quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Resolução exige que França suspenda as expulsões de ciganos

O Parlamento Europeu aprovou uma resolução exigindo às autoridades francesas que "suspendam imediatamente todas as expulsões de ciganos".

No texto – proposto pelas bancadas de esquerda e aprovado por 337 votos – os eurodeputados declaram a sua “viva apreensão” com o comportamento de Paris e “de outros países” em relação aos ciganos e lamentam a “reacção tardia e limitada” da Comissão às expulsões. Sublinham ainda que “a retórica inflamada” que tem sido usada “confere credibilidade às declarações racistas e acções da extrema-direita”. A imprensa classificou a iniciativa do Parlamento Europeu um puxar de orelhas “seco” e “muito pouco habitual” a um dos países fundadores da União Europeia.

Desde Janeiro, França repatriou 8300 ciganos romenos e búlgaros, mais de mil só nos “voos especiais” das últimas semanas. Paris alega que o grosso dos repatriamentos são voluntários e conformes à lei comunitária. O ministro francês da Imigração, Eric Besson, viajou para a Roménia, a fim de exigir ao país que adopte um “plano nacional de emergência” para integrar os ciganos.


Observações:

Enquanto contribuinte confesso que algumas coisas me incomodam......vejamos:
No outro dia estava no centro de emprego e entrou um casal cigano com um bebé com cerca de 6 meses aparentemente, a funcionário que estava no balcão fez questão de se levantar ajudá-los a tirar a respectiva senha e claro a senhora teve prioridade porque tinha consigo um bebé de colo....o que achei estranho é que foram chamados logo em seguida e o respectivo marido fez questão de acompanhar a senhora....fica a pergunta quem é que foi atendido??? o marido??? ou ela??? 
Mas o mais estranho acontece quando olhei para traz de mim e reparei numa senhora que tinha um bebé pequeno provavelmente com a mesma idade e estava sentada com o bebé ao colo a dar-lhe frutinha que tinha trazido num recipiente de casa. Aquilo deu-me uma volta ao estomago. Sei o que custa a uma mãe andar de um lado para o outro com o filho atraz e ter que se dar comer respeitando os horarios das crianças muitas vezes em lugares cheios de gente e cheio de confusão. Ora perante esta dualidade de critérios comecei a ficar mesmo incomodada, de tal maneira que eu não conseguia ficar sentada mais um único segundo a ver tal injustiça. Levantei-me, dirigi-me a senhora e disse-lhe: aquele casal que acabou de entrar teve direito a atendimento prioritário porque tinha um bebé ao colo, e porque é que aquela senhora que está com aquele bebé não tem o mesmo direito? A senhora ficou muito atrapalhada e justificou a situação dizendo que não tinha reparado. depois lá se dirigiu a senhora e perguntou qual era o número da senha para ser atendida assim que possível. 
Vejamos outras situações:
Fui trabalhadora estudante....já fiz de tudo....quase tudo....os meus pais são comerciantes ambulantes, vendem nas feiras....e eu sempre trabalhei com eles e sempre ajudei. Nas feiras como sabem existem montes de ciganos que não tem respeito nenhum pelos próprios colegas, tentam roubar os colegas, tentam manipular o uso do espaço. No meu 3º ano de faculdade, mais concretamente no dia 1 de Novembro fui como sempre fazer uma feira com os meus pais. Chegamos ao recinto eram 4h30m da manhã, reparei num silêncio estranho entre os colegas que nos olhavam como se quisessem dizer alguma coisa mas que não pudessem. Quando saio da carrinha reparo que ao meu lado esta uma carrinha que não é habitual estar ali. O dia começa amanhecer e começo a reparar que existe sangue espalhado pelas ervas...quando olho e vejo 2 ciganos que saem da carrinha para começar a montar a banca deles. Derrepente algo me chama a atenção na parte sul do recinto e vejo que o comerciante que habitualmente costumava montar ao meu lado está a tentar montar a banca ali. Em rápidos segundos imagino o cenário todo, assim que volto a olhar vejo os 2 ciganos que estavam ao meu lado a irem em direcção a esse comerciante pegaram numa estaca de ferro e começaram a espancar o senhor. E ninguém fez nada. Chamaram a policia, e sabem o que é que a policia fez??? NADA! Esse comerciante acabou por ter de se ir embora para evitar mais represálias. gastou dinheiro ao deslocar-se, é obrigado a pagar aos empregados na mesma, é obrigado a pagar o uso do espaço como se o tivesse usado, e ainda ficou com sequelas fisicas. E onde é que estava a justiça naquele momento??? 
Assim como uma outra situação que aconteceu numa feira perto de aveiro, em que aconteceu uma discussão entre 2 familias ciganas e começaram a disparar tiros, acidentalmente atingiram uma menina de 10 anos filha de um casal de comerciantes que nada tinha a ver com o assunto, simplesmente estavam no sitio errado, já que estavam muito perto do local. 

Quantas situações de atribuições de subsidios injustas nós conhecemos??? Quantas vezes sentimos que os ciganos e os cidadãos de leste andam constantemente a fazer assaltos e coisas do género e continuam a sair impunes da situação? Muitas vezes. Mas também não acredito que a solução passe pela expulsão destes cidadãos. Acredito sim, que enquanto não se criarem medidas e programas ajustados as realidades locais que nada vai mudar. mas questiono-me, agora são os ciganos, o que é que vai ser a seguir??? Será que temos esse direito??? São seres humanos.

UM GRAMA DE PRAZER

"Um Grama de Prazer" é uma reportagem que aborda o tema das novas drogas e a velocidade com que surgem no mercado; o comportamento alterado de quem consome e as consequências a nível cerebral.
A jornalista teve acesso a festas, onde a pratica de consumo de novos estupefacientes é uma realidade assustadora.
Vale tudo para alterar estados de espírito, atingir uma nova dimensão. Em Portugal há quem consuma um fertilizante para plantas que já provocou várias mortes no Reino Unido.
"Um Grama de Prazer" é uma reportagem da jornalista Patrícia Lucas, com imagem de Pedro Boa-Alma e edição de imagem de Sara Cravina.

Oferta de Emprego

Somos uma Associação sem fins lucrativos que há mais de 20 anos se dedica ao desenvolvimento de actuações com jovens. Com programas e serviços de formação de
carácter educativo, profissional, social e de inserção, trabalhamos com grupos em risco de exclusão social, jovens em conflito social bem como com jovens em geral.
Actualmente procuramos identificar profissionais para desenvolver actividade no nosso Centro em Vila do Conde.

Estão em aberto as seguintes oportunidades:
Monitor de Controlo (m/f)

Estes profissionais serão responsáveis pelo acompanhamento dos jovens nas suas actividades diárias, vigilância diária do Centro e intervenção como Técnico Profissional de Reinserção Social;Será valorizada experiência militar relevante.
- Escolaridade Mínima ao nível do 12º ano, Formação Superior ou Cursos Profissionais Técnicos nível III
- CAP
- Residência no Porto e/ou arredores.

Se considera reunir o perfil que pretendemos, não hesite em enviar a sua candidatura para: rrhhoporto@gmail.com, indicando a função a que se candidata e anexando o seu currículo com fotografia actualizada. Comprometemos-nos a tratar os dados pessoais que nos submeter com estrita confidencialidade.

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Oferta de Emprego

Somos uma Associação sem fins lucrativos que há mais de 20 anos se dedica ao desenvolvimento de actuações com jovens. Com programas e serviços de formação de
carácter educativo, profissional, social e de inserção, trabalhamos com grupos em risco de exclusão social, jovens em conflito social bem como com jovens em geral.
Actualmente procuramos identificar profissionais para desenvolver actividade no nosso Centro na Região Autónoma da Madeira.

Estão em aberto as seguintes oportunidades:
Monitor de Acompanhamento (m/f)

Este profissional, será responsável, enquanto Técnico Profissional de
Reinserção Social, pelo desenvolvimento de actividades lúdicas, criativas
e educativas e acompanhamento dos jovens nestas mesmas actividades.
Valorizamos experiencia anterior na área bem como Formação Académica
Superior.
- Escolaridade Mínima ao nível do 12º ano, Formação Superior ou Cursos Profissionais Técnicos nível III
- CAP
- Residência na Região Autónoma da Madeira.

Se considera reunir o perfil que pretendemos, não hesite em enviar a sua candidatura para: rrhhmadeira@gmail.com, indicando a função a que se candidata e anexando o seu currículo com fotografia actualizada. Comprometemos-nos a tratar os dados pessoais que nos submeter com estrita confidencialidade.

Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/882023/monitor-de-acompanhamento-m-f/#ixzz0z2X47iDI
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"Agarra esse emprego"

Serve o presente para o informar que, nas primeiras quartas-feiras do mês, tem lugar a formação "Agarra esse emprego", entre as 14h00 e as 18h00, no âmbito do Projecto VIPP (Valorização e Inserção Pessoal e Profissional). Mais se informa que as inscrições estão abertas.
Técnico a contactar: Isabel Andrade

Atenciosamente,

Odete Mota Feliz
Coordenadora CLDS - Projecto VIPP


--
CLDS Oeiras- Projecto VIPP
Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento
Rua Mário Moreira, Loja 12
2790-232 Carnaxide
Tel/TM:214161762/ 912388886

Fonte: Divulgação via e-mail por parte da APSS

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Seminário “Associativismo Jovem e República”.

O Instituto Português da Juventude, I.P, em parceria com o CNJ – Conselho Nacional de Juventude e a FNAJ – Federação Nacional de Associações Juvenis promovem no próximo dia 29 de Outubro no ISCTE em Lisboa o seminário “Associativismo Jovem e República”.
A inscrição é gratuita e deve ser efectuada até ao dia 5 de Outubro devendo a ficha de inscrição ser remetida para: carla.patrocinio@ipj.pt e sofia.sequeira@ipj.pt

Workshop

Oferta de Emprego

Part-time
1 vaga para Técnico Superior de Serviço Social
GIRA - Grupo de Intervenção e Reabilitação Activa, IPSS
Sede:Rua Luciano Cordeiro, n.º 34, 1º 1150-216 Lisboa
Telefone: 21 354 45 35, Telemovel: 93 602 75 78

O G.I.R.A. – Grupo de Intervenção e Reabilitação Activa, IPSS está a recrutar para Projecto de Apoio Domiciliário no âmbito da Saúde Mental em Lisboa, um(a) Técnico(a) Superior de Serviço Social, destinado ao preenchimento de uma vaga por motivos de licença de maternidade.
Requisitos:

• Licenciatura ou Mestrado Integrado em Serviço Social /Politica Social;
• Experiência na área da Saúde Mental (adultos); 
• Experiência na área da intervenção familiar;
• Carta de condução e veículo próprio;
• Disponibilidade imediata
Funções:

• Realização de visitas domiciliárias com o objectivo de intervenção com pessoas portadoras de incapacidade psiquiátrica e seus familiares/cuidadores, no âmbito do apoio psicossocial e da educação para a saúde;
• Admissão, gestão de processos e acompanhamento social dos utentes e familiares/cuidadores (comparticipações, pensões, RSI, etc); 
• Articulação com entidades intervenientes na área da saúde mental e outras das quais os utentes sejam beneficiários
Condições: 

• Contrato de trabalho pelo período de substituição da Técnica em situação de Licença de Maternidade;
• Regime de part-time, com horário de trabalho todos os dias úteis das 15h00 às 18h30
• Local de trabalho: concelho de Lisboa;

• Vencimento líquido: 416,32€;
• Obrigatória a utilização de veículo próprio, sendo as deslocações inerentes ao desempenho das funções pagas ao kilómetro pela Instituição
Nota: Os candidatos que não reúnam os requisitos expostos (nomeadamente ao nível da formação académica) serão automaticamente excluídos do processo de selecção.

Enviar CV detalhado para A/C Dra. Filipa Araújo: filipa.araujo@gira.org.pt

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

SEGUNDO CARLOS CÉSAR Açores orgulhosos do apoio social




O presidente do Governo dos Açores realçou sábado a extensão e a importância da rede de equipamentos de apoio social existente na Região, mas insistiu na necessidade, ditada pela actual situação, de “fazer mais com os mesmos ou com menos recursos.”
Carlos César acrescentou que “há que mobilizar a sociedade e há que impor e fiscalizar uma gestão mais eficiente em todos os equipamentos e em todas as instituições, visto que têm ao seu dispor um orçamento que, basicamente, é o resultado da contribuição de todos os cidadãos dos Açores.”
Á construção dos equipamentos acresce, como disse, a manutenção do seu funcionamento, num investimento vultuoso e permanente que exige uma gestão criteriosa, sendo certo que “se há necessidade de uma Instituição Particular de Solidariedade Social avançar para um equipamento deste tipo, é por que existem pessoas para serem utentes destes serviços, o que quer dizer, também, que está aberta a possibilidade de uma iniciativa privada neste domínios.”
Falando na cerimónia de lançamento da primeira pedra da obra de construção de uma cozinha e lavandaria de apoio ao Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia da Povoação – no valor de 1,4 milhões de euros, 1,3 dos quais da responsabilidade do Governo Regional – Carlos César disse que o volume desse apoio do executivo é revelador da dimensão do que está permanentemente em causa, bastando referir que, em S. Miguel, a capacidade de acolhimento em lares atinge os 350 lugares, número que espera aumentar para meio milhar até final da legislatura.
Lembrou, a propósito, que há 27 lares de idosos nos Açores, que correspondem a 1020 idosos acolhidos; existem 129 centros de convívio, frequentados por mais de quatro mil idosos; funcionam mais de uma dúzia de centros de dia, onde estão, em permanência, mais de três centenas de idosos; e há trinta e oito serviços de apoio domiciliário que abrangem cerca de 2200 beneficiários.
César frisou que, apesar de tudo, subsistem ainda alguns problemas, os quais levaram, de resto, à implementação, pelo Governo, de medidas de apoio suplementares àquelas que se encontram em vigor no resto do país.
Exemplificando, falou do complemento regional de pensão, que abrange cerca de trinta e seis mil pensionistas açorianos, o complemento solidário para idosos, de que beneficiam quase 3700 pessoas, e o sistema de comparticipação nos medicamentos, o COMPAMID, que abrange cerca de onze mil idosos.
Para Carlos César, tudo isso se integra na prestação de “um serviço social, nos Açores, do qual nos orgulhamos e do qual nos queremos continuar a orgulhar.”

Oferta de Emprego

Estamos a recrutar animador sócio-cultural para trabalhar com idosos na Margem Sul – Palmela (Setúbal).
Descrição da função:
A sinapse pretende recrutar colaboradores para a função de socio-cultural – Animação com idosos.
Perfil do candidato
- Idade até 35 anos;
- Gosto pelo contacto directo com idosos;
- Criatividade;
- Boa apresentação;
- Boa capacidade de dinamização de grupos;
- Formação em Animação Socio-cultural;
- Carta de condução;
- Capacidade de integração na equipa.
* Domínio de um instrumento musical
Oferecemos
- Formação contínua em animação;
- Remunerações compatíveis com a função;
- Regalias sociais.
Contactos:
www.sinapse.pt                                                info@sinapse.pt
Esta oferta foi publicada no WWW.NET-EMPREGOS.COM, o maior site de emprego em Portugal.

Oferta de Emprego

Precisa-se Monitor para ATL,em Instituição Particular de Solidariedade Social, nos Olivais - Lisboa, com experiência de apoio ao estudo do 2º e 3º ciclo. Com competências e experiência para desenvolver actividades extracurriculares, tais como dança, teatro, expressão plástica, informática...
É exigida carta de condução para carrinha de 9 lugares,para transporte dos jovens à escola.
Horário previsível: 11h às 19h
Pede-se referências.
Enviar apenas e no caso de preencher os requisitos acima mencionados.

Enviar mail para: director.cspsmo@gmail.com

Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1070868/precisa-se-monitor-para-atl-2-e-3-ciclo/#ixzz0ykWfyIQZ
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domingo, 5 de setembro de 2010

O meu mundo é a minha escola

Em Mértola, o maior concelho do Baixo Alentejo, o mais pobre e despovoado, estudar significa viajar de monte em monte, duas ou três horas por dia, e passar 12 horas longe de casa. As famílias estão conformadas, os alunos também. Ali todos sabem que a vida das crianças, do povo e da comunidade está nas mãos da escola. Foi por isso que resistiram ao ultimato «encerram todas as que tiverem menos de 21» alunos.

Qual calor abrasador, qual poeira colada à pele, qual cansaço de fim de ano lectivo? Os trinta quilómetros e as duas horas de pára-arranca passadas dentro da velha Ford Transit sem ar condicionado parecem dar-lhe um vigor fora do comum. Às 18h50, à chegada a casa, Filipe, 13 anos, aluno do 6.º ano da Escola EB 2,3/ES São Sebastião em Mértola, sai apressado da carrinha de transporte escolar e some-se porta dentro. «É a cegueira do computador», esclarece a mãe. 
Filipe é o único filho de Inácia e de José Horta. Ela tem 48 anos, ele 52. Ela tem a 6.ª classe, ele fez a quarta. A avó Maria Joaquina, uma matriarca que nos olha de soslaio do alto dos seus 88 anos, é analfabeta. A família vive no Monte do Esquecido, um lugar com três casas habitadas e outras tantas em ruínas, a trinta quilómetros de Mértola, onde moram mais dois idosos, um viúvo, outro solteiro.
Ao fim da tarde e sempre que o tempo o permite, o programa que ocupa os cinco adultos é o regresso do Filipe. O miúdo passa o dia na vila. Sai cedo para a escola. A carrinha vem buscá-lo às 6h30: «Até amanhã de manhã, senhor Luís», despede-se Inácia. 
A pressa do gaiato tinha razão de ser: «Estive na biblioteca e pus a sacar vários episódios de Naruto [um desenho animado japonês].» Caso para dizer que não foi à toa que o Filipe aderiu ao programa e-escola, pois o computador portátil que recebeu graciosamente é o que lhe permite levar o novo mundo para dentro da velha casa: «Na escola tem fartura de internet e aproveita. Nas férias vai a Vale do Poço, ali também é ilimitada», diz Inácia enquanto se dirige para a porta da entrada e afasta as fitas plásticas e coloridas. A passo lento e com as mãos nas algibeiras, José Horta segue a mulher e já dentro da cozinha confessa: «Já vi ali o castelo da Bela Adormecida e o Pinóquio. Ainda não havia luz eléctrica aqui no Monte e eu já trabalhava na iluminação da Eurodisney, em França. É em Paris, não sei se sabem. Está lá tudo o que eu fiz, vi ali na internet.» 
O pai de Filipe aponta para o Toshiba preto que o filho tem aberto sobre o assento de bunho de uma cadeira de madeira, mesmo ao lado da chaminé e da cana de paios fumados, e ordena com brandura: «Deixa lá a bonecada e mostra aí a estes senhores os países por onde o pai andou. Ele foi a Bielorrússia, a Rússia, a Alemanha. Depois casei e levei a senhora, mas ela não gostou...» 
Às voltas com uma caneca de café com leite e uma fatia de pão com margarina e com os olhos colados às personagens do manga japonês, a criança nem se mexeu. E assim permaneceu, imóvel, apesar das múltiplas insistências do pai. Por fim, Inácia pôs fim à contenda silenciosa: «Já sabes que a internet é muito fraquinha, não dá para nada.» E vira-se para nós: «Desde que o Filipe tem o computador, há para aí um ano, vem da escola e não quer sair de casa. Diz que está cansado... Nunca mais quis saber da PlayStation2. Sabem do computador? Foi a escola que tratou de tudo, foi oferecido. A internet é que custa cinco euros por mês. Em Mértola é que se têm interessado mais por ele.»

O milagre 

Filipe é o único filho do casal. Pessoas humildes, de parcos recursos (pai e mãe estão desempregados, a família recebe o rendimento social de inserção, e ele integra o Escalão A do Serviço de Acção Social Escolar, tem os livros pagos, almoços gratuitos, transportes garantidos) e pouca diligência. «Gostava de ter mais filhos, mas não calhou. Tempo para eles tinha a gente. O Filipe só foi para a pré-primária da Mina de São Domingos porque a médica de família dizia que estava muito atrasado na fala. Tinha aqui tudo para brincar, até carrinhos e triciclo», afirma Inácia. Mas faltava-lhe a convivência com outros miúdos. Com outros adultos, até. Faltavam-lhe os estímulos e os recursos que são decisivos no processo de desenvolvimento pessoal e social de qualquer criança. 
Luís Pernas, o motorista da Câmara Municipal de Mértola (CMM) que transporta as crianças e os jovens que vivem nos montes abrangidos pelo Circuito 5 – casas isoladas, dispersas pela margem esquerda do Guadiana, entre as povoações da Moreanes, Mina de São Domingos, Corte do Pinto e Vale do Poço – fala num milagre: «O Filipinho [é assim que é conhecido na escola] foi vítima do isolamento em que vivia. Quando o conheci mal falava e não sabia coisas básicas, como os dias da semana, contar, dizer “bom-dia”, “até amanhã” ou “obrigado”. Conheço o poder de mudança da escola – já ando aqui há muitos anos, já transportei os pais destes miúdos – mas nunca pensei que esta criança pudesse chegar onde chegou.»
Filipe tem memória desses tempos, mas essas coisas ele não quer lembrar e muito menos falar: «O que importa é o que eu vou fazer um dia, quando for grande.» A mãe ralha com o pai, que acende e fuma cigarro atrás de cigarro, e esboça um sorriso acanhado: «Gostava que ele estudasse e tirasse um curso e tivesse uma profissão. A professora diz que ele este ano esteve melhor. O problema é a Matemática e o Inglês.»
Alheio à conversa da mãe, que fala agora da lida da casa, dos animais e das marcas que o último Inverno, chuvoso e arrastado, deixou no Monte do Esquecido, sobretudo na horta e no meloal, Filipe encerra o computador e a conversa: «Eu vou tirar um curso multimédia e pronto. Tenho dificuldade na Matemática mas gosto da Física e da Informática. Tenho tudo o que quero aqui no computador.» E dito isto, levanta-se e corre para a rua: «Tenho oito ou nove gatos. O Filipe, a Gatilde, a Leoa, o Tigrinho, o Tigrão, o Migan... conheço-os todos. E tenho dois cães, o Cadete e o Tengarrinha, e duas cabras, a Pérola e a Castanha. Venham vê-las para falarem delas na entrevista que vai sair no jornal.» E conclui: «É por isto que gosto mais do Verão. No Inverno, saio de noite e chego de noite, já não posso fazer nada.» 

A ameaça

As consequências do isolamento no desenvolvimento das crianças são precisamente um dos argumentos que o Ministério da Educação (ME) tem usado para fechar as escolas do 1.º ciclo com menos alunos. Primeiro encerraram as que tinham menos de cinco crianças, depois dez, e este ano não vão abrir portas os estabelecimentos com menos de 21 alunos. 
E esse foi o destino que os responsáveis da 5 de Outubro delinearam, a partir dos seus gabinetes urbanos e envidraçados, para quatro das sete escolas que ainda sobejam no concelho de Mértola – o maior do Baixo Alentejo, em extensão, e o mais despovoado, com 7332 habitantes em 2008, segundo o Instituto Nacional de Estatística. Só em sete anos perdeu 25 por cento dos residentes, eram 9805 em 1991. Foi esse o destino mas já não é. Pelo menos por agora. E quem primeiro se rebelou contra a regra cega do numeral foi a direcção do Agrupamento de Escolas de Mértola. Seguiram-se os responsáveis da autarquia e os pais e encarregados de educação das crianças das escolas da Mina de São Domingos, Corte do Pinto, Penilhos e São Miguel do Pinheiro, os estabelecimentos escolhidos para porem trancas às portas este mês de Setembro.
«Seria um erro estratégico levar por diante a decisão de encerramento daquelas quatro escolas. Como não houve o cuidado de fazer um levantamento prévio das situações para conhecer as necessidades dos alunos e das famílias que seriam afectadas, a solução seria pôr as crianças a fazer cinquenta, sessenta ou mais quilómetros por dia, incluindo as do Jardim de Infância. E isso não. É mais prejudicial para o desenvolvimento de uma criança pequena ter de se levantar às seis ou sete da manhã e só voltar a casa ao fim da tarde do que ficar numa escola com 14 ou 15 crianças. É uma escola pequena, é certo, mas frequentar uma escola pequena é melhor do que passar duas ou três horas por dia numa carrinha.» Quem fala assim é Júlio Silva, director do Agrupamento de Escolas de Mértola, um homem que não se tem furtado a esforços para desenvolver um serviço educativo de qualidade no concelho onde nasceu e onde reside. 
O professor Júlio, como é conhecido na vila, é um dos poucos jovens que tornou à casa depois de formado: «Sei das dificuldades que vêm com o isolamento geográfico e social. Neste concelho há crianças e jovens que só contactam com outros das mesmas idades durante os períodos lectivos. Mas não é disso que estamos a falar. Quem tomou a decisão de encerrar aquelas quatro escolas não conhece a geografia, nem o tipo de povoamento, nem as estradas que servem aqueles montes. Não conhece nem procurou conhecer. Só olhou ao número, esquecendo que por detrás dos números estão pessoas, neste caso crianças.»
O que o director do Agrupamento de Escolas de Mértola e a sua equipa, professores, funcionários e famílias, temem é que decisões administrativas «baseadas em critérios meramente economicistas» mandem por água abaixo o trabalho de muitos anos. «Num concelho enorme e com um povoamento muito disperso é preciso uma boa organização, um grande esforço de meios e grandes doses de voluntarismo para garantir a escolarização a todas as crianças, incluindo as do pré-escolar, prevenir o abandono e reduzir o insucesso e é para isso que temos trabalhado. Por isso, não nos podemos conformar com decisões tomadas assim, de repente, só porque alguém se lembrou», acrescenta Júlio Silva. 
Em Mértola, conceitos como diversidade da oferta formativa, integração e inclusão dos alunos, parcerias com entidades locais, optimização da organização e da gestão, novas tecnologias da informação, espaços educativos ajustados e apetrechados, valorização dos méritos individuais e colectivos, escola aberta à comunidade, não são palavras vãs. Pelo contrário, são empreendimentos que se vêem e que se sentem. Que regozijam quem lá está e que surpreendem quem passa. Alguns decidem ficar.

Casal aventura

Foi o que sucedeu a Filipe Santos, professor de Biologia/Geologia. Natural da Guarda, licenciado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, há uma década ao serviço do ensino e dos alunos: «Estava nos Açores há três anos mas queria vir para o continente à viva força, por isso arrisquei Mértola. Vinha de um sítio fantástico – a Escola Francisco Ornelas da Câmara, na ilha Terceira, é um hotel de cinco estrelas, com todos os meios, colegas interessados, pais participativos, alunos empenhados – e encontrei outra igualmente estupenda, com recursos e pessoas com vontade de trabalhar. Aqui fiquei.» Ficou e, passado um ano, ele e a mulher, uma professora de Matemática que veio de Peso da Régua, tinham casa comprada no Monte dos Salgueiros, a vinte quilómetros de Mértola. Hoje, é lá que o casal aventura, como os colegas lhe chamam, vive com as duas filhas de um e três anos e, pasme-se, as meninas foram os únicos bebés nascidos na terra nos últimos dez anos: «Somos a família mais jovem daquela comunidade, mas sentimo-nos muito bem. O que não há em Mértola são cuidados de saúde e comércio e são esses serviços que temos de procurar em Beja ou no Algarve, em Vila Real de Santo António ou em Faro. São 45 minutos ou uma hora de carro.»
Quem se desloca do Algarve para trabalhar em Mértola todos os dias é o professor de Geografia Cipriano Teixeira. Vem de Tavira, a noventa quilómetros de distância, e regressa, o que perfaz 180 quilómetros diários. Mas vem por vontade própria: «Estou nesta escola por opção. Como abasteço de gasóleo em Espanha, a despesa com o combustível não pesa. O resto é ganho. Para entrar às 9h00 saio de casa às 07h45 e à tarde estou em Tavira a tempo de ir buscar a minha filha à escola. Passo o dia no local de trabalho. Sempre quis ser professor, gosto da relação pedagógica, gosto de estar com os alunos e de ensinar. Aqui tenho tudo o que preciso. Não faltam meios e há alunos que querem aprender.»

Até já?

Ricardo, estudante do 10.º ano do curso profissional de Bar e Restauração, é um dos alunos que se quer despachar. Tal como o professor Cipriano, também ele passa os dias fora de casa. Vem do Monte Negas, uma povoação a quarenta quilómetros da vila, na freguesia de São Pedro de Sólis, bem juntinho do Algarve. Um caminho que Ricardo conhece de cor e salteado: «Desde os 10 anos, quando vim para o 5.º ano, que ando nas carrinhas da Câmara. Não sou dos piores. Demoro uma hora para cá, outra para lá. Quando era mais pequeno custava mais, agora já me habituei. E vale a pena, a escola funciona bem e está muito bem equipada, os professores interessam-se por nós, não há casos de indisciplina e violência como os que vemos na televisão. E saímos daqui a saber!»
Ricardo deseja que o tempo passe depressa para concluir o 12.º ano e o curso. Mas ao contrário do professor que vem do Algarve, ele quer rumar para lá. Vai tentar juntar-se ao irmão, 23 anos, cozinheiro num restaurante em Faro. No Monte Negas deixará o resto da família, os pais – a mãe trabalha num lar de idosos, o pai labuta por conta própria – e a irmã de 25 anos, padeira de profissão. 
Mário Revés, 18 anos, também tem as malas feitas mas o seu destino é Lisboa. Ele já o previa. O que mudou desde o dia em que o encontrámos na Escola de São Sebastião, de cabelo molhado, acabado de chegar da vela (actividade dinamizada pela escola no rio Guadiana), e os dias de hoje foi o rumo profissional: «Acabei com média de 18, podia candidatar-me a qualquer curso, inclusive a Medicina, mas penso que não tenho perfil. Escolhi Matemática Aplicada à Computação, no Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Acho que vou mesmo entrar.»
A vida de Mário vai mudar. A da comunidade também. Menos um morador entre os vinte que ainda habitam o Monte da Corcha, freguesia de São Miguel do Pinheiro, a 23 quilómetros da sede do concelho, e menos um aluno que o seu pai, motorista noutra carrinha de transporte escolar da CMM, vai transportar: «Do Monte saíamos três, eu e mais dois. É cansativo e desgastante. Tenho passado 12 horas por dia fora de casa. Saio às seis da manhã, volto às seis da tarde. Chegava a casa e já não tinha vontade de fazer nada. Valiam os fins-de-semana para estudar.» 
Raquel e Elisabete, alunas do 12.º ano do curso de Acção social, olham uma para a outra, anuem com a cabeça e dizem quase em uníssono: «Isto do acesso à escola e da igualdade de oportunidades tem muito que se lhe diga.» E é verdade. Embora residam fora da vila – uma vive na margem direita do Guadiana, em Alcaria Ruiva, outra na margem esquerda, junto do rio, na povoação de Corte de Sines – e não se desloquem nas carrinhas de transporte escolar, conhecem bem o calvário de que os colegas falam e as carências das populações que vivem isoladas. Essa é uma das razões por que elas, que também estão de partida – Raquel candidatou-se a Terapia da Fala, na Universidade do Algarve, e Elisabete espera entrar no curso de Serviço Social, no Instituto Politécnico de Beja –, querem voltar. 

O prémio
Os sucessos dos alunos são o grande motivo de orgulho de uma escola que se situa numa das regiões mais pobres, envelhecidas e despovoadas da Europa, um cenário que tende a agravar-se. Este ano foram os alunos do 8.º ano da turma C que subiram ao palco do mundo para receber das mãos de Roberta Medina o Prémio Distrital Rock in Rio Escola Solar. A distinção chegou graças ao projecto Uma Casa Eficiente para a Nossa Gente, que procurou solucionar os problemas da falta de electricidade nas residências de duas famílias – um casal de idosos e um casal com dois filhos – que habitam no Monte de Vale de Romeiros, na freguesia da Corte do Pinto, através da montagem e instalação de uma estação fotovoltaica.  
A proposta partiu dos alunos, foi muito bem acolhida pelo professor Mário Sousa, de Educação Visual, e pela direcção da escola e facilmente granjeou o apoio da Câmara Municipal de Mértola e convenceu os moradores do monte. O envolvimento dos estudantes num projecto desta natureza aproxima a escola das comunidades, conforme o Projecto Educativo, e envolve-os sobretudo na resolução dos problemas que os afectam a eles e às populações locais: «Eles observam o antes e o depois, sentem que podem ajudar a melhorar as condições de vida das pessoas e sabem que é a escola que lhes dá as ferramentas», refere o professor Mário Sousa.  
Quem também deu de caras com os pontos fortes da Escola EB 2,3/ES São Sebastião foi a Inspecção-Geral de Educação. Longe dos tempos em que oitenta por cento dos professores que ali leccionavam eram contratados (actualmente só 35 por cento se encontram nessa situação), o relatório de avaliação destaca a qualidade do relacionamento entre alunos e professores, a diversidade de oferta educativa, a liderança do conselho executivo, a prevenção do abandono e insucesso escolar, a gestão dos recursos humanos, a qualidade do atendimento, a experiência e participação em projectos pedagógicos diversos. 
Louvores bem-vindos, pois em Mértola há razões de sobra para celebrar a educação. O próximo desafio é criar condições para os que vão estudar poderem um dia voltar. 

Câmara de Mértola assegura  transportes escolares

A maioria dos 777 alunos do concelho de Mértola gasta, em média, duas horas e meia em transportes para ir à escola. Do 5.º ao 12.º ano, todos têm aulas na Escola de São Sebastião, a sede do Agrupamento, à entrada da vila. Já os que frequentam o jardim-de-infância e o 1.º ciclo, deslocam-se para um dos quatro centros educativos (Algodor, Penilhos, São Miguel do Pinheiro e Santana de Cambas) ou para as escolas da Corte do Pinto, Mina de São Domingos e Mértola. 
O transporte dos alunos é assegurado pela Câmara Municipal de Mértola (216 crianças) ou pela Rodoviária do Alentejo (270). Para prestar este serviço às populações e garantir o direito à educação às crianças e jovens do concelho, a autarquia conta com dez motoristas e 14 auxiliares que se distribuem poroito carrinhas (cada uma percorre cerca de trezentos quilómetros por dia) e sete circuitos. A educação não tem preço mas tem custos: por mês, a CMM gasta 46 600 euros em combustível (o ME comparticipa as despesas de transportes dos alunos do 2.º e 3.º ciclos em cinquenta por cento) e 17 800 euros com pessoal. A estes gastos acrescem 15 mil euros em títulos de transporte (vinhetas escolares para as crianças transportadas pela Rodoviária). A despesa anual de desgaste das carrinhas (manutenção e seguro) ronda 21 mil euros. 
A CMM tem outros encargos com os alunos e com as escolas do concelho: 35 mil euros em refeições, 8600 euros em equipamentos e materiais, sete mil euros em despesas de funcionamento e assegura o transporte, gratuito, para todas as deslocações em visitas de estudo.



Observações:

Qualquer pessoa compreende que existe escolas com poucas condições fisicas e com poucos alunos e todos nós sabemos que de certa forma isso não é o ideal mas muitas das vezes é o melhor que se pode fazer. Fecham-se escolas com menos de 21 alunos, porque muitas tem defices nas infra-estruras e porque muitas das vezes são turmas mistas com vários anos lectivos; mas entre isso e obrigar uma criança a levantar-se as 5h da manha e regressar a casa as 19h, o que será melhor para estas crianças??? Eu andei numa escola mista, com crianças de anos lectivos diferentes e sinceramente isso não contribuiu de forma nenhuma para o meu insucesso. Na altura não sentia nenhuma dificuldade por isso, hoje continuo sem ver com é o problema em haver turmas mistas. O importante é haver um bom acompanhamento escolar respeitando os horários destas crianças. Que produtividade escolar consegue dar uma criança que se levantou as 4h da manha, andou 2h ou 3h numa camioneta velha por montes e vales???? Quem faz as leis não pensa nisto, não pensa nestas crianças. Tenho pena do nosso alentejo estar assim. Adoro o Alentejo, a comida, as pessoas....principalmente as pessoas. São de uma simpatia e de uma abertura que já não há igual. Se me surgisse uma proposta na área e que de certa forma conseguissemos uma transferencia familiar, areditem não pensava 2 vezes. O meu marido tem uma costela alentejana, os avós deles há 50 anos atraz decidiram vir para Lisboa porque já nessa altura os efeitos de uma desertificação aliada a falta de condições de melhoria de vida os obrigou a tomar essa decisão. Ambos adoramos o alentejo.....e tenho muita pena de ver o nosso alentejo cada vez mais deserto.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nova descoberta na luta contra o vírus da sida

Investigadores israelitas anunciaram ter conseguido destruir em laboratório células infetadas pelo vírus da sida sem prejudicar células sãs, noticia hoje o diário Haaretz.
 
 
Os investigadores da Universidade hebraica de Jerusalém precisaram ter conseguido desenvolver um tratamento à base de péptidos (composto químico formado pela união de aminoácidos) que desencadeiam a autodestruição de células infetadas pelo vírus da imunodeficiência humana.
Até agora, as únicas terapias contra a sida visam destruir o vírus presente nas células, com risco de este voltar a aumentar se o tratamento for interrompido ou se o vírus desenvolver imunidade aos fármacos usados.
O investigador australiano Abraham Loyter explicou ao Haaretz que ao fim de duas semanas, as células visadas não tinham reaparecido, "de onde se pode concluir que foram destruídas".
Num artigo publicado a 19 de Agosto pela revista britânica AIDS Research and Therapy, a equipa israelita -- constituída por Aviad Levin, Zvi Hayouka, Assaf Friedler e Abraham Loyter -- estimava que o seu trabalho pudesse "eventualmente permitir desenvolver uma nova terapia" contra o HIV.
Em Julho, investigadores norte-americanos anunciaram ter descoberto dois potentes anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das origens conhecidas do HIV, tornando potencialmente possível o desenvolvimento de uma vacina eficaz.
Mais de um quarto de século depois da identificação do vírus, o HIV é responsável por mais de 30 milhões de mortos.

Oferta de Emprego

Contrata-se Formador Ciencias Sociais

Guarda (Cidade)

A Comunilog Consulting empresa de consultoria e formação profissional pretende contratar para os seus quadros formadores / consultores das áreas das ciências sociais:
Psicologia
Sociologia
Ciências da Educação
Assistente Social/Trabalho Social
Ciências politicas
Psicopedagogia
 os interessados devem enviar cv e preencher os campos do seguinte link :
http://www.comunilog.com/c/bolsa-de-formadores

Anúncio: A655881

Tipo: Oferta

Criado em: 02-09-2010 02:18 AM

Contacto: recursoshumanos@comunilog.com

Telefone: 961544300, Comunilog Consulting

 

Fonte: http://emprego.trovit.pt/index.php/cod.frame/url.http%253A%252F%252Fguardacidade.anunciosgratis.pt%252Fcontratase-formador-ciencias-sociais-A655881/id_ad.3859410/type.0/what.assistente%20social/pos.6/

Oferta de Emprego

Assistente Social (M/F)


Empresa: Consultar    Data Publicação: 02-09-2010    Número de visualizações: 859   ID: 21105  Créditos a Debitar: 12
 
Introdução: Clínica Médica e Dentária pretende recrutar Assistente Social.
   
Requisitos: Escolaridade: Não Especificado
Experiência Profissional: Não especificada
Idade: Não especificada
Experiência profissional como Assistente Social
   
Oferece-se: Horário: full-time
   
Local: Lisboa
   
Entrada: Entrada Imediata    
 

Oferta de Emprego

ASSISTENTE SOCIAL (M/F)
Oferta Nº:   587723432
Sector de Actividade da Entidade:  ACTIVIDADES DE CUIDADOS PARA CRIANÇAS, SEM ALOJAMENTO 

Profissão Pretendida


Profissão:  ASSISTENTE SOCIAL (M/F)

Número de Postos:  1

Local Trabalho


Freguesia(s):  MALAGUEIRA;

Habilitações escolares


Habilitações Mínimas:  Licenciatura

Horário Trabalho


Horário: 09.30 - 17.30

Descanso Semanal: SABADO DOMINGO

Condições


Conhecimentos Profissionais:  LICENCIATURA EM SERVIÇO SOCIAL (PRÉ-BOLONHA),PROACTIVIDADE,BOAS COMPETÊNCIAS DE RELAÇÃO,CAPACIDADE DE TRABALHAR EM EQUIPA PREFERENCIALMENTE O CANDIDATO DEVERÁ TER EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA AREA

Outros Dados


Tipo de Contrato Oferecido:  Permanente

Trabalho a Tempo:  Completo

Remuneração oferecida:  1239   Euro

Subsídio de Refeição:  4


FONTE: http://www.netemprego.gov.pt/IEFP/pesquisas/detalheOfertas.do?idOferta=587723432&name=ofertas&posAbs=835&numTotRows=3336&tipoOferta=ABE

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Emprego

A Competir - Formação e Serviços, S.A.(Delegação de Castelo Branco), entidade formadora acreditada pela DGERT, pretende recrutar formadores na área de Assistente Familiar e de Apoio à Comunidade.

Procuramos formadores com o seguinte perfil: - Formação e/ou experiência profissional na área referida; - CAP de formador.

Deverá enviar CV, CAP e respectivo Certificado de Habilitações para ana.baptista@competir.com.pt até ao dia 30-09-2010.

Referencial:

Formação Pessoal
1 Aprender com Autonomia 40
2 Tecnologias de Informação e Comunicação 50
3 Língua Estrangeira - Inglês 50
4 Linguagem e Comunicação 50
5 Cidadania e Empregabilidade 50
6 Matemática para a Vida 50

Formação Social
7 Relações Interpessoais 18
8 Desenvolvimento de Competências Pessoais e Sociais 20
9 Promoção da Auto-Estima 20
10 Gestão da Nossa Vida 14
11 Informação e Re(orientação) Profissional e Acompanhamento Psico Pedagógico 12
12 Técnicas de Procura de Emprego 14
13 Igualdade de Oportunidades e Tratamento no Acesso ao Trabalho, Emprego e Formação Profissional 6
14 Conciliação entre a Vida Familiar vs Vida Profissional 6

Formação Tecnológica
15 Cuidados humanos e de saúde básicos 70
16 Higienização e conforto 70
17 Nutrição e confecção de refeições 70
18 Gestão do comportamento 70
280
Prática em Contexto de Trabalho 120

TOTAL 800

"24 horas pelo combate à pobreza e à exclusão social" é uma iniciativa nacional que tem lugar dia 6 de Outubro. Diversas instituições públicas e privadas já aderiram ao evento. Para participar basta inscrever uma das suas actividades na agenda em construção. Mais informações pode ser consultada no AQUI. Caso prefira seguir esta iniciativa no facebook, clique aqui. 24hcombatepobreza@gmail.com

«A Associação de Investigação e Debate em Serviço Social vem por este meio informar que para o servir melhor fundou o Instituto para a Formação Humana e Social (IFHS). O Projecto do Instituto para a Formação Humana e Social é um projecto aberto a todos; é um projecto aberto aos diversos saberes, sem portas cerradas ou núcleos herméticos; é um projecto dirigido à humanidade, com uma visão universal, utilizando conceitos globais, aplicados em simultâneo tendo em conta as especificidades locais; é um projecto que tem como principais lemas, a inovação, a abertura e a aproximação das práticas dos Profissionais de Serviço Social e de outras áreas das Ciências Sociais e Humanas; é um projecto de todos e para todos. No seu Instituto poderá encontrar um vasto conjunto de serviços: - Formação Profissional; - Consultadoria e Formação em Gestão de Conflitos; - Consultadoria Científica; - Aluguer de Sala de Formação. Descubra mais informações sobre o Instituto para a Formação Humana e Social, conheça o Plano de Formação Profissional que preparamos a pensar em si, colabore connosco no preenchimento do Diagnóstico de Necessidades Formativas para que possamos ir ao encontro das suas expectativas». Mais informações:AIDSS - IFHS Rua da Constituição n.º 814, 5.º andar, sala 29 4200-195 Porto Tlf./Fax.: 225093289 – Tlm. 912410718 E-mail: ifhs.porto@gmail.com Internet: http://ifhsocial.webnode.com.pt/

PROMOVER A SUSTENTABILIDADE E A RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS PME ATRAVÉS DA APRENDIZAGEM 
 
  «A criação de conhecimento nas pequenas e médias empresas, através da implementação de uma estratégia de aprendizagem em contexto empresarial, enquanto indicador de sustentabilidade e de responsabilidade social das empresas é um dos temas do Projecto SOCIALSME – Sustainability and social responsibility through learning in SME, que transfere a metodologia do Balanced Scorecard para a área da RS aplicada às PME. No dia 16 de Setembro, através de uma iniciativa conjunta do Centro de Formação Profissional para o Comércio e Afins (CECOA) e da Câmara Municipal de Loures (CML), vai realizar-se a conferência nacional do Projecto SOCIALSME que pretende dar a conhecer os resultados obtidos no nosso país. A conferência nacional decorre no Palácio dos Marqueses da Praia e de Monforte, em Loures e dirige-se a todos os interessados pela temática da responsabilidade social, em especial, administradores e gestores de empresas, decisores estratégicos e responsáveis pelos recursos humanos e pela área da formação, formadores e consultores de formação, entidades formadoras públicas e privadas, parceiros sociais, estudantes e peritos desta área. Acreditamos que estes actores, conscientes das suas responsabilidades sociais, serão elementos muito importantes no desenho de sociedades mais justas. Do programa em anexo, destacamos, da parte da manhã, a apresentação da Doutora Maria João Santos do ISEG e da Doutora Fátima Jorge da Universidade de Évora, bem como, a dinamização de três workshops facilitados por membros do Advisory Board do projecto, assentes numa metodologia activa com a exploração de situações concretas das empresas que possibilitem o envolvimento dos participantes. Da parte da tarde, salientamos o painel de debate sobre a pegada social das PME, com a apresentação de boas práticas de responsabilidade social das empresas convidadas, e ainda, a cerimónia de entrega dos certificados às empresas e aos membros do Advisory Board que participaram no Projecto SOCIALSME. A inscrição deverá ser realizada até ao dia 13 de Setembro de 2010, para o e-mail dae@cm-loures.pt, indicando nome, entidade e workshop que pretende participar. A participação é gratuita, mas condicionada a inscrição prévia. Salientamos, desde já, que a participação no workshop estará sujeita ao número de vagas existentes no momento da inscrição.»

«Um Concurso que visa despertar as consciências para a realidade da pobreza no Algarve. Educação e Formação Agenda: Regional Região: Algarve Distrito: Faro Local: Algarve Promotor: Associação In Loco Contactos: 289840860 Descrição Pela Arte, Contra a Pobreza é o tema do Concurso que se realiza no âmbito do Projecto Por um Algarve Sem Pobreza, promovido pela Associação In Loco, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve - AMAL e a REAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza, e apoiado pelo Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social. Este Concurso é composto por quatro categorias: Texto escrito Vídeo Fotografia Pintura/desenho Os interessados em participar poderão consultar o Regulamento aqui. Os trabalhos deverão ser enviados, até 31 de Outubro de 2010, para Associação In Loco - Av. da Liberdade, 101, - 8150 101 S. Brás de Alportel. Para mais esclarecimentos contacta a Associação In Loco através do tel: 289840860.»

Dia 24 de Setembro, no auditório municipal de Olhão tem lugar o seminário “Abrir Horizontes – Educar para Incluir”. «Trata-se de uma iniciativa do Municipio de Olhão, no âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social. A organização é da responsabilidade da Rede Social de Olhão em parceria com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Olhão e a Associação MOJU. Com este encontro pretende-se fomentar um espaço de partilha, reflexão e avaliação sobre a problemática do abandono escolar e exclusão social, mediante a apresentação de boas práticas e experiências inovadoras de intervenção social, com base no desenvolvimento de competências pessoais de jovens em risco. Serão debatidos temas como “Medidas de Prevenção e Minimização do Abandono Escolar”, “Educação pela arte”, “Formas de Intervenção no Combate à Exclusão” ou “Práticas Associativas para a Inclusão”. As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias. Inscreva-se até dia 17 de Setembro. enviando o seu nome completo, local de trabalho e contactos para redesocial@cm-olhao.pt ou cpcjolhao@cm-olhao.pt.»

Oferta de Emprego

Precisa-se formador/educador de infância/psicologo/assistente social

Anúncio:
Recrutamos formador/professor/psicólogo/educador de infância/assistente social para para ministrar em curso CEF de ACÇÃO EDUCATIVA, a decorrer no Sobral de Monte Agraço.
Horário: SEXTA FEIRA E TERÇA FEIRA, entre as 9h e as 13h.
Remuneração: 15euros/hora + ajuda de custos.
Situação Contratual: Prestação de Serviços.
Em caso de interesse enviar para info@avalforma.pt
- Curriculum Vitae
- Certificado de habilitações
- CAP
- Bilhete de Identidade / Cartão do Cidadão
- Cartão de Contribuinte / Cartão do Cidadão
- NIB
Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1068526/precisa-se-formador-educador-de-infancia-psicologo-assistente-social/#ixzz0yMuyFJWS

Parlamento Europeu abre novos estágios para pessoas portadoras de deficiência

Candidaturas de 15 de Agosto a 15 de Outubro de 2010
O período de candidaturas para a 9ªedição do Programa de Estágios Remunerados para pessoas portadoras de deficiência do Parlamento Europeu tem início a 15 de Agosto. Trata-se de cinco meses de trabalho remunerado na instituição, sendo a maioria das vagas em Bruxelas e no Luxemburgo. Os cidadãos portadores de deficiência dos 27 Estados-membros podem candidatar-se de 15 de Agosto a 15 de Outubro de 2010. O estágio tem início a 1 de Março de 2011.
Os estágios, que decorrerão entre 1 de Março e 31 de Julho de 2011, destinam-se a titulares de diplomas universitários ou de estabelecimentos de ensino equiparáveis, bem como a pessoas com habilitações não universitárias.
Os candidatos seleccionados terão direito a uma bolsa mensal, a um possível subsídio adicional relacionado com a deficiência, ao reembolso das despesas de deslocação efectuadas no início e no fim do estágio e a um seguro de saúde e de risco.
Para concorrer ao Programa, os candidatos devem ser nacionais ou residentes de um Estado-Membro da UE, ter completado 18 anos de idade até à data de início do estágio, ter conhecimento de duas línguas oficiais da UE e apresentar um comprovativo da deficiência da qual são portadores (certificado médico ou certificado/cartão de deficiente emitido por uma autoridade nacional).
Lançado em 2006, o Programa de Estágios do Parlamento Europeu para pessoas portadoras de deficiência constitui uma experiência de trabalho útil e profícua e uma oportunidade de contacto com as actividades do PE.
Pretende-se que o estágio contribua para a inserção no mercado de trabalho a nível europeu, proporcionando uma experiência profissional única e contribuindo para a valorização profissional e pessoal.
Para mais informações e esclarecimentos, consulte o portal do Parlamento Europeu.

IV Jornadas de Cuidados Continuados Integrados de Figueiró dos Vinhos


9h00m Abertura do Secretariado
9h30m Sessão de Abertura
10h00m Conferência 1
“A Ética do Cuidado nos Cuidados
Continuados Integrados”
Orador Prof. Doutor Rui Nunes – Serviço Bioética e Ética
Médica da FMUP
Moderadora Dr.ª Paula Alves – Médica – IPO Coimbra

10h45m Intervalo/ Coffee Break
11h15m Conferência 2
“A Intervenção na Doença Terminal -
Stressores Profissionais na Prestação
de Cuidados”
Orador Prof. Doutor António de Sousa Uva – Médico
do Trabalho e docente da ENSP-UNL
Moderador Dr. Gilberto Coutinho – Médico Centro Saúde
Figueiró dos Vinhos
12h00m Simposium Satélite
“Como aumentar a qualidade dos
serviços de saúde e sociais com a
tecnologia”
Oradores Dr. José Paulo Carvalho
Dr. Luís Pinto
Eng. António Feijão
13h00m Almoço
15h00m Conferência 3
“A Gestão da Qualidade em Cuidados
Continuados Integrados
- A Avaliação da Qualidade das
Intervenções”
Oradoras Dr.ª Inês Guerreiro – Coordenadora UMCCI
Dr.ª Ana Girão – UMCCI
Moderadora Dr.ª Isabel Gonçalves – ECL Pombal
16h00m Intervalo/ Coffee Break
16h15m Mesa Redonda
“A importância do Plano Individual de
Intervenção em Cuidados Continuados
Integrados”
– Apresentação de experiências:
UCCI – Zona Norte – Santa Casa da Misericórdia de
Castelo de Paiva
UCCI – Zona Centro – Santa Casa da Misericórdia de
Figueiró dos Vinhos
UCCI – Zona Sul – Lnostrum - Mafra
Moderadora Dr.ª Maria José Hespanha – Coordenadora
ECR Centro
17h00m Encerramento, Entrega de Certificados e Prémio
do Melhor Poster (Prémio Poster no valor de 600€, cortesia
da Redislogar)
Consulte o regulamento do Melhor Poster em
www.cm-figueirodosvinhos.pt

IV Jornadas de Cuidados Continuados Integrados de Figueiró dos Vinhos
Contactos Organização:
Centro de Saúde de Figueiró dos Vinhos: 236551727 (Dr. Gilberto Coutinho/Dr.ª Cristina Joaquim/Dr.ª Ana Roque)
Câmara Municipal: 236559555 (Dr.ª Fátima Carnoto) fax. 236552596
Santa Casa da Misericórdia de Figueiró dos Vinhos - UCCI: 236559220 (Dr.ª Carla Morgado) fax. 236559229
e-mail: jornadascuidadoscontinuados.fv@gmail.com

Oferta de Emprego

Precisa-se de Assistente Social para Clinica de Apoio Domiciliário em Lisboa.
Pretende-se Profissional M/F com alguma experiência.

Enviar Candidatura para: cetil.clinica@gmail.com


Ver Oferta de Emprego: http://www.net-empregos.com/1068145/assistente-social-para-lisboa/#ixzz0yMzGqtmn
www.net-empregos.com - O maior site português de ofertas de emprego

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Uma bicicleta. Um Sorriso.

 





«Os Voluntários com Asas lançaram uma campanha de recolha de triciclos e bicicletas que decorrerá até ao final do mês de Novembro. As bicicletas recolhidas serão entregues a duas instituições, Casa Mãe do Gradil, em Mafra; e, Criança Feliz, em Belo Horizonte. ».





Fonte: http://flashrede.blogspot.com/

"Pela Arte, Contra a Pobreza "

Núcleo Distrital: Faro

Concurso que se realiza no âmbito do Projecto Por um Algarve Sem Pobreza, promovido pela Associação In Loco, em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Algarve - AMAL e a REAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza, e apoiado pelo Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social.

Este Concurso é composto por quatro categorias:

Texto escrito
Vídeo
Fotografia
Pintura/desenho
Os interessados em participar poderão consultar o Regulamento aqui.

Os trabalhos deverão ser enviados, até 31 de Outubro de 2010, para Associação In Loco - Av. da Liberdade, 101, - 8150 101 S. Brás de Alportel.

Para mais esclarecimentos contacta a Associação In Loco através do tel: 289840860.

Local: Associação In Loco - S. Brás de Alportel
Data: 2010/10/31

Fonte

Um segredo.......xiu!!!!

Vou partilhar um segredo:

Vou voltar a fazer algo que eu tanto gosto. Equipas de Ruas. Feliz....muito feliz!




Deixei de ser azul.....passei a amarelinho com sorriso enorme!

Núcleo distrital de atendimento da Guarda apoiou já 50 casos de violência doméstica

O Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica da Guarda, criado em fevereiro de 2009, já atendeu 50 casos, a maioria mulheres, disse hoje à Lusa fonte ligada ao projeto.
O serviço, que funciona nas instalações do Centro de Formação Assistência e Desenvolvimento (CFAD) da Guarda, foi hoje visitado pela secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais, no âmbito de uma iniciativa designada “Rota da Igualdade”, que integrou outras instituições da região que atuam na área da cidadania e da igualdade de género.
Segundo Alexandra Leal, assistente social e elemento da direção do núcleo, que abrange os 14 concelhos do distrito da Guarda, desde a sua criação, em fevereiro de 2009, já foram atendidas “50 vítimas de violência doméstica”.
“A grande maioria são do sexo feminino e, maioritariamente, residentes no concelho da Guarda, mas também já tivemos duas situações de vítimas do sexo masculino”, contou a responsável.
Acrescentou que na região também foram registados casos de violência doméstica exercidos sobre “uma jovem e dois ou três idosos”.
“A vítima mais comum tem uma faixa etária entre os 25 e os 34 anos, seguindo-se a faixa dos 45 aos 54 anos”, acrescentou.
Alexandra Leal também indicou que o Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica da Guarda já registou casos de violência exercida sobre jovens com idades entre os 19 e os 24 anos “que é o fenómeno da violência no namoro”.
“Nota-se que as mulheres já se deslocam ao Núcleo com maior facilidade mas ainda há muita vergonha social”, disse Alexandra Leal, que esclareceu que o gabinete “não se destina apenas a receber as denúncias, pelo contrário, existe para dar todo o tipo de informação ao nível social, psicológico, etc.”.
O espaço funciona de segunda a sexta feira das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00, dispondo de uma equipa composta por um assistente social, um psicólogo e um jurista.
A mesma responsável contou à Lusa que a secretária de Estado da Igualdade, após conhecer o resultado do trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Atendimento às Vítimas de Violência Doméstica da Guarda “deu os parabéns à equipa, que considerou ser pró-ativa”.
Nesta passagem pelo distrito da Guarda, Elza Pais também visitou uma exposição sobre Carolina Beatriz Ângelo, patente no museu da cidade, inaugurou as Instalações do CLDS - Contrato Local de Desenvolvimento Social de Casas de Soeiro (Celorico da Beira) e visitou a Associação de Artesãos da Serra da Estrela e a Academia Sénior de Seia.

Jovens devem participar em acções de solidariedade – CNIS

Faltam jovens nas instituições particulares de solidariedade social. O apelo foi feito pelo presidente da Federação das Instituições Particulares de Solidariedade Social (CNIS) onde foi convidado da Universidade de Verão do PSD.
O padre Lino Maia deixou ainda um outro apelo em Castelo de Vide: é preciso fazer do combate à pobreza um desígnio nacional.
“Nós não podemos ficar indiferentes perante este fenómeno de pessoas que não vivem com o suficiente e que vegetam à procura da morte. É preciso assumir o combate à pobreza como desígnio nacional”, disse.
O presidente da CNIS defende o envolvimento das populações no combate à pobreza. É preciso reabilitar a solidariedade. “Não podemos estar à espera que o Estado resolva ou dê se nós, que estamos na proximidade, não resolvemos, não damos, não construímos”.
São 600 mil pessoas as apoiadas directamente pelas 5100 instituições particulares de solidariedade social, entre os cerca de dois milhões que vivem com menos de 360 euros por mês.

Consultar Aqui

Oferta de Emprego

A Factor Social procura um novo colaborador (m/f) para o departamento de Educação Ambiental, de forma a dar continuidade a um projecto de mudança de comportamentos ao nível energético em Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS´s) com residência no Porto.


Funções a Desempenhar

Participação em reuniões com as IPSS´s
Implementação de programas comportamentais que visam a redução dos consumos energéticos nas IPSS´s
Avaliação dos resultados da implementação destes programas
Elaboração de relatórios técnicos
Participação em reuniões de equipa


Perfil Desejado

Requisitos Comportamentais:

Competências de observação não participante (aplicação de instrumentos)
Fluência (acima da média) na comunicação oral e escrita
Destreza no relacionamento interpessoal (postura de facilitação)
Capacidade para transmitir feedback ajustado
Dinâmico, autónomo e proactivo
Simpático e cordial no contacto com elementos internos e externos

Requisitos Técnicos:

- Informáticos:
Domínio do pacote Microsoft Office na óptica do utilizador

- Operacionais
Celeridade na redacção de documentos, formatação e revisão de conteúdos dos mesmos
Agilidade no uso de recursos ao nível de pesquisa de informação

- Linguísticos:
Nativo da língua portuguesa

Requisitos Académicos:

Licenciatura, preferencialmente numa das seguintes áreas: Psicologia Social e das Organizações, Sociologia, Engenharia do Ambiente e Animação Sociocultural.


Outros Requisitos:

Certificado de Aptidão Pedagógica (CAP), em frequência ou inscrito em curso de formação de formadores

Carta de condução de veículos ligeiros, veículo próprio, experiência de condução e disponibilidade para realização de deslocações


Duração do Contrato e Remuneração

Remuneração de 700€ mensais, com uma duração 3 meses (com possibilidade de expansão para 4 meses em função do decurso do trabalho.

O candidato seleccionado desempenhará as suas funções em 5 IPSS´s da zona do porto, com reuniões pontuais em Lisboa, nas instalações da Factor Social.

Entrada imediata.


Caso corresponda ao perfil acima citado deverá enviar o seu c.v. para joanalino@factorsocial.pt até ao dia 06-09-2010, devendo as entrevistas realizar-se nos dias 9 e 10 de Setembro.


Factor Social
Pensar a qualidade de Vida


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