Seminário Europeu “RSI - Um Direito à Integração Social”
Instituto da Segurança Social, I.P.
ISS, I.P. Lisboa, 2009.
Com o objectivo de contribuir «para a melhoria das competências dos dirigentes e quadros técnicos de organizações sem fins lucrativos de intervenção social nos domínios da monitorização e avaliação de projectos» decorre, em Lisboa, nos dias 20, 21, 27 e 28 de Setembro a sessão formação intitulada “Avaliação e Monitorização de Projectos de Intervenção Social".
Com o objectivo de analisar as mudanças e as transformações sociais que se produziram nos últimos anos, num contexto de crise económica e social, realizam-se entre 12 e 15 de Outubro, no Hotel Tuela, no Porto, as Jornadas de Trabalho: Inclusão Social, Emprego e Desenvolvimento. Durante quatro dias, alguns cientistas sociais e outros especialistas analisarão as tendências evolutivas do mercado de trabalho, as políticas públicas de emprego e inclusão social e, ainda, os novos desafios de cidadania e exercício de direitos sociais. «Pretendemos fazer uma reflexão sobre o papel da Economia Social e do Terceiro Sector no combate ao desemprego, analisando o contributo das organizações da Economia Social para a definição das estratégias de desenvolvimento sócio económico, explica Júlio Paiva, do gabinete de Desenvolvimento da Rede Europeia Anti-Pobreza. O sociólogo acrescenta, também, que «serão analisados os programas, projectos e instrumentos para a inclusão sócio-laboral dos grupos sociais desfavorecidos e o papel e perfis dos profissionais que trabalham na área da empregabilidade destes públicos». As jornadas de trabalho visam, ainda, pensar a intervenção social com os grupos mais desfavorecidos face ao mercado de trabalho, articulando com o desenvolvimento socioeconómico das comunidades locais. A relação entre o desenvolvimento socioeconómico e a inclusão social; o papel dos diferentes agentes no desenvolvimento e sustentabilidade das comunidades; o contributo das iniciativas económicas de proximidade, serão aspectos a ter em conta nesta análise promovida pela Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal (REAPN) e a Associação Metropolitana de Serviços (A.M.S). Os trabalhos programados decorrem à luz da estratégia europeia de Inclusão Activa definida pela Comissão Europeia, assente em três pilares: o monetário, essencial para combater os problemas das pessoas em situação de desfavorecimento social e, desta forma, promover a plena integração de todos os cidadãos na U.E.; o acesso a serviços sociais de qualidade, nos diversos níveis de educação, formação ao longo da vida, saúde, transportes, energia, habitação e outros; o acesso a mercados de trabalho inclusivos, o que implica que o trabalho seja estável e de qualidade, na medida em que este pode não se revelar como a melhor solução para todas as pessoas em situação de pobreza. Esta iniciativa conta com a assessoria ciêntifica do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e o apoio dos Instituto de emprego e Formação Profissional (IEFP), Instituto da Segurança Social (ISS) e, ainda, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES). Mais informação pode ser encontrada no site wwwreapn.org. Programa e Dossier de apoio ao participante AQUI Inscrições on-line AQUI
Nos dias 22, 23, 29 e 30 de Setembro terá lugar no Centro Social e Paroquial dos Santos Mártires, em Bragança, uma acção de formação dirigida a técnicos de picologia, sociologia, serviço social, educação social, trabalho social, medicina, enfermagem, terapia ocupacional, educação de infância, animação sócio-cultural, pedagogia, ensino e todos os que desenvolvem a sua intervenção junto de famílias. Objectivos: - Aumentar o conhecimento dos profissionais acerca de competências necessárias para trabalhar junto de famílias, que por diversos motivos mostrem dificuldades no desempenho das suas funções parentais; - Sensibilizar os técnicos para a importância da intervenção com as famílias, bem como desenvolver competências técnico-profissionais, na área da formação parental, para intervir junto de famílias e favorecer o desenvolvimento de competências de intervenção, numa óptica de Educação Parental; Conteúdos Programáticos 1. O conceito de Educação Parental- definição, origem e evolução 2. Educação Parental e outras modalidades de intervenção com famílias 3. Parentalidade e conceito de competências parentais 4. Princípios básicos de Educação Parental 5. Perfil do educador parental 6. Desenvolvimento de projectos de educação parental: construção, implementação e avaliação 7. Projectos de Educação Parental- experiências nacionais e internacionais 8. Discussão de casos práticos Para mais informação contactar: braganca@reapn.org I Congresso Internacional de Mediação |
a) Complementar e aperfeiçoar as competências dos desempregados, de forma a facilitar o seu recrutamento e integração;b) Aumentar o conhecimento de novas formações e competências por parte das empresas e promover a criação de emprego em novas áreas.
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;b) Nunca teve registos de remunerações na segurança social;c) Não tenha exercido uma ou mais actividades profissionais (por conta de outrem ou como trabalhador independente) por um período de tempo, no seu conjunto superior a 12 meses;d) Tenha prestado trabalho indiferenciado em profissão não qualificada integrada no grande grupo 9 da Classificação Nacional de Profissões.
a) Tenha adquirido uma formação qualificante que lhe permita o acesso a nível de qualificação distinto (nível de qualificação superior ao que detinha) e não tenha tido ocupação profissional, nessa área, por período superior a 12 meses;b) Esteja inscrito no IEFP, I. P. com código de Classificação Nacional de Profissões, da última profissão, distinto da profissão em que vai estagiar, independentemente de adquirir um nível de qualificação superior ao que detinha.A situação prevista na alínea b) do ponto anterior aplica-se apenas durante o ano de 2009.
a) Complementar e aperfeiçoar as competências dos desempregados, de forma a facilitar o seu recrutamento e integração;b) Apoiar a inserção na vida activa de desempregados que obtiveram qualificações em áreas distintas da sua qualificação de origem;c) Melhorar o acesso por parte de empregadores a novas formações e competências e promover a criação de emprego em novas áreas.
a) Ensino básico ou secundário, nomeadamente, no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades;b) Formação modular certificada com a duração igual ou superior a duzentas e cinquenta horas;c) Curso de especialização tecnológica;d) Curso de ensino superior.
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;b) Nunca teve registos de remunerações na segurança social;c) Não tenha exercido uma ou mais actividades profissionais (por conta de outrem ou como trabalhador independente) por um período de tempo, no seu conjunto superior a 12 meses;d) Tenha prestado trabalho indiferenciado em profissão não qualificada integrada no grande grupo 9 da Classificação Nacional de Profissões.
a) Esteja inscrito no IEFP, I. P. como tal;b) Sem registos de remunerações na Segurança Social há mais de 12 meses.