quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Como procurar emprego?

Nota: Voltei a actualizar este post com mais alguns blogs e sites, assim como informações acerca do Estagiar L e Estagiar T. 

 

Estágios e Emprego

  • Sites Oficiais para procura de emprego

NETEMPREGO
BEP – Bolsa de Emprego Público
  • Espaços de Partilha de Informação sobre Emprego em Serviço Social

Insistências Sociais em Torno de (des)emprego em Serviço Social

http://www.netcode.pt/bukes/ver_buke.php?bid=4023&page=1
  • Emprego no Estrangeiro

Site oficial de Emprego para a União Europeia http://europa.eu.int/eures/home.jsp?lang=pt.  Para selecionares a opção de assistente social, escolhes as seguintes opções: 1º Outros especialistas das profissões intelectuais e cientificas; 2º Especialistas das ciências sociais e humanas; 3º Especialistas do trabalho social; escolher o país desejado.
Programa Leonardo da Vinci permite estágios em mobilidade http://www.socleo.pt/old/menu/leonardo/leona…
UK – Reino Unido – A General Social Care Council (http://www.gscc.org.uk/Home/) promove o registo dos Assistentes Sociais e só com esse registo pode exercer.

  • Estágios Profissionais – PEPAL

Informações sobre o PEPAL – Programa de Estágios Profissionais na Administração Local
Legislação e o Formulário de Candidatura no site da Direcção Geral das Autarquias Locais 
Portaria n.º 286/2008, D.R. n.º 72, Série I de 2008-04-11 – Altera a Portaria n.º 1211/2006, de 13 de Novembro, que regulamenta o Programa Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL)
LOCAL DA REALIZAÇÃO DOS ESTÁGIOS – Os estágios decorrem nas autarquias locais e nas entidades intermunicipais, de acordo com a distribuição prevista no despacho n.º 404/2007.
DESTINATÁRIOS DO PEPAL – Os estágios profissionais organizados no âmbito do PEPAL destinam-se a jovens com idade compreendida entre os 18 e os 30 anos (à data da apresentação da candidatura), possuidores de licenciatura ou bacharelato (níveis de qualificação V e IV) ou habilitados com curso de qualificação profissional (nível III), recém-saídos dos sistemas de educação e formação à procura do primeiro emprego ou desempregados à procura de novo emprego que não tenham frequentado o PEPAP ? Programa de Estágios Profissionais na Administração Pública Central. Têm prioridade no acesso ao PEPAL os jovens à procura de emprego que, nessa qualidade, se encontrem inscritos há mais de três meses nos centros de emprego, sendo da responsabilidade do candidato informar a entidade onde se realiza o estágio da prioridade.
DIVULGAÇÃO - O lançamento de estágios é publicitado por meios adequados, incluindo, obrigatoriamente, anúncios publicados em órgãos de comunicação social de expansão nacional, regional ou local e na BEP (www.bep.gov.pt). Os avisos de oferta de estágios, obedecem a modelo próprio e são remetidos pelas entidades onde decorrerão para o IEFP  e para a Direcção-Geral das Autarquias, em momento anterior à respectiva publicitação nos órgãos de comunicação social, para os seguintes endereços de correio electrónico: dem@iefp.pt; pepal@dgaa.pt
CANDIDATURAS- As candidaturas são formalizadas de acordo com o aviso de oferta de estágios e remetidas para o endereço constante nesse aviso. A prova da situação de desemprego pelo estagiário, pode ser feita por declaração de entidade pública idónea para o efeito, a pedido do próprio, desde que permita demonstrar, de forma inequívoca, a situação de desemprego, nomeadamente, IEFP, Segurança Social e Direcção-Geral dos Impostos. O prazo para apresentação das candidaturas é o determinado no aviso de oferta de estágios, o qual deve ser razoável. Presume-se razoável o prazo não inferior a 5 dias úteis para a apresentação das candidaturas.
RECRUTAMENTO E SELECÇÃO – A responsabilidade para o recrutamento e selecção dos candidatos compete às autarquias locais ou das entidades intermunicipais onde decorrem os estágios, as quais podem recorrer a entidades públicas ou privadas detentoras de conhecimentos especializados para a realização das respectivas operações.
PROCEDIMENTO DE RECRUTAMENTO – Os candidatos admitidos são sujeitos aos métodos de selecção constantes no aviso de oferta de estágios, de acordo com os critérios de selecção e respectivas ponderações que devem ser fixados em momento anterior à data limite para apresentação de candidaturas. As listas de classificação devem ser notificadas aos candidatos.
CONTRATO DE FORMAÇÃO EM POSTO DE TRABALHO – No início do estágio, a entidade onde o mesmo decorre celebra com o estagiário um contrato de formação em posto de trabalho, onde se prevejam os correspondentes direitos e deveres. A celebração do contrato de formação em posto de trabalho é comunicada ao IEFP e à DGAL, no prazo de 10 dias após a sua celebração por e-mail (dem@iefp.pt pepal@dgaa.pt
)DURAÇÃO DO ESTÁGIO – O estágio profissional na administração local tem a duração de 12 meses.
DIREITOS DO ESTAGIÁRIO – O estagiário tem direito a uma bolsa de formação com o seguinte valor: 2 x RMM para os estagiários com habilitação de nível superior (níveis V e IV); 1,5 x RMM para os estagiários de formação técnico-profissional (nível III). (a retribuição mínima mensal garantida, no ano 2007, é de 403, de acordo o disposto no Decreto-lei n.º 2/2007, de 3 de Janeiro) Para além da bolsa de formação os estagiários têm o direito a receber o subsídio de refeição nos termos fixados para os trabalhadores da Administração Pública e a um seguro de acidentes pessoais.
ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO – O estágio decorre sob a orientação de um tutor, designado pelo órgão executivo da entidade onde mesmo decorre de entre os seus funcionários que repute mais apropriados para cada estágio.
12. AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO – Os estagiários devem proceder à avaliação do estágio decorridos seis meses da sua frequência e no seu termo.
Há mais informação nas páginas referidas no início.
  • Estágios Profissionais – PEPAP

O Programa Estágios Profissionais na Administração Pública Central (PEPAP) visa contribuir para a inserção dos jovens na vida activa, conplementando uma qualificação preexistente através de uma formação prática a decorrer no âmbito dos serviços públicos.

Os estágios profissionais, com duração de 12 meses, destinam-se a jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, possuidores de licenciatura ou bacharelato (níveis de qualificação V e IV) ou habilitados com curso de qualificação profissional (nível III), que se encontrem nas seguintes condições:
. Recém-saídos do sistema de educação e formação à procura do 1º emprego;
. Desempregados à procura de novo emprego.
As ofertas de estágios, da responsabilidade das entidades onde decorrem, são publicitadas na Bolsa de Emprego Público (BEP) e em dois jornais de expansão nacional.

Blogs que regularmente são colocados várias ofertas de emprego 

 


 


Outros sites de procura de emprego



* Este site pesquisa todas as ofertas de emprego publicadas em vários sites  não oficiais de trabalho.Recebe-se avisos no e-mail cada vez que surge uma nova oferta de trabalho.

Concursos Públicos



Medidas de Apoio ao Emprego - IEFP - Estágios Profissionais

Programa Estágios Profissionais
O Programa Estágios Profissionais tem como objectivo apoiar a transição entre o sistema de qualificação e o mercado de trabalho, bem como apoiar a melhoria das qualificações e a reconversão da estrutura produtiva e, nomeadamente:
a) Complementar e aperfeiçoar as competências dos desempregados, de forma a facilitar o seu recrutamento e integração;
b) Aumentar o conhecimento de novas formações e competências por parte das empresas e promover a criação de emprego em novas áreas.
Os destinatários deste Programa são os jovens, até aos 35 anos, inclusive, aferida à data de início do estágio à procura de primeiro emprego ou de novo emprego e com ensino secundário completo ou nível de qualificação 3 ou superior, de acordo com a Decisão nº 85/368/CEE, do Conselho, de 16 de Julho, publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias nº L 199, de 31 de Julho.
No caso das pessoas com deficiência e incapacidade não se aplica o limite máximo de idade.
Considera-se jovem desempregado à procura do primeiro emprego, aquele que se encontra numa das seguintes situações:
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;
b) Nunca teve registos de remunerações na segurança social;
c) Não tenha exercido uma ou mais actividades profissionais (por conta de outrem ou como trabalhador independente) por um período de tempo, no seu conjunto superior a 12 meses;
d) Tenha prestado trabalho indiferenciado em profissão não qualificada integrada no grande grupo 9 da Classificação Nacional de Profissões.
Considera-se desempregado à procura de novo emprego, aquele que se encontra numa das seguintes situações:
a) Tenha adquirido uma formação qualificante que lhe permita o acesso a nível de qualificação distinto (nível de qualificação superior ao que detinha) e não tenha tido ocupação profissional, nessa área, por período superior a 12 meses;
b) Esteja inscrito no IEFP, I. P. com código de Classificação Nacional de Profissões, da última profissão, distinto da profissão em que vai estagiar, independentemente de adquirir um nível de qualificação superior ao que detinha.
A situação prevista na alínea b) do ponto anterior aplica-se apenas durante o ano de 2009.

Programa Estágios Qualificação-Emprego
O Programa Estágios Qualificação-Emprego tem como objectivo apoiar a transição entre o sistema de qualificação e o mercado de trabalho, bem como apoiar a melhoria das qualificações e a reconversão da estrutura produtiva e, nomeadamente:
a) Complementar e aperfeiçoar as competências dos desempregados, de forma a facilitar o seu recrutamento e integração;
b) Apoiar a inserção na vida activa de desempregados que obtiveram qualificações em áreas distintas da sua qualificação de origem;
c) Melhorar o acesso por parte de empregadores a novas formações e competências e promover a criação de emprego em novas áreas.
Os destinatários deste Programa são os desempregados com mais de 35 anos, à procura do primeiro ou de novo emprego, que concluiu, há menos de 3 anos, aferidos à data da candidatura, uma das seguintes ofertas de qualificação:
a) Ensino básico ou secundário, nomeadamente, no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades;
b) Formação modular certificada com a duração igual ou superior a duzentas e cinquenta horas;
c) Curso de especialização tecnológica;
d) Curso de ensino superior.
A aferição da idade dos estagiários é efectuada à data de início do estágio.
Considera-se desempregado à procura do 1º emprego aquele que se encontra numa das seguintes situações:
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;
b) Nunca teve registos de remunerações na segurança social;
c) Não tenha exercido uma ou mais actividades profissionais (por conta de outrem ou como trabalhador independente) por um período de tempo, no seu conjunto superior a 12 meses;
d) Tenha prestado trabalho indiferenciado em profissão não qualificada integrada no grande grupo 9 da Classificação Nacional de Profissões.
Considera-se desempregado à procura de novo emprego aquele que se encontra numa das seguintes situações:
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;
b) Sem registos de remunerações na Segurança Social há mais de 12 meses.

Medida Estágios INOV-JOVEM
A Medida INOV-JOVEM apoia a realização de estágios profissionais em PME, possibilitando aos jovens com qualificação superior uma formação prática em contexto real de trabalho com vista a promover a sua inserção na vida activa.
Para efeitos da medida considera-se qualificação superior o diploma de ensino superior completo (bacharelato, licenciatura, mestrado ou doutoramento).
Os destinatários desta medida são os jovens desempregados com idade até aos 35 anos, inclusive, aferidos à data de início do estágio, habilitados com qualificação de nível superior em áreas de qualificação específicas e desde que se encontrem na situação de desempregados à procura do primeiro ou de novo emprego.
Para efeitos da medida considera-se desempregado, os jovens não empregados, disponíveis para trabalhar e que procuram activamente trabalho, comprovada pela inscrição num centro de emprego ou por declaração do próprio.
No caso das pessoas portadoras de deficiência não se aplica o limite máximo de idade.
 
 

Programa de Estágios Profissionais na Região Autónoma dos Açores: Estagiar L

Objectivo: Promover a inserção no mundo do trabalho de jovens recém licenciados ou com mestrado realizado no âmbito do processo de Bolonha, através de um estágio, numa empresa ou entidade.

Destinatários: Jovens recém licenciados ou com mestrado realizado no âmbito do processo de Bolonha, com idades compreendidas entre os 17 e os 28 anos, com domicílio fiscal na Região Autónoma dos Açores e que após a conclusão da formação nunca tenham exercido funções na área de formação ao abrigo de contrato de trabalho. Consideram-se jovens recém licenciados ou com mestrado aqueles que tenham concluído a respectiva formação dentro do período máximo de 18 meses anteriores ao prazo de apresentação da candidatura.
Situações abrangidas: Estágios com a duração de 12 meses, promovidos por empresas privadas, empresas públicas, Cooperativas, entidades sem fins lucrativos, Administração Pública Central, Administração Pública Regional, Administração Pública Local, com excepção das Juntas de Freguesia.
Requisitos para a prestação do serviço: As entidades promotoras deverão ter a sua situação regularizada perante a administração fiscal e a segurança social.
Quando fazer:
Os projectos são apresentados pelas entidades promotoras nos seguintes períodos:
  • No mês de Agosto, para os estágios com início a 1 de Outubro;
  • No mês de Novembro, para os estágios com início a 1 de Janeiro.
Custos: Os estagiários são obrigatoriamente abrangidos por um seguro de acidentes de trabalho, ficando este a cargo da entidade promotora do projecto.
Tempo médio de realização: 30 dias.
Onde se dirigir:
  • Postos de Atendimento da RIAC;
  • Direcção Regional do Trabalho e Qualificação Profissional em Ponta Delgada;
  • Agência para a Qualificação, Emprego e Trabalho de Angra do Heroísmo e da Horta.
Observações/Excepções: A RIAC somente disponibiliza conteúdos informativos deste serviço.
Documentos a entregar:
Os jovens efectuam a sua candidatura junto da entidade promotora do projecto, mediante a apresentação dos seguintes documentos:
  • Ficha de inscrição do candidato a estágio;
  • Fotocópia do certificado comprovativo da conclusão da licenciatura ou do mestrado;
  • Fotocópia do Bilhete de Identidade;
  • Documento comprovativo do domicílio fiscal na R.A.A.;
  • Declaração sob compromisso de honra de como nunca exerceu qualquer actividade ao abrigo de contrato de trabalho na área de formação, após a conclusão da respectiva formação.
Os projectos são apresentados pela entidade promotora na Direcção Regional do Trabalho e Qualificação Profissional, acompanhados dos seguintes elementos:
  • Ficha de candidatura da entidade;
  • Ficha da candidatura dos jovens seleccionados;
  • Fotocópia do cartão de Identificação de Pessoa Colectiva ou Equiparada;
  • Declaração, sob compromisso de honra, de que os candidatos não prestam serviço, a qualquer título, na entidade promotora;
  • Declaração de que a entidade não é devedora à Segurança Social, passada pelo Instituto de Gestão de Regimes de Segurança Social;
  • Declaração de que a entidade não é devedora à Fazenda Nacional, passada pela Repartição de Finanças.
Informação adicional: Aos estagiários é atribuído uma compensação pecuniária mensal no valor do salário mínimo aplicável, acrescido de 50%.


Resolução do Conselho do Governo Nº 7/2008
Resolução Nº 181/1998
Despacho Normativo Nº 35/2006
Despacho Normativo Nº 38/2007
Despacho Normativo Nº 107/2000
Despacho Normativo Nº 220/1998
Formulário de Inscrição - Entidades
Formulário de Inscrição - Estagiários/as


 

 

Programa de Estágios Profissionais na Região Autónoma dos Açores: Estagiar T



Objectivo: Proporcionar a jovens com cursos superiores que não confiram o grau de licenciatura, tecnológicos ou técnico-profissionais ou cursos que confiram certificado de qualificação profissional, de nível III e equivalência escolar ao 12. ano, um conhecimento do mundo do trabalho através de um estágio numa entidade.
Destinatários: Jovens com idades compreendidas entre os 17 e os 28 anos que tenham cursos superiores que não confiram o grau de licenciatura, tecnológicos ou técnico-profissionais ou cursos que confiram certificado de qualificação profissional nível III, com domicílio fiscal na Região Autónoma dos Açores e que após a conclusão da formação nunca tenham exercido funções na área de formação ao abrigo de contrato de trabalho. Consideram-se jovens recém formados aqueles que tenham concluído o respectivo curso dentro do período máximo de 18 meses anteriores ao prazo de apresentação da candidatura.
Situações abrangidas: Estágios com a duração de 12 meses, promovidos por empresas privadas, empresas públicas, Cooperativas, entidades sem fins lucrativos, Administração Pública Central, Administração Pública Regional, Administração Pública Local, com excepção das Juntas de Freguesia.
Requisitos para a prestação do serviço: As entidades promotoras deverão ter a sua situação regularizada perante a administração fiscal e a segurança social.
Quando fazer:
Os projectos são apresentados pelas entidades promotoras nos seguintes períodos:
  • No mês de Agosto, para os estágios com início a 1 de Outubro;
  • No mês de Novembro, para os estágios com início a 1 de Janeiro.
Custos: Os estagiários são obrigatoriamente abrangidos por um seguro de acidentes de trabalho, ficando este a cargo da entidade promotora do projecto.
Tempo médio de realização: 30 dias.
Onde se dirigir:
  • Postos de Atendimento da RIAC;
  • Direcção Regional do Trabalho e Qualificação Profissional;
  • Agência para a Qualificação, Emprego e Trabalho de Angra do Heroísmo e da Horta.
Observações/Excepções: A RIAC somente disponibiliza conteúdos informativos deste serviço.
Documentos a entregar:
Os jovens efectuam a sua candidatura junto da entidade promotora do projecto, mediante a presentação dos seguintes documentos:
  • Ficha de inscrição do candidato a estágio;
  • Fotocópia do certificado de habilitações;
  • Fotocópia do Bilhete de Identidade;
  • Documento comprovativo do domicílio fiscal na R.A.A.;
  • Declaração sob compromisso de honra de como nunca exerceu qualquer actividade ao abrigo de contrato de trabalho na área de formação, após a conclusão da respectiva formação.
Os projectos são apresentados pela entidade promotora na Direcção Regional do Trabalho e Qualificação Profissional, acompanhados dos seguintes elementos:
  • Ficha de Candidatura da Entidade;
  • Ficha da candidatura dos jovens seleccionados;
  • Fotocópia do cartão de Identificação de Pessoa Colectiva ou Equiparada;
  • Declaração, sob compromisso de honra, de que os candidatos não prestam serviço, a qualquer título, na entidade promotora;
  • Declaração de que a entidade não é devedora à Segurança Social, passada pelo Instituto de Gestão de Regimes de Segurança Social;
  • Declaração de que a entidade não é devedora à Fazenda Nacional, passada pela Repartição de Finanças.
Informação adicional: Aos estagiários é atribuído uma compensação pecuniária mensal no valor do salário mínimo aplicável.


Resolução do Conselho do Governo Nº 66/2009
Diário de Notícias 1007/2000
Diário de Notícias 220/98
Despacho Normativo Nº 35/2006
Formulário de Inscrição - Estagiários/as
Formulário de Inscrição - Entidades
 
 
 
Ainda outros sites...
 



Fonte: O texto original é da autoria da Prof. Sónia Guadalupe. Limitei-me a torná-lo mais actual, com novos blogs e sites com ofertas de emprego e ainda com novos programas de estágios profissionais.

Estudos Interdisciplinares da Deficiência

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
bullet_red 1.ª EDIÇÃO (2010/2011)


Director | Prof. Doutor Fausto Amaro
Directora Adjunta | Prof.ª Doutora Paula Pinto
Prazo de candidatura: 1 de Outubro de 2010

Com a participação da Professora Márcia Rioux da Universidade de York (Canadá)

1. Objectivos
A Pós-graduação em Estudos Interdisciplinares da Deficiência, a primeira do género em Portugal, visa proporcionar formação avançada e um novo olhar sobre a deficiência, examinando os factores sociais, políticos, culturais, legais e económicos que definem esta realidade enquanto construto social e contribuem para determinar as respostas colectivas e individuais às pessoas com deficiência. Uma característica chave desta formação é a integração da experiência da deficiência e das perspectivas das pessoas com deficiência como fundamentos do conhecimento e da investigação neste domínio.

2. Destinatários
Profissionais a desenvolverem actividade na área da deficiência incluindo psicólogos, sociólogos, antropólogos, técnicos de serviço social, técnicos de saúde, professores e juristas; pessoas com deficiência e suas famílias; activistas e pessoas interessados em desenvolver conhecimentos nesta área.

3. Condições de Acesso e Selecção dos Candidatos
Licenciatura em qualquer área das Ciências Sociais, do Ensino, do Direito ou das Ciências da Saúde ou em outra área considerada adequada pelo Conselho Científico. Os candidatos serão seleccionados com base na média de licenciatura, considerando também o curriculum académico e profissional.

4. Inscrição e propinas
separador_txt_A
A inscrição importa em 100 euros. A frequência da pós-graduação importa numa propina de 2000 euros, paga em 4 prestações do seguinte modo:
bullet_red 1.ª Prestação: no prazo de uma semana a partir da data de admissão no Curso;
bullet_red 2.ª Prestação: final de Janeiro;
bullet_red 3.ª Prestação: final de Março;
bullet_red 4.ª Prestação: final de Maio.
O pagamento é efectuado na Tesouraria (Piso 1 – junto à Secretaria).

Nota 1: Os alunos poderão pagar as propinas através de cheque emitido à ordem do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, enviando-o por correio para a Tesouraria do ISCSP (Rua Almerindo Lessa, Pólo Universitário do Alto da Ajuda, 1300-663, Lisboa) ou por transferência bancária, devendo, caso optem por esta modalidade, informar-se dos procedimentos junto da Tesouraria.
Nota 2: Os alunos que não tiverem liquidado as prestações nos prazos indicados não poderão efectuar as avaliações às disciplinas que ocorrerem no período de vigência do prazo. Só poderão iniciar o curso os alunos que tenham pago a primeira prestação.

5. Funcionamento
O curso encontra-se estruturado de acordo com os princípios do processo de Bolonha. É composto por 8 unidades curriculares obrigatórias e por 4 de opção (ver quadro).

Nota: As unidades curriculares de opção só funcionarão com um mínimo de 10 inscrições e no caso de esse número não ser atingido, funcionarão as 4 unidades que forem alvo de maior número de escolhas por parte dos alunos.

Cada unidade tem um total de 18 horas de contacto, 15 lectivas mais três de avaliação.

As aulas realizam-se nas instalações do ISCSP às sextas-feiras (18h às 21h30) e sábados (9h às 13h).

6. Sistema de Avaliação e Certificado
A aprovação em cada unidade curricular requer a nota mínima de 10 valores. A aprovação na pós-graduação, que confere direito ao respectivo certificado, depende da aprovação em todas as unidades curriculares. Haverá duas épocas de avaliação: uma que decorre logo após as aulas de cada unidade curricular e outra que terá lugar em Setembro (calendário a anunciar).

Nota: A inscrição para a avaliação na segunda época importa em 100 euros por unidade curricular.

A avaliação em cada unidade curricular será objecto de lançamento em pauta e de afixação em local destinado às avaliações das pós-graduações do ISCSP (Piso -1, no hall da ala dos gabinetes dos professores). No final do curso, os alunos que tiverem aproveitamento em todas as unidades curriculares podem solicitar a emissão do diploma junto da Secção Pedagógica do ISCSP (Piso 1).

7. Equivalência a Mestrado
Para efeitos de progressão de estudos, os alunos aprovados nesta pós-graduação terão equivalência ao primeiro ano do Mestrado em Política Social, do ISCSP.

8. Unidades Curriculares, Docentes e Calendário

bullet_red Faça aqui o Estudos Interdisciplinares da Deficiência (.pdf) do ficheiro.


9. Coordenação
Para qualquer questão relacionada com a organização e funcionamento do curso, os alunos deverão contactar o Coordenador.

Contactos:
Prof. Doutor Fausto Amaro
e-mail: famaro@iscsp.utl.pt Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Telefone: (+351) 213 619 430

Contactos e Inscrições
separador_txt_A

bullet_red bt_download (.pdf) da Ficha de Inscrição.

Conceição Santos
ISCSP – Rua Almerindo Lessa, Pólo Universitário do Alto da Ajuda
e-Mail: saosantos@iscsp.utl.pt Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Telefone: 213 619 446 / 213 600 471 Ext.3138
Fax: 213 619 446

Voluntariado


VoluntYOU – Youth Obsessed with Useful actions
Organização: ANEVE – Associação Nacional de Ex - Voluntários Europeus
Local: Lisboa
Data: 20-08-2010 a 30-08-2010

Aneve
VoluntYou
 O voluntYOU – Youth Obsessed with Useful actions é um intercâmbio multilateral que contará com a participação de 60 jovens de idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos e de 15 nacionalidades diferentes, visto contarmos com a presença parceiros da Roménia, Letónia, Estónia, Itália, Turquia, Portugal, Espanha, Polónia, Bulgária, Grécia, Hungria, Republica Checa, França, Eslovénia e Bélgica.

Este projecto aprovado pela Agência Nacional para a Gestão do Programa Juventude em Acção e contamos com a parceria da Junta de Freguesia de Santos-o-Velho e tem como objectivo demonstrar aos participantes que o voluntariado pode ser divertido, interessante e, em simultâneo, um importante contributo para a mudança da sociedade em que vivemos.

O ano de 2010 foi nomeado pela Comissão Europeia como o Ano Europeu do Combate à Pobreza Social e, nesse sentido, o objectivo deste intercâmbio é abordar esta questão através das artes performativas e das artes plásticas e cujo resultado final será a produção de um espectáculo que será apresentado no final do projecto à comunidade de Santos–o–velho em particular mas aberto a toda a população de Lisboa.

Ao longo destes dez dias os jovens terão a oportunidade de através da arte, criar novas formas de olhar a interculturalidade! Vão existir 5 grupos de trabalho principais nas áreas de: artes plásticas, artes circenses, arte dramática, música e dança!

Chegada ao fim a iniciativa pretendemos que os participantes se apercebam do importante que é fazer voluntariado e que tenham motivação suficiente para o fazer não só a nível dos seus próprios países e das suas próprias localidades, mas também, ao nível europeu, através do Serviço Voluntariado Europeu. Julgamos que esta iniciativa, em virtude da problemática que procura tratar, pode contribuir para a mudança de atitude da população lisboeta relativamente ao problema da pobreza e da exclusão social que é, infelizmente, uma realidade cada vez mais comum nas sociedades europeias e mundiais em virtude de um conjunto de fenómenos de origem multidimensional.

Inscreve-te já!

Destaques - Ciclo de 4 Encontros Temáticos

Pobreza é ficar Indiferente! Juntos por uma Sociedade para Todos


Associando-se à celebração do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, o Centro de Recursos em Conhecimento (CRC) do Instituto da Segurança Social irá promover um Ciclo de 4 Encontros Temáticos, sob a designação de “Pobreza é Ficar Indiferente! Juntos por uma Sociedade para Todos”.
O Ciclo de Encontros irá realizar-se nos meses de Junho, Setembro Outubro e Novembro (ver Programa), no Auditório do Instituto da Segurança Social, sito na Rua Castilho, n.º 5 – R/C, Lisboa.
A entrada é gratuita, com inscrição obrigatória.

Programa
Encontro 1 — Crescer em Oportunidades
Dia 17 de Junho, 16h00
Madalena Marçal Grilo, Directora Executiva da UNICEF/Portugal.
Matilde Sirgado, Coordenadora do Projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

Encontro 2 — Idosos: O Futuro Continua
Dia 23 de Setembro, 16h00
António Manuel da Fonseca, Professor Doutor da Universidade Católica do Porto (UCP/Porto).
Elsa Trigo, Presidente da Associação Portuguesa de Psicogerontologia (APP).

Encontro 3 — Contra as Barreiras da Diferença
Dia 21 de Outubro, 16h00
Jerónimo de Sousa, Director do Centro de Reabilitação Profissional de Gaia (CRPG).
Mário Pereira, Presidente da Federação Portuguesa de Centros de Formação Profissional e Emprego de Pessoas com Deficiência (FORMEM).

Encontro 4 — A Minha Casa é a Rua
Dia 18 de Novembro, 16h00
Daniel Horta, Presidente da Associação Sem-Abrigo (ASA/Porto).
Teresa Duarte, Coordenadora do Projecto Housing First da Associação para o Estudo e Integração Psicossocial (AEIPS).

Consulte o Programa.
Contamos consigo!
A entrada é gratuita, com inscrição obrigatória.
Confirme a sua presença enviando os dados (nome, telefone ou e-mail) para os seguintes contactos:
Telef. 21 318 49 89 | E-mail: ISS-CRC@seg-social.pt
Bolseiro de Investigação (M / F)
O Centro de Estudos Sociais (CES), Laboratório Associado, da Faculdade de Economia, Universidade de Coimbra, tem aberto um concurso para contratação de um/a bolseiro/a de investigação no âmbito do projecto “Estudo sobre o Voluntariado”, financiado pela Fundação Eugénio de Almeida.

Lista de candidatos excluídos do concurso da DGRS

  • Aviso n.º 15429/2010. D.R. n.º 150, Série II de 2010-08-04

    Ministério da Justiça - Direcção-Geral de Reinserção Social
    Projecto de lista dos candidatos excluídos ao concurso externo de ingresso publicitado no aviso n.º 23239/2009 - Diário da República, n.º 250-2.ª série, de 29 de Dezembro - 55 postos de trabalho na categoria de Técnico Superior de Reinserção Social

Oferta de Emprego

Administração Regional de Saúde de Lisboa
e Vale do Tejo, I. P.
Aviso n.º 15437/2010
Procedimento concursal comum para recrutamento de trabalhador com vista à constituição de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, para o preenchimento de 2 postos de trabalho de técnico superior no âmbito regional do Mapa de Pessoal da ARS Lisboa e Vale do Tejo, IP. Licenciatura em Serviço Social.

Voluntariado

A Cooperativa de Solidariedade Social de Lafões, é uma instituição sem fins lucrativos, com diversas valências, nomeadamente:
• Saúde;
• Educação/Formação e integração profissional;
• Actividades lúdicas e desportivas;
• Apoio a empresas e desenvolvimento de negócio: Marketing e afins;
• Entre outras.

Desta forma, procuramos colaboradores em regime de voluntariado para as seguintes funções:
• Educadores de Infância;
• Técnicos de Marketing;
• Promotores;
• Animadores Sócio-culturais e Artistas;
• Entre outros.

Principais Tarefas:
• Divulgação e promoção da Cooperativa e dos serviços nela existentes;
• Actividades de Animação Sócio-cultural;
• Acompanhamento às crianças e jovens (6 aos 12anos), bem como outras técnicas resultantes do acompanhamento.
• Entre outros.

Perfil dos Candidatos:
• Espírito de iniciativa e capacidade de adaptação;
• Capacidade de resistência ao stress;
• Gosto pelo trabalho em equipa;
• Disponibilidade imediata.

Ocupação:
Entre 5 a 20 horas semanais

Candidaturas:
Os interessados deverão enviar o seu C.V e diponibilidade de horários para o seguinte endereço de email:
rh.cslafoes@gmail.com

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Workshops
 A Criança no Divórcio

Local: Lisboa
Data: 9 Outubro 2010

Fundamento
Atendendo a que a ruptura no casal não implica necessariamente o fim da família, nem o deixar de ser pai ou mãe, esta formação visa abordar os aspectos inerentes ao processo de divórcio no casal com filhos.
Os conflitos vivenciados pelo casal em separação, diversas vezes prolongam-se no período pós-divórcio, onde se propõem mudanças mais ou menos severas na reestruturação familiar.
Propõe-se aqui compreender melhor para agir de forma adequada e apresentar soluções perante famílias que lidam com esta problemática, acompanhando e preparando as crianças nas suas dificuldades, dúvidas e necessidades.
Objectivos
  • Identificar factores de risco e factores de protecção no processo de divórcio
  • Reconhecer o papel da mediação familiar na defesa do interesse do menor
  • Identificar estratégias de intervenção com a família
  • Reflectir a propósito de medidas de prevenção/educação parental
Conteúdos
  • Como explicar o Divórcio aos filhos
  • A Mediação Familiar enquanto garantia de que a família sobrevive à separação conjugal
  • Como as crianças entendem o divórcio. Reacções emocionais de acordo com a idade.
  • Síndrome de Alienação Parental
  • Intervenção Psicológica com a Criança
  • Coparentalidade Positiva. Educação Parental no Divórcio
Formadora
Ana Varão - Psicóloga Clínica e Mediadora Familiar. Mestre na Especialidade em Sexologia pela Universidade Lusófona. Doutoranda em Psicologia Clínica, Legal e Forense na Universidade Complutense de Madrid. Responsável de Formação e Formadora na Red Apple - Formação Contínua e Estudos Superiores. Exerce clínica privada com crianças e adolescentes.
Destinatários
Estudantes e licenciados em Ciências Sociais e Humanas
Calendarização
9 de Outubro de 2010
Duração
8 Horas
Horário
Sábado (9:00 - 18:00)
Preço
50€
Local
Rua Nova da Trindade, Nº22, 1º Andar, 1200-303 Lisboa
Inscrições
E.  info.lisboa@red-apple.pt
Tel. 213 465 439 
Tlm. 916 104 651
  • Ficha de Inscrição
  • Fotocópia do Bilhete de Identidade;
  • Fotocópia do Cartão de Contribuinte - NIF;
  • Fotocópia do Certificado de Habilitações/Curriculum Vitae;
  • Pagamento através do NIB: 0046 0283 00600071140 96


Imprimir Ficha de Inscrição
II Congresso Bienal  ORASI
Temática Crise e Trauma no Séc. XXI
 
Porto, 5 e 6 de Novembro de 2010

 
Mensagem/ Convite à participação no Congresso
 
Call for Abstracts - ENCERRADO EM 31 JULHO
 
Prazos importantes
 
Programa
 
População-Alvo

Unir Cérebro e Coração

Estão abertas as inscrições para o Simpósio de Educação 2010 – Unir Cérebro e Coração: Um olhar além do Intelecto - organizado pela Legião da Boa Vontade, dias 19 e 20 de Novembro de 2010, no Auditório do Espaço de Cultura Ecuménica da LBV, à Rua Comandante Rodolfo de Araújo, n.º 104, no Porto.

SIM - Sensibilizar, Mobilizar e Informar

No âmbito do projecto SIM- Sensibilizar, Mobilizar e Informar - Olhar a Pobreza com Olhos de Ver, serão realizadas, no distrito de Bragança, três sessões de esclarecimento sobre Empreendorismo e Microcrédito. A iniciativa visa contribuir para contrariar a pobreza, informando e ajudando pessoas a criarem o seu próprio negócio. A primeira acção decorre no próximo dia 18 de Agosto, às 14.30 horas, no Auditório Pequeno, do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros. As restantes acções, sem data definida, estão previstas para os concelhos de Alfândega da Fé e Mogadouro. A iniciativa é destinada a 40 desempregados, 40 beneficiários do RSI, 20 jovens e cinco imigrantes. Mais informação pode ser solicitada através do e-mail braganca@reapn.org, ao cuidado de Dra. Ivone Florêncio

In REAPN

Há mais portugueses a mudar de emprego

É um sinal da fraca qualidade do emprego: entre 2006 e 2008, ainda antes da crise, diminuiu o número de pessoas que começaram a trabalhar e subiram as trocas de emprego. Nos três anos, mais de 600 mil pessoas começaram a trabalhar noutro sítio.
De 2006 a 2008, um quinto dos mais de 3,3 milhões de trabalhadores analisados pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho mudaram de emprego. Por outro lado, também ganhou maior peso o grupo dos que se mantiveram no mesmo local, mas baixou o número de pessoas a entrar pela primeira vez no mundo do trabalho.
Poderia ser sinal de dinamismo e saúde da economia, mas não deverá ser essa a explicação. Aurora Teixeira, professora da Faculdade de Economia do Porto, recorda os já vários estudos feitos em Portugal para indicar que a larga maioria dos empregos que vão surgindo são criados na área dos serviços não qualificados, de fraca qualidade, frágeis e precários.
António Monteiro Fernandes, docente no ISCTE, recorda também uma das conclusões do Livro Branco das Relações Laborais, a que presidiu: "Os empregos estáveis são sempre estáveis e os móveis perpetuam-se", afirmou. E a tendência, acredita Aurora Teixeira, é para que o número de empregos estáveis diminua, sendo substituídos por empregos "flexíveis". Da mesma forma, não é com optimismo que interpreta o facto de a larga maioria dos trabalhadores ter mantido o emprego. "É um reforço da inércia do mercado laboral", admite.
Reflexo desta realidade é o salário pago. Quem se manteve na empresa ganhava mais, mas teve aumentos mais baixos; em contrapartida, quem mudou de emprego conseguiu saltos maiores, em termos de salário, mas ainda assim ganhava menos do que as pessoas que não trocaram de trabalho - facto explicado por Aurora Teixeira com a noção de que quem começa uma carreira o faz partindo de nível salarial mais baixo do que teria recebido se tivesse começado há uns anos.
Em todo o caso, os quatro factores conjugados - mais flexibilidade ou precariedade (consoante a perspectiva), menos saídas (por exemplo, reformados que poderiam dar lugar a pessoas com competências mais actualizadas), mais permanência no emprego estável e, sobretudo, menos entradas - levam os dois professores à mesma conclusão. Nem antes da actual crise, que fez disparar o desemprego, a economia portuguesa tinha capacidade para criar empregos de qualidade, "úteis", na expressão de Aurora Teixeira.

Consultar aqui

Universidade de Verão

A segunda edição da Universidade de Verão já tem data: de 15 a 18 de Setembro de 2010, em São Brás de Alportel. « Centrada no percurso efectuado pelas Redes Sociais mas sobretudo nos caminhos de futuro, pretende-se este ano reflectir sobre boas práticas de intervenção comunitária, promotoras da participação da população e das empresas em processos de planeamento e na criação de resposta para os problemas sociais. Definiu-se para tal um programa bastante ambicioso e rico na diversidade dos actores, das abordagens, dos instrumentos e dos projectos. E conta-se, para o efeito, com a presença de experiências nacionais e estrangeiras, que constituem uma mostra de soluções sociais inovadoras úteis para o trabalho desenvolvido pelas Redes Sociais. Fala-se em concreto de experiências promovidas no âmbito de processos de Agendas 21 Locais, centrados na participação dos cidadãos com vista à sustentabilidade dos territórios; de mecanismos de dinamização e participação comunitárias; de dispositivos de economia solidária baseada em sistema alternativos de produção e de consumo; de circuitos curtos de produção e consumo locais, como forma de satisfazer necessidades pessoais e incrementar a economia local; de sistemas comunitários de produção em contextos urbanos, entre muitos outros aspectos. A dinamização destes e de outros temas estará a cargo de diferentes actores, provenientes de autarquias, de organizações da sociedade civil, assim como de empresas. Esta edição da Universidade de Verão destina-se, deste modo, a públicos muito diversos, em particular a Eleitos locais, técnicos das autarquias e de organizações da sociedade civil, empresários, professores e estudantes, assim como a cidadãos interessados e empenhados em despoletar processos de dinamização comunitária nos territórios onde vivem. Esta Universidade de Verão é promovida por uma parceria composta pela Associação In Loco o Instituto de Segurança Social, IP. e o Centro de Estudos Sociais.» Mais informação AQUI. 
 

Oferta de Emprego

  • Aviso n.º 15381/2010. D.R. n.º 149, Série II de 2010-08-03
    Município de Cascais
    Procedimento concursal comum de recrutamento de um trabalhador em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado para a carreira e categoria de técnico superior, com licenciatura em Serviço Social

Catálogo Transnacional de modelos de intervenção

Principais resultados do projecto SEID e as experiências locais realizadas ao nível da área da prevenção, cuidados terapêuticos e integração social de jovens poli-consumidores. Clique aqui

Seminário Educação Sexual

Seminário de Educação Social
Universidade de Aveiro
10 de Setembro de 2010

Consultar aqui

Oferta de Emprego

Recrutamos para N/ Cliente:

Educador(a) Social

Perfil pretendido:
- Licenciatura em áreas sociais (Educação Social, Psicologia, Sociologia, Serviço Social);
- Experiência profissional em funções similares;
- Boa capacidade de relacionamento interpessoal, dinamismo, polivalência;
- Disponibilidade para turnos rotativos e fins-de-semana;
- Disponibilidade imediata.

Condições oferecidas:
- Integração com Contrato de Trabalho Temporário (para períodos de substituição de férias);
- Vencimento base + Subsidio de alimentação + Subsidio de turno;
- Local: Lisboa ou Cascais.

Respostas para:
recrutamentonn@select.pt
(Ref. Educador Social para Lisboa)

Hoje é dia de ficar mais pobre para quem vive do rendimento mínimo

 É uma espécie de assembleia. As pessoas sentadas nas cadeiras encostadas às paredes formam um rectângulo. Nenhuma cadeira sobressai. Quem nelas se senta está aflito com o decreto-lei que hoje entra em vigor e que altera as regras de acesso às prestações sociais não contributivas e traz outras mudanças ao Rendimento Social de Inserção (RSI), introduzidas no quadro do Plano de Estabilidade e Crescimento. (PEC) Alguns temem ficar na rua.

Estamos no velho edifício da Qualificar para Incluir (QPI), uma associação de solidariedade social que acompanha mais de 400 beneficiários no Porto, distrito líder nesta matéria - concentra 126.793 beneficiários, de um total de 395.341 (números de Junho). Duas mudanças, sobretudo, preocupam os presentes: muitas famílias vão ver a prestação fixa baixar; e acaba o apoio complementar, que podia ir até 1137.12 euros anuais.

Fátima, cabelos brancos, penteados para trás, toma a palavra. Tem 62 anos, fibromialgia, osteoporose; e um filho bipolar. Recebia 189,52 euros e o filho outros 189,52. Este mês, lá em casa, entram 322,18 euros em vez de 379,04 de RSI. É que, com a nova lei, o rapaz tem de ficar colado à mãe, já que não tem autonomia financeira e vive com ela. E os adultos, que até agora tinham direito a 189,52 euros como o titular do processo, passam a receber 132.

O decreto-lei que harmoniza as condições de acesso toma por referência o complemento solidário para idosos, a mais recente prestação social de combate à pobreza. E isso tem implicações no conceito de agregado, nos rendimentos considerados e na definição de uma capitação entre as estipuladas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Processos vão ser revistos
Agora, conta tudo. Inclusive a casa que serve de morada à família, uma bolsa de estudo atribuída a um filho menor ou um apoio em espécie, como a habitação social. E, no RSI, terminam o subsídio de gravidez, o subsídio para o primeiro ano de vida, a majoração a partir do terceiro filho. Amanhã, os serviços de Norte a Sul começam a rever os processos.

A mulher ergue a voz: "Já devo 300 euros na mercearia. Já vendi tudo o que havia de bom em casa. Pedir emprego tenho pedido, mas quem me dá? Peço um emprego de telefonista e dizem-me que 38 anos é o limite e que é preciso carta de condução. Uma carta para telefonar?" Pior será em Janeiro. Como foi aprovado a um ano, até lá Fátima ainda receberá 89 euros por mês de apoio complementar para medicação. Depois, não o poderá renovar.

Está revoltada: "Diminuem os apoios e aumentam a luz, tudo. Como é que se pode pagar o que se deve se não se tem onde ir buscar." Sandra, uma rapariga morena, de cabelos compridos, castanhos, também não sabe: "Gasto 90 euros por mês na farmácia com o meu filho epiléptico e com a minha filha asmática."

De repente, as vozes atropelam-se nesta sala assombrada por doenças. Cidália Queirós, directora da QPI, propõe: "Vamos escrever a história de cada um e mandar para o primeiro-ministro." E Sandra interrompe-a: "Mas é para o José Sócrates, não é para o Paulo Portas [líder do PP]. Esse é contra o RSI." As vozes tornam a atropelar-se e a socióloga tenta repor a ordem: "O que acho é que cada um deve explicar a sua situação de forma muito clara."

A estigmatização
Alguns estão a esforçar-se para (re) entrar num mercado de trabalho que sentem repeli-los, sobretudo em distritos como o Porto, onde a desindustrialização dói. Joaquina, uma mulher elegante de 37 anos, oferece-se como exemplo. Começou a trabalhar aos 15 anos em fábricas que já fecharam. "Sou beneficiária de RSI há cinco anos. Tenho vergonha. Muita gente pensa que por ser beneficiária de RSI sou malandra, mal-educada, porca."

Faz em adulta o que a vida não lhe permitiu fazer quando era menor. Tem aproveitado para se escolarizar, para se profissionalizar. Fez um curso de técnicas de instalação de hardware que lhe deu equivalência ao 9.º ano e está a fazer um curso de instalação e reparação de redes que lhe dará equivalência ao 12.º. "Estou a lutar, mas é difícil quando me querem tirar o tapete!"

Vive com a filha de 15 anos e com o filho de cinco. Recebe 379 euros de RSI, 86 de abono, 250 de apoio complementar para a renda. O apoio complementar esgotou em cinco meses e o caso deveria transitar para a Acção Social, destinado a apoiar toda a população carenciada. A QPI, a fiadora, já pagou a renda deste mês, porque a Segurança Social não respondeu. Dizem-lhe que não há dinheiro. Dizem-lhe que vá para um dos albergues, já cheios de sem-abrigo. "Como é que pode haver inserção sem habitação digna?", questiona Cidália Queirós.

Não foi a única. Outros ouviram igual recomendação. José recebia 200 euros para pagar a habitação que ocupa com a filha de 12 anos. Já acabou o apoio complementar e da acção social nada. "A solução, da segurança social, é a rua ou o albergue." Apesar dos seus 38 anos, não sabe ler nem escrever: está há dois anos na alfabetização. Como sobreviver com 279 euros de RSI e 43 de abono?

"Como faço sem o apoio?"
Helena, uma mulher loura, pálida, revolve-se na cadeira: "Tenho dois filhos, recebo 421 euros de RSI e pago 300 de renda. Como faço sem o apoio complementar de 250? Monto uma tenda à frente da câmara." Não falta aqui quem, como ela, pense que a saída é a habitação social. Só que a lista de espera vai longa em câmaras como a do Porto. Quanto tempo aguentará? "O tempo que for preciso até resolverem a minha situação. Não vamos para um albergue!"

Os casos dramáticos sucedem-se. Não só aqui dentro. Lá fora. No distrito, desponta um movimento, ainda um tanto clandestino, de auto-intituladas "assistentes sociais que realmente se importam". Em diversas partes, técnicas recolhem os casos mais críticos para remeter à Segurança Social. Afligem-se com os beneficiários, mas também temem pela sua segurança.

Não há aqui dentro quem não veja nesta mudança uma ofensiva que tem a ver com a própria imagem do RSI. Anabela, a mulher que agora toma a palavra, já ouviu tantas vezes dizer: "Vou deixar de trabalhar e viver do RSI!" E a todos responde: "Fazemos uma coisa prática! Você vem para minha casa e fica com o meu RSI e eu vou para sua casa e fico com o seu emprego!"

Fátima propõe: "Acho que devíamos ir todos à Assembleia da República." E Anabela atiça: "Temos de nos unir. As pessoas têm de ver que estamos a lutar para ter condições. Muita gente recebe RSI e tem vergonha, mete-se dentro de casa. Nós temos de sair de casa, senão nunca vamos mostrar que estamos no RSI porque não temos emprego. Estou no RSI há três anos. Toda a vida trabalhei!"


Consultar aqui

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

AR avalia dar emprego a vítimas de violência doméstica


Projecto de lei que  estabelece emprego para vítimas de violência doméstica pode ir a votação final no Parlamento já em Setembro.
O Parlamento está a avaliar um projecto de lei que estabelece quotas de emprego público para vítimas de violência doméstica, que pode vir a ser votado já em Setembro. A iniciativa pretende abranger vítimas de violência doméstica "que se desloquem para fora da sua área residencial, como forma de evitar a sujeição a essa violência e que não exerçam qualquer actividade laboral", numa proposta da autoria de Os Verdes.
O projecto já passou pela comissão da especialidade e aguarda agora a votação final global em plenário. Ao contrário do CDS, que considera a medida um "exagero", PS, Bloco e PCP estão disponíveis a discutir o assunto no início da próxima sessão legislativa.
Como explicou a líder de Os Verdes, Heloísa Apolónia, ao DN, o projecto propõe que em "todos os concursos externos de ingresso na função pública, em que o número de lugares postos a concurso seja igual ou superior a cinco, um dos lugares seja fixado para ser preenchido por uma vítima de violência doméstica".
Quem não rejeita à partida a ideia é Maria Manuela Augusto, deputada do PS na subcomissão de Igualdade, que considera que "ainda há muito a fazer", apesar de "todas as lacunas e falhas que a Lei 112/09 - que estabelece o Estatuto da Vítima - ajudou a colmatar". Quanto ao projecto das "quotas no emprego", a socialista defende que este terá espaço para ser debatido após a saída de um relatório sobre a Lei 112/09. Ou seja: em Setembro.
O deputado do PSD na mesma subcomissão, Mendes Bota, não vê "grande inconveniente que possa haver discriminação positiva para as vítimas de violência doméstica", embora alerte que, "neste momento, a função pública está em fase de redução de efectivos".
Também o Bloco de Esquerda , pela deputada Helena Pinto, garantiu estar "disponível para fazer a discussão em torno das quotas de emprego". Ao que o DN apurou, o PCP deve votar ao lado de Os Verdes nesta matéria e tem igualmente à espera de votação várias propostas sobre o assunto.
Já a deputada do CDS, Teresa Caeiro, considera um "exagero" que se criem quotas de emprego para vítimas de violência doméstica. Embora compreenda a "bondade da ideia", defende que "se devem criar mecanismos para que as mulheres estejam mais protegidas e para que não sejam estas a abandonar a habitação".

Oferta de Emprego

A ARTE DE HUMANIZAR ESPAÇOS DE SAÚDE E INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO

 
 
A Acção de Formação "A ARTE DE HUMANIZAR ESPAÇOS DE SAÚDE E INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO", é realizada através de uma parceria entre o ISLA-Lisboa e a Associação Internacional de Terapias Expressivas – Vivenciarte e terá lugar no dia 18 de Setembro de 2010. Mais informações Aqui
"As actividades e as metodologias expressivas, como o teatro, a dança, os jogos, a música e as artes plásticas são fortes catalisadores da criatividade, motivação e bem-estar humano. Esta acção de formação visa dotar os formandos de conhecimentos teórico-práticos que permitam uma planificação e desenvolvimento efectivo de actividades expressivas com populações institucionalizadas, hospitalizadas, acamadas e com limitações em lares de terceira idade, lares de crianças, instituições prisionais, clínicas, hospitais, abrigos, entre outras, a fim de humanizar os atendimentos e espaços de atendimento."

domingo, 1 de agosto de 2010

Maria não quer ir parar ao albergue com prostitutas, toxicodependentes, alcoólicos

Ela refugiou-se numa casa- abrigo com as duas crianças. Ele descobriu-os, apareceu de pistola na mão. E ela fugiu para outra casa-abrigo. Não se adaptou; era uma criatura de cidade forçada a recomeçar no campo. E tornou a mudar-se. E conquistou uma autonomia precária. "Tinha muito medo de andar na rua. Não acreditava em mim como ser humano."

Saiu com 500 euros de bolsa e 48 de Rendimento Social de Inserção (RSI). Findo o curso de Geriatria, passou a receber 525 - RSI e apoio complementar para renda de casa. Tudo se altera agora. "A assistente social disse que ia baixar." Um adulto com duas crianças recebe, no máximo, 379,04 euros de RSI. "Não sei como vou pagar a renda de 300 euros."

Falta-lhe retaguarda familiar. E tem duas crianças - uma de 11 e outra de nove anos. E o ex-companheiro partiu-lhe grande parte dos dentes. Os poucos que lhe restam estão rachados. "Não consigo trabalho porque não tenho dentes. Pedi ajuda à assistente social e ela disse-me que o Estado está a cortar tudo."

O namorado ajuda, mas horroriza-a tornar a ficar dependente de um homem. Tivera o filho mais velho havia um mês quando o ex-companheiro lhe bateu. Ela responsabilizou a avó, que se metia. Mas tudo piorou quando ficaram sozinhos, numa casita, numa quinta que os empregou. "Bebia muito. O pequeno-almoço dele era uma cerveja e um pastel de nata."

Tantas vezes foi ameaçada com facas, pistolas, machados. "Eu apresentei queixa várias vezes. Tirava, porque ele dizia: "Não és minha, não és de ninguém. Mato-te, mato os teus filhos e mato-me." Uma vez, eu disse que não queria saber dele e ele apertou-me o pescoço, deu-me com a cabeça na parede, e disse ao meu filho: "É assim que se tratam as mulheres!""

Viu a mãe matar-se. Ficou com a avó. Um vizinho violou-a aos 12 e ela ordenou-lhe que lhe exigisse cinco contos - o que cobrava uma prostituta. E Maria teve de voltar atrás e de pedir o dinheiro para entregar à avó. Ao perceber o que acontecera, uma tia alertou a polícia. O homem foi para a cadeia e Maria para um lar. Só que a protecção termina aos 18, a não ser que se peça um prolongamento. E ela regressou à avó. E conheceu o ex-companheiro.

Só ganhou coragem para fugir ao vê-lo bater na filha com um ferro. Esteve numa pensão. Esteve nuns tios. Trabalhava num restaurante. Tinha relações sexuais com dois homens em troca de uns trocos para sustentar a família. O ex-companheiro já a descobrira na pensão. Descobriu-a ali. Um dia, ela explodiu, bateu no filho. Só então alguém decidiu ajudá-la.

Sentia-se destruída: "Ele dizia-me: "Tu não prestas para nada. Tu és pior do que as cadelas que andam na rua. Tu és um zero à esquerda."" Pouco a pouco, recuperou: "Hoje tenho os meus filhos, o meu cantinho, um namorado que me diz: "Tens de ser amada e respeitada.""

Decorreram quatro anos desde que saiu de casa. Só em Outubro do ano passado sossegou. Agora, desassossegou. "A assistente social já disse: "Ou consegue uma casa por menos ou tem de ir para um albergue. Um sítio onde cai tudo - prostitutas, toxicodependentes, alcoólicos." Outra vez?!"
O porto de abrigo do Muro Versão para impressão Enviar por E-mail
Edição 280
Publicado por Isabel Moreira Pereira   
Domingo, 01 Agosto 2010 14:22
 
A Muro de Abrigo é uma associação de Solidariedade Social que apoia idosos e várias famílias carenciadas do concelho. Com o licenciamento da nova sede em andamento, Fátima Silva, mentora do projecto, garantiu continuar "a trabalhar e a preencher lacunas sociais".
"Acção Social para todos" é o lema da Muro de Abrigo, que nasceu na freguesia do Muro para prestar apoio aos idosos e a todas as famílias fragilizadas da região. A funcionar neste momento estão as valências de Centro de Convívio para 30 idosos, o apoio domiciliário, com uma equipa para dar apoio a várias famílias, e ainda o Gabinete de atendimento aos beneficiários de Rendimento Social de Inserção das freguesias de Guidões, Alvarelhos e Muro, fazendo parte do Núcleo Local de Inserção.
Jogar às cartas, fazer ginástica, pintar, cantar, escrever, ler e contar são algumas das actividades desenvolvidas pelos utentes deste espaço que nasceu há mais de quatro anos.
Fátima Silva, presidente da associação, dá "mimos e atenção" aos mais idosos e em troca garante que recebe muito mais: "Aqui mostram o que sabem e nós aprendemos sempre muito também e eles próprios começam também a perceber que valem muito, porque têm muito dentro deles.
Por exemplo, alguns nunca tinham andado na escola, nem sequer sabiam escrever o nome". Os idosos acabam desta forma por "desenvolver novas capacidades", uma vez que muitos estavam apenas habituados à vida no campo.
Mas a Muro de Abrigo serve ainda de refúgio para outras pessoas da terra, como é o caso dos projectos de reinserção social. "O que se pretende é que as pessoas que vivem numa situação de precariedade económica e desinserção profissional e social, tenham uma orientação de forma a que consigam autonomizar-se desse subsídio que é atribuído e que consigam organizar a sua vida", explicou Ana Isabel Araújo, Assistente Social.
Mas com todos estes projectos em desenvolvimento, o actual espaço da Muro de Abrigo começa já a ser escasso. Depois de verem um terreno ser cedido pela Junta de Freguesia, a associação tem "o projecto da nova sede pronto e em fase de licenciamento", tendo já sido aprovado pela Segurança Social e outros organismos, em todas as especialidades. "Se conseguirmos realizar o nosso sonho da construção do novo edifício, óptimo, enquanto isso continuamos a trabalhar e a preencher lacunas sociais", frisou Fátima Silva.
Este é um projecto que vai albergar 30 pessoas em regime de internamento, 30 pessoas em apoio domiciliário, 10 pessoas em regime de Centro de Dia e 30 pessoas em regime de Centro de Convívio, havendo também a possibilidade de inclusão de um serviço específico para pessoas com Alzheimer.
Para fazer parte deste grupo e ajudar aqueles que mais precisam pode tornar-se sócio, pagando uma cota no valor de 2,50 euros por mês.

Desemprego cai do máximo histórico


A taxa de desemprego em Portugal recuou para 10,8% em Junho, depois de, no mês anterior, ter atingido um máximo histórico de 10,9%. É a primeira descida desde Novembro de 2009, de acordo com os dados do Eurostat publicados ontem.
Apesar disso, Portugal tem ainda a quarta maior taxa de desemprego da União Europeia - as campeãs são a Espanha e a Letónia (20%); a Áustria (3,9%) é o país onde a taxa de desemprego é mais baixa. No conjunto da Zona Euro, a taxa de desemprego é de 10%, ou seja 15,771 milhões de homens e mulheres estão sem trabalho, mais 788 mil que há um ano.
Preocupante são os níveis de desemprego entre os jovens: 21,5% em Portugal, contra 19,6% da média da Zona Euro. Mas, para o secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, a inversão da tendência "é uma boa notícia e dá bons sinais ao País", mesmo que "ainda continuemos com taxas de desemprego elevadas".


Consultar aqui