emprego

Definição de Serviço Social....

Assistente Social(m/f)

13-07-2010

 

Descrição:

Senhora responsável e meiga para dama companhia dia ou noite

 

 

Empresa: oferece-se

  • Distrito: Porto
  • Concelho: Porto
  • TipoAnuncio: Procura
  • Sector: Outros
  • Regime: Part Time
  • Habilitações: Ensino Básico
  • Tipo de contracto: Temporário
  • Experiência profissional: Outro
  • Função: Assistente Social

Publicado aqui.


Sem palavras.

divagações

Amanhã é sexta-feira. Lá vou eu sonhar mais uma vez....que vou ser sortuda a quem vai sair o euromilhões e segunda feira começo o meu dia a pensar que insituição, que projecto é que vou abrir???
Confesso que ao pensar nisso, muitas ideias me vêm a cabeça. Gostaria de fazer tantas coisas. De certeza absoluta que iria começar algum projecto relacionado com a toxicodependência. Isso de certeza absoluta. A menina que quando andava na faculdade dizia que gostaria de experimentar tudo menos trabalhar no âmbito da toxicodependência. Depois tive um professor que me deixou a curiosidade e que de certa forma alimentou a minha criatividade. Escolhi fazer estágio nessa área e apaixonei-me. 
Mas voltando ao meu sonho, iria começar outros projectos, um deles de certeza seria um centro de acolhimento.....como adoro crianças, como adoro ser criança e alimentar a criança que há em mim quando estou rodeada de crianças. Mas gostaria de conhecer outras realidades, outros mundos, outros problemas. C Sei lá.....há tanta coisa que queria experimentar, que gostaria realizar.
Tantos sonhos. Sonhar ainda é gratuito. Ainda não se paga impostos. Sonhar faz bem. 

Deixo-vos com I dreamed a dream na versão que mais gosto...

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dados do INE sobre pobreza em 2008 não reflectem crise actual

De acordo com o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em 2009, relativo aos rendimentos de 2008, a taxa de risco de pobreza caiu 0,6 pontos percentuais comparativamente ao ano anterior.

Por outro lado, o fosso entre ricos e pobres diminuiu em 2009: de acordo com o valor provisório hoje divulgados pelo INE, o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade, melhorou para os 35,4 por cento no ano passado, evidenciando uma “melhoria no distanciamento entre a população com maiores e a população com menores rendimentos”.

“Estes dados não reflectem os impactos da actual crise, que se agudizou muito durante o ano de 2009 e se mantém, com tendência a aumentar esse agravamento, em 2010”, considerou o presidente da Caritas Portugal, Eugénio Fonseca, em declarações à Lusa.

Já a presidente do Banco Alimentar Contra a Fome (BA) apontou que os dados do INE “são expectáveis, dada a situação de crise que se regista”, mas diz que gostava de ver dados mais actualizados.

“São dados relativos a 2008, estamos com ano e meio de atraso e eu gostava de ver dados que fossem actuais porque a grande incidência do desemprego foi nos últimos meses, no último meio ano, e gostava de ver como estes dados seriam actualmente”, disse Isabel Jonet.

O secretário da Pastoral Social, da Conferência Episcopal Portuguesa, apontou que apesar dos dados do INE serem científicos, “são sempre dados relativos a um passado”.

“Nós temos uma experiência em relação às instituições ligadas à Igreja [Católica], ou que nós acompanhamos, que mostra que os pedidos de ajuda não pararam de aumentar substancialmente ao longo deste ano, entre finais de 2009 e 2010”, revelou o padre José Manuel Pereira de Almeida.

O sacerdote não tem dúvidas de que estes serão dados já desactualizados e que são necessárias medidas “com uma urgência ainda não conhecida nos nossos dias”.

“Exige alterações em termos estruturais bem mais para lá do que é a simples resposta às urgências imediatas porque senão, depois de passar a crise mundial que temos, ficaremos a braços com outra, que é destrutiva e cujo quadro é insustentável”, defendeu.

O presidente da Caritas lembrou que os dados do INE mostram que “se perpetua uma especificidade da pobreza que é a natureza estrutural” e defendeu “como muito importante” que “se aproveitassem os dados estatísticos dos serviços da Segurança Social para se conseguir ter em tempo real informações mais objectivas sobre estas problemáticas”.


Consultar aqui


Observações pessoais:

Ter números, estatísticas aqui e agora que retratem a realidade actual é muito dificil. E mesmo quando temos os números mais ou menos actualizados, na minha opinião não retrata na sua plenitude a realidade. Acredito que a realidade é muito mais "negra" do que os números mostram. O aumento do desemprego ainda pinta este cenário de forma mais negra e obscura.

Outros Blogs

Aqui fica mais um blog com ofertas de emprego na área do Serviço Social entre outros. Achei interessante por isso resolvi partilhar.....

http://caixademprego.blogspot.com/

Oferta de Emprego

Assistentes sociais - (M/F)





Descrição/Função
Empresa privada no âmbito de serviços sociais e saúde,pretende
admitir assistentes sociais com o seguinte perfil:

- Licenciatura em Serviço Social;
- Valoriza-se especialização ou mestrado no âmbito da infância,
adolescência,adultez e/ou 3ª Idade;
- Experiência profissional relevante com mais de 5 anos;
- Possuir CAP válido (Certificado Aptidão Pedagógica);
- Vocação para trabalhar nas áreas saúde,educação,formação e
assistência social




Distrito Porto
Localidade Porto
Habilitações Curso Superior
Experiência profissional 5-10 anos
Características pessoais Sigilo profissional,responsável,maturidade pessoal e profissional,idoneidade
Idiomas Português,Inglês
Conhecimentos de informática Dominio de windows 2003 e 2007,SPSS e Internet
Empresa/Entidade Dominium Social - Consultoria,Desenvolvimento
Social e Formação Profissional
Sector de Actividade Saúde e Serviços Sociais
Tipo de oferta Emprego
Tipo de contrato oferecido Full-time
Contactos Dominium Social - Consultoria,Desenvolvimento
Social e Formação Profissional
Rua Miguel Dantas,18
4300-142 Porto
Portugal


Email: dominiumsocial@gmail.com

Monitores

O Projecto SUMMER CAMP está a recrutar monitores de actividades para os seus campo de férias a realizar durante os meses de Julho, Agosto e Setembro de 2010.

Oferecemos:

Formação
Alojamento
Pensão completa
Seguro de Acidentes Pessoais
Uniforme
Certificado de Participação

Requesitos Imprescindíveis:

Ter mais de 18 anos
Gosto por trabalhar com crianças e jovens
Alto nível de Responsabilidade
Capacidade de Liderança
Dinamismo
Formação Superior (caso seja estudante, deve estar a frequentar o último ano do curso)
Gozar de Saúde Mental e Física

As próximas entrevistas irão decorrer em Espinho.
Os interessados devem entrar em contacto através do 96 931 91 86.

Boa Sorte!

Oferta de Emprego

O Gabinete de Empregabilidade e Empreendedorismo da Murtosa pretende recrutar um/a Animador(a)Sociocultural para IPSS situada na Murtosa, com o seguinte perfil:

• Licenciatura em Animação Sociocultural
• Disponibilidade imediata
• Experiência e gosto pelo trabalho com idosos
• Criatividade, organização e dinamismo
• Capacidade de coordenação de grupos e actividades
• Sentido de responsabilidade e autonomia
• Carta de condução


Os candidatos interessados deveram enviar o Currículo para: geemurtosa@gmail.com ou dirigir-se ao Gabinete situado na Rua de Manuel José Lopes Pereira (Pardelhas-Murtosa), entre as 9h30 e as 17h30.

Oferta de Emprego

Anúncio:

Unidade de Cuidados de Saúde, recruta em regime de prestação de serviços animador sócio cultural.

Os interessados deverão enviar CV com foto para:

tania.figueiredo@gjc.pt

Read more: http://www.net-empregos.com/1030421/animador-socio-cultural/#ixzz0tlOXlvRr

Oferta de Emprego

•Aviso n.º 14088/2010. D.R. n.º 136, Série II de 2010-07-15

Município da Guarda

Procedimentos concursais comuns de recrutamento para ocupação de dois postos de trabalho em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado na carreira/categoria de técnico superior

1 lugar serviço social

Emprego Serviço Social

Anúncio:

A Geserfor S.A. recruta Técnico Superior de Serviço de Acção Social,
para organismo Público.

Requisitos:
- Licenciatura em Serviço Social
- Experiência na área
- Disponibilidade Imediata
Oferecemos:
Vencimento compatível com a função
Os interessados deverão enviar Cv para vaniacoelho@geserfor.pt
Olá a todos,
 
Estão convidados a participar na Churrascada da Misericórdia de Oliveira de Azeméis que vai se realizar no próximo Sábado, dia 17, a partir das 16h.
 
Reencaminhem este email e convidem os vossos familiares, amigos e vizinhos.
 
Este evento é aberto a toda a comunidade.
 
Os fundos revertem para as actividades dos idosos e crianças desta instituição.
 
A imagem  em anexo mostra aquilo que poderam contar...
 
Divulguem...!!!!!!!!
 
 
Com os melhores cumprimentos,
Ana Correia.
 
 

Oferta de Emprego

A Esdime Crl. encontra-se a recrutar formadores na àrea de Matemática, Informática, Cidadania, Português e Inglês.
As acções irão decorrer nos concelhos de Ferreira do Alentejo, Aljustrel, Ourique e Alvalade.
Podem enviar os curriculos para esdime@esdime.pt ou Esdime Crl. Rua do Engenho Nº10 7600-337 Messejana

terça-feira, 13 de julho de 2010

Oferta de Emprego

•Aviso n.º 13913/2010. D.R. n.º 134, Série II de 2010-07-13

MUNICÍPIO DE PENACOVA

Procedimento concursal comum para constituição de relação jurídica de emprego público na modalidade de contrato de trabalho por tempo indeterminado
1 lugar serviço social

Oferta de Emprego

ASSISTENTE SOCIAL (M/F) Oferta Nº: 587712955 Sector de Actividade da Entidade: ACTIVIDADES DE APOIO SOCIAL PARA PESSOAS IDOSAS, COM ALOJAME
Profissão Pretendida

Profissão: ASSISTENTE SOCIAL (M/F)

Número de Postos: 1

Local Trabalho

Freguesia(s): ALFAIATES;

Habilitações escolares

Habilitações Mínimas: Licenciatura

Horário Trabalho

Horário: 9:00H-12:30H E DAS 14:00H-18:00H

Descanso Semanal: FIM DE SEMANA

Condições

Conhecimentos Profissionais: A ENTIDADE PRETENDE ADMITIR TECNICO/A DE SERVIÇO SOCIAL PARA FICAR COMO DIRECTOR/A TÉCNICA DO LAR E CENTRO DE DIA;

Outros Dados

Tipo de Contrato Oferecido: A Termo

Duração: 6 (meses)

Trabalho a Tempo: Completo

Remuneração oferecida: 900 Euro 





IEFP

segunda-feira, 12 de julho de 2010

I Congresso Internacional de Mediação, nos dias 7,8 e 9 de Outubro de 2010.

GRAL – Gabinete para a Resolução
Alternativa de Litígios e o ISCSP – Instituto Superior de Ciências
Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, representado
pelo CAPP – Centro de Administração e Políticas Públicas, organizam,
no âmbito da Mediação de Conflitos, o I Congresso Internacional de
Mediação, nos dias 7,8 e 9 de Outubro de 2010.


Ministério da Justiça



Avenida Duque de Loulé, 72

1050-091 Lisboa

Tel.: +351 21 318 90 36

Fax: +351 21 304 13 49

Sonia.Reis@gral.mj.pt

www.gral.mj.pt

Estágio Profissional

Ref: 7301
Entidade: Cruz Vermelha Portuguesa
Tipo: Estágio 
Cursos: Ciências da Educação Ciências da Informação Jornalismo Serviço Social Serviço Social
Grau: Licenciado
Sexo: M / F
Função:
Cargo
Local: Faial
Média mínima:
Duração: 24 meses
Prazo: 2010-07-30
Contactos: Os interessados deverão enviar o CV (devidamente actualizado) até 30/07/2010, indicando a Ref.ª 7301 para: candidaturas_spcoel@dtp.uc.pt
OBS: Programa Estagiar L (Estágio remunerado): Este programa visa promover a inserção no mundo do trabalho de jovens recém licenciados ou com mestrado realizado no âmbito do processo de Bolonha, através de um estágio, numa empresa ou entidade. Destinatários: Jovens recém licenciados ou com mestrado realizado no âmbito do processo de Bolonha, com idade não superior a 30 anos, com domicílio fiscal na Região Autónoma dos Açores (a alteração pode ser feita apenas após a selecção do candidato) e que após a conclusão da formação nunca tenham exercido funções na área de formação ao abrigo de contrato de trabalho. Consideram-se jovens recém licenciados ou com mestrado aqueles que tenham concluído a respectiva formação dentro do período máximo de 18 meses anteriores ao prazo de apresentação da candidatura (só aplicável às ilhas de São Miguel e Terceira). Estágios com a duração de 12 meses, nas ilhas de São Miguel e Terceira, e de 24 meses nas ilhas de Santa Maria, Pico, Faial, São Jorge, Graciosa, Flores e Corvo, promovidos por empresas privadas, empresas públicas, Cooperativas, entidades sem fins lucrativos, Administração Pública Central, Administração Pública Regional, Administração Pública Local, com excepção das Juntas de Freguesia. As despesas inerentes a viagens entre o Continente e a Ilha do Faial, bem como despesas referentes à estadia e alimentação durante a realização do estágio ficarão a cargo do candidato.

domingo, 11 de julho de 2010

Oferta de Emprego

Precisa-se de Coordenador/a de CAF para ATL em São Marcos no Cacém. Habilitações de Animador/a Social e com residência em Sintra/Oeiras.
Inicio em Setembro
Enviar Curriculum para: asspasmarcos2@gmail.com

Oferta de Emprego

AVISO
Admissão de Pessoal
(m/f)

A Fundação AMI, Centro Porta Amiga de Angra do Heroísmo, pretende admitir jovens recém-licenciados à procura do primeiro emprego, para estágio no seu serviço, ao abrigo do “Programa Estagiar L”, nas áreas de Psicologia e Serviço Social. Pretende, nos mesmos termos, admitir jovens, com curso profissional de nível III, ao abrigo do Programa “Estagiar T”, na área de animação sociocultural.
Em relação ao local de trabalho o mesmo será fixado no Concelho de Angra do Heroísmo - Região Autónoma dos Açores.
De salientar que é atribuída uma compensação pecuniária mensal no montante no montante da Remuneração Mínima Mensal para os estagiários ao abrigo do “Estagiar T”, sendo este valor majorado em 50% quando se tratem de estagiários ao abrigo do programa “Estagiar L”.
Os potenciais interessados deverão enviar o seu Curriculum Vitae, dirigido a Directora Técnica do Centro Porta Amiga de Angra do Heroísmo, até 20 de Agosto, por via electrónica, para o seguinte Correio electrónico: pa.angra@ami.org.pt

Oferta de Emprego

Anúncio:

Projecto para intervenção/reencaminhamento de Vítimas de Homofobia e Violência Doméstica, financiado pelo QREN no triénio 2010-2013, procura, para colaboração, um(a) Assistente Social, em regime de Prestação de Serviços (recibos verdes), em part-time.

Requisitos:

- Formação Superior em Serviço Social
- Experiência na área da Violência Doméstica (preferencial)
- Disponibilidade para horário part-time (4horas/dia, final do dia)
- Vocacionado(a) para projectos de intervenção social
- Residência em Évora

Solicitamos envio de Curriculum Vitae com fotografia e Carta de Apresentação, com indicação de expectativas salariais para joaocunha.evora@gmail.com


ATENÇÃO: Só serão consideradas as candidaturas enviadas para o email indicado. Apenas os candidatos seleccionados serão contactados.

sábado, 10 de julho de 2010

Lagarteiro: Daqui (quase) ninguém sai

Emília parece ter falido, como o bairro que habita, no Porto Oriental, já na fronteira com Gondomar. É como se aqui dentro, neste apartamento com janelas que só abrem para estender e tirar roupa, esperasse que algo libertasse as filhas e ao libertá-las a libertasse também.

O presidente da Junta de Freguesia de Campanhã, Fernando Amaral, acredita que este lugar periférico – inscrito numa zona com laivos de ruralidade, mal servido de transportes públicos, dotado de uma rede viária deficiente – se libertará. O Lagarteiro é um dos três contemplados com a Iniciativa Bairros Críticos, promessa de reabilitação urbanística e de reforço de cidadania.

Não haverá obras dentro das casas, como Emília e os vizinhos tanto desejam. Apenas nos espaços comuns. Os políticos anunciam-nas para agora – para o segundo semestre deste ano. Os promotores distribuíram informação nas caixas de correio, mas Emília sabe lá. “Vivo aqui desde a idade do meu Miguel. Eu tinha 18 anos quando tive o meu Miguel. Nunca vieram fazer obras.”

Emília diz isto a apontar a tinta branca a escamar no tecto da cozinha, mesmo por cima dos armários brancos que ela e o marido há tanto ali colocaram. Vive aqui desde que o bairro foi inaugurado, em 1973, então com 248 habitações distribuídas por nove blocos. Já vivia aqui quando o bairro foi ampliado, em 1977, e passou a ter 446 habitações em 13 blocos.

Está atarantada com uma carta que chegou da Segurança Social por causa da suspensão do Rendimento Social de Inserção (RSI) da filha mais velha. E com a técnica da Reinserção Social que anda pelo bairro a fazer perguntas – tem de escrever os relatórios sociais.

As “meninas”, a Alice e a Tânia, estão presas desde 15 de Fevereiro de 2009. Respondem por tráfico de droga. O “menino”, o Miguel, está preso desde 28 de Março de 2008. Batia na companheira. Um dia, bateu-lhe tanto que ela não aguentou mais e foi à esquadra que antes era no bairro e agora é ao pé dos correios. Para os ver, a mãe corre ao fim-de-semana.

De manhã, Emília vai “às meninas”, ao Estabelecimento Prisional Especial de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos. De tarde, vai “ao menino”, ao Estabelecimento Prisional Regional do Vale do Sousa, e ao ex-genro, a dois passos, ao Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira. Não vai sozinha. Leva as crianças – apesar do ex-genro já ter ameaçado a ex-companheira, já ter ameaçado a ex-sogra, já ter ameaçado a filha.

Sobrevive com o Rendimento Social de Inserção (RSI) e com os abonos. Nem consegue pensar em trabalhar. Nem ela nem o marido, que teve um enfarte quando “as meninas” foram presas. Ainda é novo para a reforma – 59 anos, mais quatro do que a mulher –, mas perdeu o alento. Já era diabético, já tinha “problemas nos pulmões”. Agora, é um pai entristecido, de coração débil.

Há muita doença neste bairro. Rita Mendes, a coordenadora do projecto Escolhas, sente-o todos os dias. O queixume está sempre a entrar nos gabinetes dos técnicos que lidam com o Lagarteiro. E são tantos – Segurança Social, junta de freguesia, projecto Escolhas, Associação Norte Vida, Centro de Respostas Integradas Porto Oriental, Cooperativa Arrimo…

Emília está desfeita. Basta olhar para ela para a perceber desfeita. Reza. Não procura um psicólogo ou um psiquiatra, não vá isso servir para lhe retirarem os netos: o filho de Miguel e a filha de Alice, que ela ajudou a crescer.

Aqui, o RSI não estigmatiza. Aqui, há mais processos de RSI do que casas. Paradoxo: houve um salto inusitado desde de que foi anunciada a Iniciativa Bairros Críticos. Em 2006, 237 famílias recebiam RSI; hoje, 488.

Não lhe venham falar em cursos que não sabe para que servem nem em empregos que a impediriam de cuidar do marido e dos netos. O marido distribui publicidade quando aparece. Um trabalho tão incerto e tão mal pago que nem com ele terá contado o técnico que fiscaliza o RSI.

Não falta economia informal dentro destes blocos cor de tijolo ou cinzento-encardido. Enquanto Emília reza, Filomena senta-se na carrinha branca que está a pagar “à financeira” e que tem uma bandeira de Portugal atrás e um cachecol de Portugal à frente. É entre aquela toalha e aquele cachecol que guarda a fruta e os outros produtos que tenta vender a quem passa.

“No ano passado, a assistente social da Segurança Social viume aqui sentada e cortou-me 100 euros no RSI. Fiquei com 86 para o mês inteiro! O RSI é para a casa! Se a gente ganha alguma coisa a vender, é para comer. Ela diz que eu posso trabalhar! Eu trabalho desde os sete anos!”

A fábrica que a empregava fechou. Como fecharam muitas fábricas na zona oriental do Porto, no distrito, na região. E ela não se deprimiu. Recusou-se a ser mais uma mulher deprimida num dos mais deprimidos bairros de uma das mais deprimidas zonas de um país deprimido.

O Porto ampliado

O Lagarteiro é o Porto ampliado, interpreta Virgílio Pereira, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto: “Não é só a baixa escolaridade e a baixa qualificação profissional [a reproduzir pobreza, exclusão]. É também a ausência de trabalho ou a existência de trabalho muito precário.”

A industrialização do Porto, que principiou em meados da segunda metade do século XIX, atraiu muita gente do interior, do campo. E foi para resolver os severos problemas dessa gente que se amontoava, que vivia em condições insalubres, que em 1956 arrancou um megaprograma de realojamento em bairros que se foram construindo na periferia.

A desindustrialização das últimas décadas deixou pais desempregados e filhos sem perspectivas de emprego. “Noutras zonas, houve desindustrialização, mas a população tem relações mais móveis com o trabalho. No Porto, o enraizamento geográfico é intenso”, salienta Vergílio Pereira. Que quer isto dizer? O fechamento do Lagarteiro, como o fechamento de Emília, não é só físico. As pessoas que aqui moram tendem a viver quase só em torno do espaço do bairro e da área envolvente. E isso impede-as de irem à procura de oportunidades onde elas existem.

“Filomena da fruta”, volta de ouro ao pescoço, argolas de ouro nas orelhas, mostra um bilhete de penhora: “Fui empenhar um anel e uma aliança para ter dinheiro para esta semana: 189 euros! Quantas vezes vou empenhar coisas! Se lhe fosse a mostrar o saco de papéis que tenho em casa! Oh! Gasto 130 euros por mês em medicamentos e vou à doutora pedir ajuda e ela diz que não tem dinheiro. Sou diabética. Tenho dois nódulos na tiróide. Tenho um fibroadenoma na barriga. Há tempos, caí da carrinha e parti os dentes. Ando a tirá-los. Se fosse outra, metia-se em casa.”

Vive com a filha, de 32 anos, e com um neto, de oito, num T3 impecavelmente arrumado: “O menino é hiperactivo e o pai é um garoto: não ajuda! Até se desempregou para não dar nada ao filho. Trabalhamos muito eu e ela para lhe dar tudo o que ele precisa, para ele ser mais do que a gente. Ele não vai a lado nenhum sem ela. Ela também tem RSI. Ela andou a fazer o 9.º ano, no Novas Oportunidades, mas foi de noite. Vai fazer o 12.º agora!”

São sempre as mesmas caras no gabinete de atendimento de junta de freguesia, a funcionar duas tardes por semana – e a fazer monte, apesar de, com a Iniciativa Bairros Críticos, a Segurança Social aqui ter colocado uma técnica. O assistente social José António Pinto trabalha no bairro desde 1997. Conhece-as, conhece as suas vidas. Albina ajuda-o a aliviá-las.

“Bininha” também ficou sem emprego aos 50, quando a fábrica fechou. E assim, desocupada, começou a ocupar-se de quem dela precisava.

“Estive dez anos a olhar por um velhinho. Ele tinha Alzheimer. Eu dava-lhe o banho, fazia-lhe a barba, cortava-lhe o cabelo.”

O “velhinho” chamava-se Adelino e “estava muito sozinho”. Uma doutora, lá do centro de dia, é que lhe disse: “’Bininha’, é preciso deitar a mão a este senhor.” A casa “estava muito velha”. “Bininha” até lhe pregou tábuas no chão. Um dia, fez um requerimento à câmara e a câmara chamou a Segurança Social para o levar para um lar. Ele deixou de andar ao terceiro dia.

O sr. Adelino ainda dormia em casa e já alguém falara com “Bininha” sobre o sr. Manuel. Não deixava a mulher, alcoólica, dar-lhe banho. E lá ia “Bininha”. Também ia ajudar a vestir o sr. Ernesto, que “passava a vida no Hospital do Conde de Ferreira”. A certa altura, eram três. Aqueles dois e uma senhora, “que morreu aos 90 anos”. Mas para essa pagavam-lhe. “Os filhos ganham bem”. “Bininha” ficava lá “de dia e de noite”.

“Se ela durava mais tempo, eu não aguentava. Estava sequinha, sequinha. Mal comia para estar à beira dela!”

Ajuda no posto dos correios; dois dias por semana, ajuda no gabinete da junta; e com isso faz vida. Chega às 13h45, abre a porta, toma nota (na cabeça) dos nomes por ordem de chegada. Limpa. Se for preciso, vai entregar um papel, vai chamar alguém. Ainda há pouco, foi “com o dr. Pinto dar banho a um homem”. Lavaram-no, vestiram-no, levaram-no ao hospital.

“Foi despejado. A cabecinha não regula bem. Agora dorme nas urgências do Hospital Santo António.”

Às vezes, “é complicado”. Há pessoas “desesperadas, que precisam de dinheiro para pagar a água, a electricidade ou a medicação”. Acontece entrarem furiosas. Apesar do técnico ser acarinhado, ainda há pouco “Bininha” teve de se meter à frente de um que o ameaçava.

Ela não mora aqui. Mora a uns metros. Mas há uma relação de anos. Vem um e diz: “Ó ‘Bininha’, dê-me uma moeda para um café!” E ela leva a mão à carteira. É preciso qualquer coisa: “Vai à ‘Bininha’, que ela resolve!”. E a pessoa não tarda a procurá-la: “Ó ‘Bininha’!”

“Este bairro é uma miséria!”

“Só Deus nos pode julgar”

Como é que se chegou a esta dependência? José António Pinto, mestre em Sociologia, culpa o modelo de desenvolvimento económico, “que não cria oportunidades de inserção através do trabalho”; a formação profi ssional, “que leva a concluir que fazer cursos não traz emprego” (se a bolsa for inferior ao RSI, “ninguém se inscreve”); e as “políticas sociais desajustadas” (“ganha 450 euros, tem de pagar infantário, renda, água, luz”).

O comportamento do poder local também lhe faz comichão: “A junta tem um posto de atendimento, a câmara manda cartas.” E o dos moradores: “Não há uma associação de moradores. Parte-se um vidro, insulta-se o carteiro, conduz-se sem capacete. Ninguém toma uma posição porque não há uma estrutura organizada. As pessoas não têm noção do que são deveres, direitos, cidadania. E não têm auto-estima, estão sem energia, acreditam que fracassaram, que não são capazes de mudar a sua vida nem a da comunidade.”

Quem aqui mora sabe ser olhado de lado por quem não mora aqui. Ninguém quer vir aqui. E quando alguém sai daqui leva, quase sempre, o bairro consigo. Nos jeitos – de andar, de falar, de estar. E, também por isso, muitos parecem colados aos muros. Numa das paredes da escola de primeiro ciclo, marcada pelo insucesso e pelo absentismo, alguém escreveu: “Só Deus nos pode julgar”.

Às vezes, só resta a fé. “Lúcia do avental”, empertigada nos seus 75 anos, nunca a perdeu. Tem uma colecção, logo na entrada, de nossas senhoras e de santinhos com sensibilidades diversas. E passa rifas, mas já passou drogas. E teve dez filhos, mas já viu morrer seis.

“Passaram tanta fome quando eram pequenos e não morreram! Morreram grandes. Dois de acidente, um de cancro, dois por causa da droga. O último morreu há uns meses com uma cirrose. Ele pedia a Deus para levá-lo. Eu dizia-lhe: ‘Tens de sofrer. Quando Deus quiser, vais’.”

Está cansada. Recebe 230 euros de reforma. E, com isso, nem água nem luz paga – aqui há muitas As pessoas que aqui moram tendem a viver quase só em torno do espaço do bairro e da área envolvente. E isso impede-as de irem à procura de oportunidades onde elas existem puxadas de água e de luz (cada vez que os fornecedores cortam, chama-se quem sabe ligar).

“Já devo uns quatro mil euros de luz, uns cinco mil de água. Deixou-se de pagar quando estava presa. Enquanto uma filha aqui viveu, pagou tudo direitinho. Depois ficou outra, a mãe desta minha neta que está aqui, e essa gastava tudo em droga. Se me deixassem pagar cinco contos por mês, eu abatia…”

A neta instalou-se no T4. E trouxe o marido e o filho, bebé. E ainda há pouco ficou um neto com pulseira electrónica.

“Já pedi tantas vezes para mudar! Queria ter uma casa tipo 1, para estar sossegada o resto da minha vida.”

Bailarina dos The Puppet’s

É este convívio forçado de gerações que aqui gera mais processos de RSI do que de casas. Daisy, uma rapariga de 28 anos com uma lágrima tatuada no rosto, acaba de perder a sua.

“Trabalhava poucas horas. Não tinha ordenado fi xo. Estive um ano e tal sem pagar a renda. Tive uma ordem de despejo. Fiz um plano de pagamento. Recebia 180 euros de RSI e fui pedir um subsídio extra à Segurança Social. Quando pedi que me baixassem a prestação, disseram-me que tinha de sair, que a casa estava só em nome da minha mãe. A minha mãe já saiu há tanto tempo! Eles sabem! Estou com a minha avó há um mês e meio. É horrível.

É muito empenhada como bailarina do grupo de hip-hop The Puppet’s. Não o é como aluna do “curso de autonomia” que acaba de iniciar. Isto “é só um curso daqueles que ensinam a cozinhar, a lidar com a família, com o emprego”. E ela está lá “só por causa do dinheiro”: 420 euros mais subsídio de alimentação e de transporte, bem melhor do que os 180 de RSI.

O que queria era tirar um curso de organização de eventos. Adora dançar, adora organizar espectáculos. The Puppet’s faz dois ou três por mês. The Puppet’s Kids faz outros tantos e ela ajuda-os sem cobrar. Dá aulas de dança hip-hop. Mas nem juntando o que ganha no hip-hop ao que ganhava com o RSI conseguia enfrentar as despesas básicas.

Não morre de amores pelo trabalho. Sempre tiveram uma relação estranha. Abandonou a escola aos 12 anos para trabalhar numa fábrica. Aos 17, engravidou e o companheiro proibiu-a de trabalhar. Só voltou a trabalhar quando o deixou – aos 25. E desde então saltita de trabalho em não trabalho.

“Não fico muito tempo. Não gosto que me calquem. Se calhar, tenho de aprender a engolir. Se calhar, sou assim e nunca vou mudar.”

Não vê o emprego como fundamental?

“Neste momento, o único curso que tenho é de ajudante de cozinha. Se arranjo um trabalho a ganhar 500 euros e uma casa a pagar 300, com que dinheiro fico? O que como? Estou um bocado perdida. Tenho de conseguir recuperar o meu espaço, os meus dois filhos, mas vai demorar. Vou viver o dia-a-dia. Não vou fazer planos. Fazer planos não leva a lado nenhum.”

Alguém fez planos para ela, como alguém fez planos para o bairro. O plano feito para o bairro combate a pobreza? “Ainda decorrem negociações para ultimar aspectos do projecto, pelo que se considera prematuro produzir declarações neste momento”, respondeu o assessor do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, quando se lhe pediu para conversar sobre isto com a coordenadora da equipa que aqui se instalou em Fevereiro de 2009.

José António Pinto não acredita que a Iniciativa Bairros Críticos resgate o Lagarteiro à letargia: “As pessoas estão cansadas de projectos. Os resultados têm sido zero. O que é a Iniciativa Bairros Críticos? Uma comissão de festas! As questões centrais passam-lhe ao lado. As pessoas precisam de obras dentro de casa, de desdobramentos, de equipamentos sociais, de emprego. Nem só o edificado é importante? É verdade. É preciso melhorar a auto-estima? É verdade. Mas o bairro está pior. Há mais pobres, mais putas, mais tráfico, mais esquemas, mais economia paralela. Também há mais parabólicas…”


Ana Cristina Pereira


Consultar aqui


Observações pessoais:
Concordo com algumas coisas, discordo de outras. Acho que o RSI é muita das vezes mal empregue. Custa-me aceitar que para pessoas sem obrjectivos pessoais e profissionais haja um enorme facilitismo para conseguir a atribuição de RSI, para pessoas que tiveram pequenos azares que lhes modificou a vida esperam meses pelo deferimento. Tenho uma amiga minha, divorciada, com um filho de 5 anos. Separou-se recentemente porque era vitima de maus-tratos fisicos e essencialmente psicologicos, e p processo da separação e da guarda da criança continua a desenrolar-se nos tribunais. Enquanto isto, a minha amiga foi obrigada a ir para casa dos pais.Desempregada e com um filho de 5 anos, resolveu apostar nela propria e investir num sonho antigo: tirar a carteira profissional d cabeleireira. Viu-se obrigada a recorrer ao RSI para se sustentar, sustentar o filho, e conseguir pagar o seu curso para mudar o rumo da sua vida. Esperou 5 meses e teve que fazer prova mais que uma vez que estava em processo de divórcio, porque o requerimento vinha sempre indeferido.Hoje trabalha num salão de cabeleireiro cá em Coimbra, continua a viver em casa dos pais com o seu filho. O processo continua a arrastar-se nos tribunais. Mas está a começar a organizar a vida dela, a juntar uns trocos para um dia ter o seu cantinho.O ex-marido da minha amiga, denunciou a CPCJ que ela maltrata a criança e que a criança nao tinha condições habitacionais e que passava fome. As técnicas da CPCJ na mesma semana foram conhecer o lar da minha amiga, mas para a ajudar esteve 5 meses à espera do deferimento do RSI.

Não acredito que o problema do Lagarteiro passe só pelo bairro, pelo ambiente e pessoas do bairro, não acredito que é por as pessoas terem-se deixado ficar pelo bairro ou pela área circundante. Acredito que passa pela falta de expectativas que as pessoas tem acerca de si proprias e a forma como isso transcende as gerações. Se temos fracas expectativas acerca de uma criança, e se as deixarmos transparecer, a criança vai interiorizar isso e acaba por ser uma pessoa com fracas expectativas acerca de si propria e do seu desempenho. A imagem do Lagarteiro contribui e muito para este cenário.

Penso que exige medidas multidisciplinares e criativas para tentar encontrar o bom caminho. Os recursos são escassos e o Estado aposta cada vez menos na área social. O peso deste cenário e de outros vai-se amontoando como quando deixamos acumular a roupa para passar a ferro. Afecta-nos a todos, tem um enorme impacto na sociedade em geral, mas para os politicos que vivem em bairros ou apartamentos fantásticos o que é que isso importa????

Oferta de Emprego

Descrição
A Adecco Recursos Humanos encontra-se neste momento a recrutar para empresa sua cliente, ligada à área da saúde, profissionais com o seguinte perfil:

Requisitos
- Formação superior;
- Experiência na área;
- Responsável;
- Dinâmico (a);
- Residência na zona (factor preferencial);
- Disponibilidade total e imediata;


Os interessados deverão enviar o seu CV para braga@adecco.com ou entrar em contacto através do 253202680.
Os candidatos validados serão contactados no prazo máximo de 15 dias.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Breathingearth



http://www.breathingearth.net/

Um dos recursos curiosos que a web disponibiiza.
O mapa, além de indicar quantas pessoas nascem e morrem no mundo a cada instante, revela-nos, também, a população de cada país e as emissões de CO2. Basta colocar o cursor em cima de cada país.
 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cáritas de Portugal ajuda a reconstruir 376 casas na Índia

Contribuição resulta da campanha de ajuda ao Sudeste Asiático

Uma delegação da Cáritas Portuguesa encontra-se na Índia para avaliar a implementação de projectos de desenvolvimento resultantes da campanha de apoio às vítimas do Sudeste Asiático, realizada após o tsunami ocorrido em 2004.
Os habitantes de Sattankupan foram recolocados em 376 casas construídas pela Sociedade de Serviço Social de Chennai, com a ajuda financeira da instituição de apoio social da Igreja católica.
Entre as várias famílias beneficiadas, Bhaskar, a mulher e mais cinco filhos estão agora numa situação melhor.
“Vivia numa casa com mais seis famílias. Agora vivemos em casas separadas. Cada um tem a sua. É mais confortável para nós. Sentimo-nos muito melhor”, diz Bhaskar.
Outras aldeias não tiveram a mesma sorte: Kanniapan e Alamelur residem numa povoação de pescadores, a poucos quilómetros de Sattankupan, encontrando-se, entre muitos outros, à espera de realojamento.
Nos dias bons, Kanniapan consegue trazer para casa 200 rupias, cerca de 3 euros e meio, mas há duas semanas que o dinheiro escasseia para alimentar a família.
O casal e os oito filhos partilham uma cabana feita de folhas de palmeira, num espaço exíguo.
“Vivíamos numa aldeia aqui perto e perdemos a casa com o tsunami. Como não tínhamos documentos, não nos deram uma casa nova. Viemos morar para esta terra, mas não é nossa, é do governo. O governo pôs aqui as pessoas que ficaram desalojadas. E aqui ficámos”, conta a mulher.
O dinheiro recolhido com a campanha "Cáritas Ajuda as Vítimas do Sudeste Asiático" já contribuiu com mais de 700 mil euros para projectos de apoio às populações afectadas pela catástrofe.
João Duarte (RR), na Índia
Consultar aqui

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Oferta de Emprego

JUNTE-SE A NÓS.

Se desejar integrar a nossa equipa e colaborar nas áreas do Apoio Domiciliário e das Residências Assistidas, envie o seu Curriculum Vitae (CV) para recrutamento@residenciasmontepio.pt, indicando os seguintes dados:

Nome completo
Morada
Contactos telefónicos
Endereço de e-mail
N.º Contribuinte
N.º Carta de Condução
Nesta data, estamos a recrutar novos colaboradores para exercerem funções na área de Lisboa, e procuramos:

Médicos
Directores Técnicos
Supervisores
Assistentes Sociais
Enfermeiros
Ajudantes de Acção Directa
Técnicos de Manutenção